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Terça-feira, 19 de Novembro de 2019

...

Desenhar uma flor

para ti,

que escrever a saudade, no papel que te dei,

de querer

o que não consegui decifrar,

o porquê,

que queria dar-te as cores do pôr-do-sol,

na janela a chamar o horizonte,

um poema de amor

nas palavras que escrever,

continuar a amar-te, na ponte da certeza que atravessar,

aquela canção

o que não sabe os passos que dar na intensidade,

mas que encontra a mensagem

onde está a chave, que pode ser o sinal no tempo que vive em ti,

o teu nome em mim,

nas palavras que sabem oferecer o caminho,

que alguém chamou a manhã, na entrega

de um sorriso na aurora,

porque estava a sentir onde está

o que amar o olhar, que é compreender o lugar,

que entender o que temos, na esperança que tenha o céu,

um sorriso ao sol em tuas mãos,

que passar o tempo,

aos olhos que são meus, no teu olhar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 19:30
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Os teus olhos como espelho

 

 

Será a noite sem limites, na transparência dos sentidos,

conhecendo o instante a quebrar as palavras,

ao sol que despe o deserto que percorre a harmonia, na outra rua

que sinta sonhar, a minha noite a cantar na miragem,

que a vida está nos teus olhos,

como uma sensação no horizonte

que permita um novo caminho, que é não ter

um mundo meu que percorre

tantos gestos na inquietação,

sem a lua que liberta

cantando, o que percorrer a perfeição,

que é saber pela sombra

o que gosta o teu nome sde sentir,

sobre a luz dos muros que correm ao vento,

que tivessem os teus olhos como espelho, a abrir o encantamento

de uma vida

ao vento

que despir o horizonte.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 18 de Novembro de 2019

A fogueira do tempo

 

Saberá a verdade,

no tempo que passa, na prova que é um castelo no coração, que somos

o sol no outono, na neblina enquanto rumor,

que surge no sossego da verdade, sem pensar o poema que espalha a verdade

no impossível que tinha de ser

o que jamais saberia a verdade, se houvesse

a afirmação que aceitar

que diz que havia

a vida desenhando o mar e a terra, na iluminação do desejo

em cada passo por onde navega o amor,

na espera que sabe onde está,

o que conhecer um dia, as estrelas ecoando na madrugada

na chama que ninguém via.

ao teu lado que precisava ser, o que ainda está triste

olhando para mim, em cada palavra

que alguém foi

o que toca o eterno,

para ser o que mudar,

entre a bruma que deixa o significado

para encontrar o que precisa de ser,

olhar à volta, bater as asas e voar, porque o tempo

esgotou-se na fogueira dos dias.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 16 de Novembro de 2019

Viemos do nada e ao nada voltaremos

 

Na viagem seremos terra, mar e sol,

no caminho seremos luz, sombras e penumbra. Seremos o que um Homem quiser.

O que somos

nos olhos que conheceram o tudo ou nada,

o que mudou para sempre o que diga o agora,

seremos a imagem da cruz

que se tornou o que temos.

Seremos carícias nos seus braços que chama, seremos a atenção na tentação,

que será que acreditamos?

O tempo que chama por nós, é o perto num nome diferente,

é o jardim a ser chamado, que estender a mão.

A vida que é difícil, nos passos que não apenas passos, mas transformação,

pedem sempre algo mais

ao dia que passa, que era o lençol que fornece

o calor.

A noite que escolhermos

será o corpo com amor,

o nada que não sendo de admirar

será o dia que seguir à dor de um dia,

na espera.

O cálice que traz o adeus,

na verdade

como símbolo, é a cruz como um símbolo, que queria dizer imaginar o que mudar.

As dúvidas que sabiam sempre

o que seriam na sombra,

era o impossível na noite e dia, que estivesse escondido

ao nada que impressionar

o que disseram para imaginarmos.

Estaremos perdidos?

O receio de ficar para trás,

nas perguntas que fazemos,

viu a paixão num corpo

no momento que há,

como identidade do respeito,

a perguntar o que acha que é.

O que não estava,

foi ver o que era real, que acreditava ser o significado que nem sempre vemos.

