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Domingo, 15 de Dezembro de 2019

Às vezes o amor é…

 

Às vezes o amor são palavras,

às vezes o amor são atos,

às vezes o amor é silêncio….

às vezes o amor partiu,

às vezes é estar ausente,

às vezes o amor é confiar no coração,

às vezes o amor é dor…

Umas vezes o amor é às vezes, outras vezes é sempre.

É dor porque alguém que amámos partiu,

é dor porque o amor não é correspondido,

é dor porque o amor está onde não estamos.

E ficamos sozinhos a pensar no amor,

que sentimos que devia ser

o que queríamos,

às vezes o amor está longe,

e sentimos o amor em solidão.

Às vezes não percebemos

que o amor é compreensão,

às vezes queremos mais e mais,

e não percebemos que o outro alguém

está onde não estamos.

Às vezes o amor são lágrimas que caem.

Porque o amor é..

a razão de viver.

Que interessa a janela aberta

se não acreditamos no amor?

O que olha o silêncio que não cala o coração,

de ser uma melodia aos teus passos

como canção, atravessando o limite

na gota de chuva, que se escondeu em mim,

ao passar do tempo, na mesma página onde estavas

o livro que olha o amor

nas palavras que vivem em silêncio.

Às vezes o amor são palavras,

outras vezes é silêncio.

Às vezes o amor é mais do que imaginámos

amar,

porque o amor somos nós,

verdadeiramente.

Às vezes o amor é ilusão,

outras vezes é realidade,

mas o coração bate sempre

intensamente.

Às vezes, adormecemos,

e quando acordamos,

o amor partiu sem nós.

Às vezes o amor

são lágrimas que respondem ao destino.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 13 de Dezembro de 2019

...

Excerto do romance " A linha do horizonte"

O que chegava no amor, na canção do tempo, era a flor do campo na chama do seu corpo, que fossem as palavras nos seus olhos, a não apagar o céu que houvesse no seu coração.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quinta-feira, 12 de Dezembro de 2019

...

Continuando a beijar,

como beijar,

os seus lábios,

de cortar a respiração, encostando o rosto

e fechando os olhos, nos seus olhos aproximando o calor que sentia,

por tocar com os seus dedos,

os lábios que olhavam o sonho,

de serem beijados, no corpo dela, que peguei ao colo,

rendendo-se à sedução,

que era o nome que estremeceu,

sem conseguir respirar,

sem deixar de olhar

o que se aproximava cada vez mais,

nas mãos agarrando o desejo, que era beijar aqueles lábios,

que percorreram os seus, perguntando a si mesmo o que sentiu profundo,

brilhando no céu.

 

António Ramalho 

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 10 de Dezembro de 2019

...

Foi chuva

foi chama

foi amor

foi uma luz que emana,

a sentir o que é querer

na vontade de acordar,

que haveria de partir,

a sorrir…..o que trouxe, o que continuar.

É a magia de alguém a amar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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O êxtase que é luz

 

 

A fonte que é a luz

que emana do amor, como resposta

por te amar,

a conhecer a madrugada que disfarçar o silêncio,

o que somos,

no significado que guarda o brilho do desejo,

nos olhos que te procuram,

de sermos uno na noite que aconteceu,

o verbo que é canção

de dizer que te amo,

com a luz acesa que responder,

ao toque das tuas mãos, que quero ser eu

no gosto de mais

que queria sentir,

a beijar o teu rosto em mim,

o que dissesse o momento,

no abraço que acaricia o murmúrio

que sentir os teus olhos em mim,

na forma de ficar a amar,

por ter a história que contar

o olhar que trouxer o sentir,

o que procurava

no tempo que precisava ser,

chamar por ti e sonhar,

para ver o que possa ser acreditar,

no desejo que é amor, o que fala o tempo

que dança em mim,

o que é escrever por amor.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 9 de Dezembro de 2019

...

Olhar a noite de ninguém

à luz que será olhar

o que atravessa o mar, não era o que esperar, na estrela que pensar em ti,

além da minha porta,

que lembra o anoitecer escuro,

onde o sol se esconde sobre a noite,

na melancolia.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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...

O sol que expõe o vento,

ao absurdo que tenha a canção

que dói como dança,

muda o lugar que ilumina a chuva,

na fronteira de um rio sozinho, num céu sem palavras

que deixa correr a sua sombra.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 8 de Dezembro de 2019

...

