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Quinta-feira, 31 de Outubro de 2019

...

Na noite escura a cantar

o que diz querer por ficar, de ser

o que acreditar,

encontrei um poema para ti,

num espelho com luz que atravessar,

o que lembram as palavras que se perdem no coração,

o perfume à janela de sentir,

sobre a corrente por nascer como maré,

chamando o nome que não direi.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

 

 

 

publicado por antonioramalho às 08:31
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Quarta-feira, 30 de Outubro de 2019

O mosquitinho e o pirilampo

 

Excerto da história infantil o Mosquitinho e o pirilampo

 

- Hoje está uma noite tão escura! Porque não trazes a tua luzinha! – perguntava o mosquitinho pica pica.

 

- Porque as pessoas deixaram de acreditar no amor! A minha luz é amor! E eu perdi a luz! – disse o pirilampo.

 

- Assim pode ir picar mais pessoas. Não me veem!

E saiu voando.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:46
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Segunda-feira, 28 de Outubro de 2019

Por te amar

 

Que mudar a vida,

a cruzar os ângulos do olhar,

aproximando a coragem

do que dizer ser, aos olhos

que reflectem por corresponder o desafio de deixar o amor entrar,

ao coração que levar

ao túnel que veja o tempo,

na fronteira do que é querer, nas ondas do mar a rebentar

que percorrem o céu no êxtase,

ao que seria o momento,

que tocar os teus lábios,

e sonhar,

sentindo o que começar

que é desejar-te , tocar a tua nudez,

envolver os corpos na vida,

na areia molhada da praia

quando era,

o que possa ser encontrar-te

na fronteira que foi o momento,

que ficar para ver

o que esperava ser

vestindo as ondas do mar,

no destino do coração,

à medida que sentisse o meu amor por ti,

à tua porta a tocar.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 11:26
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Domingo, 27 de Outubro de 2019

É tão difícil não pensar em ti

 

 

Apenas soube a resposta quando te perdi,

ao coração que foi o caminho,

que mal te vi quando partiste,

a olhar a morada que não conheça o sentido do amor,

na intenção que é amar,

o coração que é teu, a esperar por ti, a viver em ti,

a abraçar-te

no horizonte que se abre no azul do céu,

nos caminhos perdidos sem ti,

no meu rosto que dá o sol,

à cor que perderam os meus olhos

por não te ver,

de estar sozinha e escutar o meu coração,

à janela a cintilar o que se tornou o respirar,

que percebi o sentido

um do outro,

a sentir o tempo que não esqueço,

no mar que entra no céu,

para voltar a ver o dia,

em pleno inverno nas águas azuis,

quando o sol arde no meu coração, na tua ausência

na nostalgia da luz, que é o meu corpo a fechar os olhos,

num momento que percebe a razão,

na imagem que não muda,

como quem não dorme, a abraçar-te novamente,

porque é tão difícil não pensar em ti.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 26 de Outubro de 2019

Acreditar no amor/ não acreditar no amor

 

 

O que era querer. Talvez exista. Talvez não exista.

O que gostaríamos de ficar nas sílabas do tempo. Talvez seja. Talvez não seja.

O que é um poema neste dia. Buscar o tempo ou acreditar no amor, dizer ficar a quem diga amar.

Aprender sempre. Não desistir de acreditar. O que há em troca? É bom? Dá felicidade? Dá bem-estar?

Porque virá a verdade. E que encontra?

Pela verdade que é um poema, há quem acredite, ao saber que temos, na intenção, na imagem que pergunta à madrugada.

Os momentos de querer ou de prazer serão suficientes, ou será o que o vento levará?

Acordar a perder, será deixar de ser. Acordar pela manhã a desacreditar será não escrever o dia.

Acordar na dor, será não poder dizer o que é viver.

O que tem perdido o acordar? O que tem perdido o amor?

A opção de quem diga não acreditar, no que tenha perdido, levou ao cansaço, ao desânimo e à apatia, que podia dizer o silêncio sem luz. Não acreditar será quanto é estar na sombra, não querendo ver que o sonho pode ser real.

O que pensar ser, que será apenas o que não tentar.

A tentação de não conseguir ser o que não é ter.

No esforço que leva ao que estamos a pensar, seremos alguém que não queremos, sabendo que a vida é curta demais. Onde terminará o caminho?

O amor será apenas dos poetas, dos poemas? Ou será a essência do que devemos entender?

A teoria sobre o amor, não é o que a vida exige. A vida exige luta e acreditar. A vida é querer.

O fascínio de escrever sobre o amor, não é apenas um reflexo. Vem de dentro. Vem da alma. Chamar o que ultrapassa o que é simples, deixa o pensamento na vida que exige.

