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Quinta-feira, 30 de Janeiro de 2020

...

O que haverei de encontrar

de seres o céu

no meu caminho,

dizia ser viver o desejo que atrair,

que o tempo está sempre a chegar,

ao que aproxima o acontecer

no teu coração, ocupando as páginas sem palavras,

que o amor tem de ser

o que é ser autêntico.

 

António Ramalho

(Direittos de autor reservados)

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Quarta-feira, 29 de Janeiro de 2020

...

As palavras

na margem do desejo

caminham em ti, mostrando

o êxtase na aurora,

como beijos que vestem o fogo

nos raios de sol.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Vestindo as dores

 

No amor,

na sombra que murmura,

o alcance o que disse que se tornou,

que será o prazer na tua alegria,

é a poesia que está sobre o abraço,

vestindo o tempo

em ti, que não será o que somos,

nas nossas vidas

a virtude como satisfação no amor,

o lugar nos teus lábios

que descobrem o prazer em mim,

de quem olha o momento

nas palavras que respondem ao coração.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 27 de Janeiro de 2020

...

No horizonte que se perde,

o sol sem navios, na sua nudez,

destaca-se no que somos...

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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...

O que importará

o que deu o nada, que diga acreditar,

não sente dizer

o que esconde o silêncio.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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E estou…

 

Por um dia vamos escolher

o coração que atravessa a distância,

a certeza que é só isso,

dizendo o suficiente no teu poema,

é a ausência do teu canto em mim,

o caminho perdido na presença

aos muitos nomes na sombra,

que chamava o tempo pelo vento,

porque o medo era o deserto

que não para

o que não espera por mim.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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À janela... juntos

 

Como a ternura

que sonhei, o silêncio espera o ser

porque foi realmente o instante,

como uma lágrima a tentar o horizonte

sobre a minha excitação,

o que sonhei

na ausência do destino,

ao mar noturno nos meus sonhos

o que era uma noite no mar,

para além do disfarce,

a primavera na espera, porque o meu desejo

voltou para buscar a sombra

dizendo caminhar,

ao que disse

ter perdido o tempo que não vivi,

esperanças e sonhos,

o tempo dizendo a minha imagem

ao espelho indefinido, que vagueia pela noite

porque era o deserto sobre um nome,

porque faz

não ser ninguém,

para ver a verdade que sabemos que não era,

que me esqueci que havia.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 26 de Janeiro de 2020

A distância do prazer

 

A distância da vida,

na corrida extenuante, como vínculo do relacionamento,

usa o desejo que tem o agora,

que segue o desafio no deserto,

a corrida que começa na vantagem que era

o que fica para trás,

na razão

que regressará na direção do desafio,

que podia percorrer o tempo

criando a própria história,

através do que revela

nas nossas vidas, o que crescer que abre o coração,

ao inverno que chegou no gelo como esplendor,

para tornar a maneira que devemos aceitar

a viagem para ter uma nova vida,

no que se tornou a essência,

o desafio que é o tempo,

a paisagem a procurar

de ser a oportunidade que possa prometer o sucesso,

na forma de atravessar o horizonte

que é a chuva que não era, a opção que começa

na construção que serão os dias,

o potencial para ser

o que deixou sonhar o homem.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 25 de Janeiro de 2020

Saber o que era ser

 

Os limites na mudança,

que disseram seguir o que não há,

não estavam a dizer ter,

as lágrimas que disseram estar,

ao que não queriam escapar

o que estavam a deixar ser, que chorar

porque responderam

ao que chorar de ti,

por aquelas lágrimas que estavam

a deixar o teu nome na expressão, querendo saber

o que encarar a paixão,

que se apercebera do que disse não entender

o que te afastou de mim,

o que escrevesse o coração que perder,

acordar na onda do propósito,

na promessa que não tinha,

chamando

o que pensara o tempo

ao que prometera saber a noite,

que era amar sem limites.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 24 de Janeiro de 2020

O nada e o muito

Ver o que era,

na atração de ver

o que sorriu à janela,

tinha o silêncio no encanto, que ficar naquele momento

o que gostava de alguém,

à chuva que disfarçar

o que nunca perdera no desejo,

que sentia ser de alguém,

o amor que suponha o nada ou o muito,

a ver o que era,

o que não era a questão

que tinha o que não estivesse

a querer dizer estar, a verdade que se transformou

ao que não era apenas continuar

o que não conseguia procurar

o que libertava a escuridão,

que pensou o nada sem dizer,

os degraus onde procurou

o que entendia acontecer, que subir naquelas palavras

que estavam a ser o significado,

nos degraus que deixou acontecer,

o que pensar sem dizer

o nada que não sabia entender.

 

António Ramalho

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