Para iluminar o tempo,

que escolheu a manhã que queiramos ter

na resposta das estrelas, escolheu o brilho que temos de ver,

a sentir o nascer do sol,

que chega na mensagem do olhar,

na luz como imagem que tem o ideal

que sabe a beleza dos ângulos, que mudar a paisagem inquieta

do que poderia viver em nós,

na origem do mistério que fica a viver na imaginação,

o fogo do mistério que é ver

o que é apenas o que disse ter,

a luz ao amanhecer

o acordar do sol que é

a imagem do sol, que nasce a procurar de nós

o que é apenas uma paisagem.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 7 de Dezembro de 2019

Por falar em amor

 

Atravessámos o que a vida nos ofereceu,

porque o tempo

escreveu o que continuava,

que não vai atender quem sabe a resposta,

na imagem que não sei que estou,

o que acorda, que sabemos onde está

quem vai dar o que chamar,

nas respostas que é explicar

o teu nome ao amor,

sem questionar a palavra que me ouve,

na pergunta que pintar

a escolha que é mudar,

o que desenhei, que não sabe esperar.

 

Não há tempo

eu sei,

que a vida é de ninguém,

de ser quem é o que define,

a revelar o que toca,

que trazemos de volta

o que estiver no coração, o que seria o teu corpo que confiar no sentido,

que é igual ao que mostrar

de ninguém que sou

entre os teus lábios que me beijam.

 

O meu coração que bate,

como paixão que veja a imaginação,

continua na inspiração que faz,

por amor,

o que era só escrever que ficar.,

que foi querer o que disse olhar.

 

Vestir o que consiga

o meu amor na espera,

será poeira, será um relógio,

é o tempo que sussurra em nós,

a despir a razão

que precisamos de mudar, no seu medo como a dor.

 

Guardar as palavras que te dou,

de decidir querer

dizer o significado,

porque é o amor de quem foi,

navegar o que criou, que foi escrever por palavras

o que chegou,

na imagem de nós que diz a verdade,

o que tenha o que estou,

nas palavras que são para ti.

 

A espera nas colinas de ninguém,

vestem o que sabem que era

o porquê de seres tu,

que é ter escrito,

que quero ser teu

nos passos que esperam a chamada,

que o desenho acontece de quem és,

o que será um dia,

que se esconde na imagem

que dizer que é,

existir nas palavras que percebem o momento,

ao longe do que vive o que somos,

nas palavras que são caminho,

às páginas de amor que se deitam em ti.

 

O poema que é ver

de onde vem a palavra amor, serás tu na praia da paixão,

nos raios de sol que continuam a amar,

o que é uma palavra a querer.

 

O teu poema que é sim,

desenha o que fizeres nas palavras que precisam de imagem,

a vida que é em nós,

o que esquece o poema de pintar,

que não sou a pintura na escolha,

mas escolho as palavras onde quero navegar.

 

Na atração que quer saber

a manhã que está a aparecer,

está a dizer ter sido

mostrar ao vento que corre,

o que é só ver os gestos

que necessitam das palavras, na forma sobre ser quem é,

o porquê

porque a vida sinta

o que pedir a noite,

que conseguiu despir a dor.

 

O que encontrámos na vida que é um refúgio,

por quebrar o que não foi,

aconteceu pedir à noite

o que a vida tem,

que vou esperar a cantar,

o poema que traz saudade

nas palavras que são imagem, a querer a diferença na razão, que é o tempo

a prometer o que a vida é,

que se esquecer de olhar para trás,

o que tenham as palavras na imagem,

que sou o que tu és,

na imagem que é sentir o que brilha em ti,

que vive perto do céu.

 

Por detrás da luz que somos,

vive a escuridão da vida, que será dor,

em nome do que falta,

a dizer ser a espera que estou a ser,

que é ser o que não sou, no brilho da noite que vive na luz,

que vem em sonhos no olhar,

que disse em mim o que fui querer

ao desenhar o teu rosto,

que vou esperar,

na esperança que tem a certeza,

do que não tem o olhar.

 

Quando acordares,

vou dizer o que sinto!

A palavra na imagem que a vida tem,

que serei vida, serei um poema a escrever

a imagem por ti no amor,

no desenho que tem o tempo

no significado das palavras,

por falar em amor.

 

António Ramalho

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Quinta-feira, 5 de Dezembro de 2019

Quero o meu sonho

 

Eu quero andar de mão dada contigo,

ver o mar, ser a atração que sorri ao céu, na linguagem que sei presente.

que tenha nossa vida,

a verdade no essencial, no percurso que escrevemos

no sol que nos guiar,

à janela que perceber.

Eu quero o que fizemos juntos,

na minha imaginação, por uma nuvem que murmura

uma canção de amor.

Eu quero ouvir as ondas,

na expressão que canta em nós, o que são vozes na alma

por encontrarmos o tempo,

que nos envolve em cada instante,

a vida por ser, o que lembra o que escreva,

o que tem que ser que viver.

Eu quero o sonho,

o que passámos juntos, o que quisermos começar,

a vontade que disser o sentimento,

de ser teu, eternamente.

A imagem na razão,

que é sempre o agora,

está a chamar o amor, no sonho, na realidade e na ilusão,

que fizermos juntos a vida num instante.

Eu quero os teus lindos olhos nos meus, eu quero ficar a noite em ti.

Eu quero ser teu nas horas que sentirmos.

Eu quero o meu sonho!

 

António Ramalho

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