Quem somos nós?

O significado que se torna,

o que é uma escolha. O amor que partiu um dia.

Por onde andará o que fala o mar e o sol?

A mensagem que era

para onde poderíamos ir...em todas as lágrimas quer brilham.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

 

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Quinta-feira, 14 de Novembro de 2019

O que se abre na chama

 

A verdade

de saber esperar,

será o sol nas lágrimas, que é tecer o diálogo

como semente necessária,

que sempre procurei o teu rosto,

que dissesse que será o meu espaço

nas palavras

que te oferece a manhã,

que faz de mim a luz

que liberta o coração, a querer estar em nós,

à porta que chama o que vive, que sou

o que parece o teu caminho,

que diz a quem encontrar

à margem que seduzir o perfume

que desfila nas cascatas e nos rios,

como caminho que seguiremos

como é aproximar o coração de nós,

como tradução do silêncio

que não encontra as palavras.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 13 de Novembro de 2019

À janela colorida

 

De ti,

sonhei ser

a colheita do sol que diz um momento,

que seguir o que aprofundar

a resposta da manhã,

que houvesse no sol das tuas palavras,

que sejam os teus olhos

no amor que é, a flor nas montanhas

porque importam nas estrelas,

a entrega de ser o tempo

que é o desejo na máscara que escrever

a nossa vida,

no céu que virá unir

o que gostaríamos de ser,

que parece uma brisa suave à porta do ser

que queria o luar, chamando as estrelas ao coração,

no momento da manhã

que chamamos amor.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 12 de Novembro de 2019

As tuas mãos no meu corpo

 

 

O que falou o teu corpo

em mim,

nas minhas mãos a percorrer

o que seria a distância do azul,

conquistou o céu

na diferença,

nas carícias suaves em teu rosto,

ao tempo

que chamou o teu nome,

no teu corpo

que falou a tentação,

a olhar o desejo que veio,

no teu perfume ao luar, a guardar

onde é o sinal da flor, onde a estrela cantará

que encontrou as palavras,

e que procurou dançar,

no horizonte que trocou murmúrios.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Segunda-feira, 11 de Novembro de 2019

...

Se a tua janela fosse

o meu sol, que estou a olhar

a luz do caminho na colheita dos sonhos,

cruzaria os nossos lábios na chama

que há no poente,

quanto quer dizer a semente do sol

que não esquecer,

responder de ser

ao mar para além do horizonte,

o que aprofundar o gesto, porque está a acontecer o amor,

na ponte das cores que seguiram o olhar,

na paixão que sinta envolver.

 

Antonio Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 10 de Novembro de 2019

...

Onde irei chorar

ao anoitecer,

que sou apenas uma sombra

à deriva, no mar que entrega

as lágrimas ao rio que não sabemos

que chamar, o que dizer

no desejo que perder a melancolia,

quando chamo por ti,

tocando as palavras que revelam o perdão, que segue os passos

na espera que me procura.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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As nossas lágrimas

 

Tinham uma morada,

que corresponde ao que tivemos de deixar,

que fechámos os olhos,

ao mar que a vida tem,

em cada onda que brilha na escuridão

no fundo que diz querer as nossas lágrimas ao luar,

na emoção que somos nós

em cada vida,

porque as palavras são levadas pelo vento

que chegam,

no desenho do amor que contém a luz,

em cada canção sem ti,

o que chegar no canto nas marcas do amor

tocando os sinos do silêncio.

São as nossas lágrimas que nos vestem o lugar,

que não dizem esperar por ninguém,

em cada canto que surpreende

à sua passagem,

em ruínas de amor

que sofre o que não é,

nas pegadas na praia que são fogo,

na exaltação

a atravessar os teus lábios num beijo intenso,

ouvindo violinos

que é a rua onde deixámos o luar,

a fugir do amor

fechando a passagem do que somos

no outro lado das mágoas que falam de nós,

que se entregam nas palavras,

que ouvimos na canção do agora,

ao anoitecer, na melancolia que encher o silêncio,

quando regressarmos da alegria, na estrada do amor.

Encontrámos o caminho que sonhámos e adormecemos.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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