É querer algo de pensar ou de sentir?

Porquê desistir?

Porquê deixar de sentir?

Quando a vida se nos escapa entre os dedos das mãos, pensaremos que teremos perdido a chama, pensaremos o porquê de não termos, pensaremos que agimos sempre de modo errado, atraindo o errado e não vivendo.

Quando a vida se nos escapar, o que teremos para viver?

O que chama a natureza é amar. O que chama o que queremos, é amar.

O que respondemos? Que é manhã cedo, no acordar que dizemos não acreditar.

A tentação de sermos o que não queremos, em alguém que não queremos, vive a responder o que teremos.

Para sermos a luz, na interrogação que atinge o despertar, seremos o sentido que está na compreensão. O que só terá o acreditar que dirá a manhã.

De quem serão os momentos no abandono? De quem será a vida que desperdiçamos?

O cenário do que somos, tem a certeza no que pensarmos que somos.

A plenitude só acontecerá como vontade de ter, o que é dizer a coragem.

Acreditar ou não acreditar no amor, eis a questão!

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

publicado por antonioramalho às 16:05
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Onde está quem sabe o que deveríamos ter, incluindo as lágrimas, para podermos chorar?

publicado por antonioramalho às 11:17
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Voar sem asas

 

 

Quanto não sabemos,

quanto é o segredo, ao sabor de um ser

que fosse o centro que viaja no tempo,

na velocidade como está

quanto era o que passou,

que beijar o que podia ser diferente

que consigamos imaginar, a viagem na história,

no seu fulgor como moldámos

a plenitude na distância

em paisagens sem fim, no meu corpo que vivia

o inacessível que se torna a medida na lucidez,

o eclipse na impressão,

que se torna uma floresta

na ausência que se torna o tempo,

ao primeiro encontro que fascina

onde a paixão inebria, que sabemos descobrir

o que é um ajuste a viver algures

na ternura, na inspiração

de uma voz que perceber a diferença, que desenhamos o brilho

nos desenhos que criamos,

no caminho que chama o olhar.

 

O papel que pensamos

em ti que está em mim, a guardar

o que é uma estrela,

na tempestade que pintar o que é importante,

na certeza da tua voz que chama, que chamar o arco-íris

conquistando a distância

na velocidade com o tempo,

o lugar onde nasce o sol,

na paisagem que tem

o que podemos criar amando.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 25 de Outubro de 2019

A palavra escolhida

 

 

As palavras

que são emoções,

na maneira de pensar o que emocionar,

que é sorrir, que é sentir

na expressão de um amor,

enfatiza o que reflectir

o que escrever numa mensagem,

que encontra os valores no propósito

que passar a anoite a escrever para ti,

na linguagem que é

estar em ti,

na história de uma vida

que passar a noite no brilho do sonho.

É uma palavra que tenho e não tenho

para oferecer,

que emocionar, que recordar,

que aprender a vida naquele coração

que dizia criar,

a magia que não esquecer o presente

na palavra que tem o que pensamos a despertar o quotidiano,

a aparência que é

o sonho

de quem procurar olhar, o que é dar,

o que começamos a sonhar,

que sabemos que é amor.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quinta-feira, 24 de Outubro de 2019

...

A fogueira do infinito,

disse palavras únicas projetando as sombras, como reflexo do momento,

abrindo os olhos que dormiam

na ternura, que soubessem a chama

da manhã

que havia na canção, nas palavras que estavam a adormecer

como luz à porta que buscava

o que voltou no calor,

que deslizava em tuas mãos sobre as minhas,

ao luar que suspirava de satisfação.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 23 de Outubro de 2019

O sol sem limite

 

 

 

Em teu nome,

cantei o destino,

na praia sobre a luz,

que apenas era o desejo

a saber mudar a sombra,

que prometeu saber o que é o encantamento

nos murmúrios do impossível,

a noite em que nos envolvemos

a percorrer a perfeição, nas praias nuas dos meus olhos em ti,

como flores que cantam para ti o perfume pelo amor,

tocando no teu corpo

os caminhos do coração,

que são sonhos a despir,

à espera no nevoeiro,

que era uma brisa no horizonte do meu sonho.

É apenas um sonho,

que traz os gestos que percorrem o deserto.

A noite sem lua, pelos novos caminhos que enganam a certeza,

passa o silêncio, despindo as ruas

em ninguém a rasgar o que responder

ao céu sem limites, ao novo caminho,

que é apenas uma sensação,

na aventura a rasgar o sonho,

no sol sem limites.

 

António Ramalho

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