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Quinta-feira, 19 de Setembro de 2019

O motivo de ser

 

O que não percebermos,

que ficámos a ver,

por deixar acontecer,

acolhe a expressão que levar a cruz,

ao que sejamos na perfeição,

procurando as veredas da necessidade,

que será viver a chama,

olhando o que sente o caminho ao que chamar o teu coração

na liberdade do lugar,

que alcançar o despertar, em cada um de nós,

na chamada que disser a dimensão da felicidade,

que justifica a razão de existir,

ao que sabemos como vontade,

que tiver o que acreditar aparecer,

a olhar o sentimento que é viver,

porque a verdade é o que estamos a sentir,

na atração que significa o desejo.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quarta-feira, 18 de Setembro de 2019

Naquele papel que te dei

 

Naquele papel

que escreveste com o coração,

o tempo disse que era a vida,

a manter o que parecia falar

no sentido que está certo.

 

As frases não são apenas

letras fora de ordem,

na memória das recordações,

sobre o que esconder,

na música que era

o que veja o amor que trocamos num olhar.

 

Naquele papel que te dei,

escreveste saudade,

escreveste querer, pela janela do horizonte

que chama por nós,

a tradução que se torna o que decidir a lua.

 

O porquê que parece sentir

o que fomos,

parece não dizer o que não consegue decifrar,

na circunstância do dia

à margem do que fazer, que pensava a minha mão

na tua,

no código que toca uma flor.

 

No papel que te dei,

desenhaste o amor, pintaste as cores da ilusão,

no despertar que era a recordação,

de te ter um dia

nas minhas palavras que ouvirão

o segredo do teu olhar,

a beijar o acaso que tentar interpretar.

 

No papel que te dei,

dissemos dançar,

no querer que foi escrever aventuras,

vestindo o que apetecer estar ,

como conseguir ter,

na certeza de tanto respirar,

o que vivíamos com o coração

que saboreia a liberdade.

 

Naquele papel não escreveste nada.

Fechaste a porta ao amor. São páginas em branco.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Terça-feira, 17 de Setembro de 2019

...

Por um momento,

o infinito que definir

a magia da liberdade,

é simplesmente,

tentar o coração na recordação,

querer encontrar-te

na liberdade que define

dizer não ter,

o ser que é importante fazer,

de ser como expressão,

a aceitação que o amor me envolve.

 

Por um momento,

o exemplo que vivesse a sedução

de olhar os teus olhos, nas cores que encontrar

como ausência na imagem,

de uma atração,

porque o amor envolve

o que tenta a esperança,

que esconder o sorriso

na atenção que ficou a esperar-te

todos os dias,

por querer amar-te..

 

Por um momento apenas,

adorarei tocar-te,

beijar-te sem fim,

ser o teu olhar,

viver em ti…

 

Na tua respiração,

ao que penso encontrar o que atrai,

o que era um dia,

de querer viver a abraçar-te,

na mensagem que escrever

as palavras que perguntaram

ao entusiasmo,

o que era ver-te,

por um momento apenas…

 

Por um momento….

quis a eternidade….

Por um momento apenas…

fugi da realidade…

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Domingo, 15 de Setembro de 2019

...

O olhar que escreve o tempo

que sabe a paixão na luz,

por entre o espelho que encontrar,

faz pensar

o que é o coração,

o que estava na liberdade

que disse repetir

o que dissera viver,

que é suficiente para ver

a noite

no amor que se perde.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sábado, 14 de Setembro de 2019

...

Nos versos dos meus beijos,

a sensação da ação

que é o significado, recebe o que sabe quem sou,

ao silêncio do sol

no meu corpo, que sabe pertencer em ti,

à porta do momento querendo,

na escolha da noite que faz a sua meta no elogio,

pela estrada do destino,

que começou

a querer ser o que é o meu corpo,

pela rua da tua nudez, de quem é

o lugar da minha liberdade, que pensa a razão

que atravessa o limite,

que foi o retrato na sensação

que pertença ao que buscar o prazer, na metáfora da entrega.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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...

Ao sonho de ir embora,

de estarmos onde não estamos,

na espera

que mudar de vida,

na diferença que não sei,

perseguindo o luar no rio,

é a aparência do mistério que é uma palavra,

na noite que adormecer no coração

fechando os olhos,

ao jardim que ficar para sempre,

que será o motivo a perceber o que chamar,

nas lágrimas da incompreensão, como era contar a vida,

sobre a melodia de partir, na verdade que pode ser

quem não espera,

sobre o coração que lava as lágrimas.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Sexta-feira, 13 de Setembro de 2019

Deixar o meu coração

 

O destino que não sei

ao contrário que queria ser,

aconteceria o que não é,

que fosse a minha vida apenas,

como nuvens fazendo o que nós somos,

quando vivemos,

a sonhar

através dos sonhos como canções,

que repetir o amor,

num corpo sobre o muro que possa sentir a viagem,

que deixar o meu coração,

na minha imaginação,

a correr o mundo em ti,

que perder de vista

o que trouxer o mar, que é ser

o que fosse o azul,

cantando a noite além da alma,

caminhando quanto viveu

o que queria sentir.

 

António Ramalho

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Porque queres

 

O que estamos de nós,

a explicar com um sorriso

a minha vida podendo ser, não saber como dizer,

porque se transforma

o que deva ser

que não tem nada,

que fosse uma noite,

por causa por amor

que devolveu, o que é perguntar,

com quem vivera

à porta do que se esquecia do nome,

sem intimidades para voltar,

ao que agradaria ao lugar,

que parecia mesmo o que consegue dar,

porque é

o que vive sempre.

 

António Ramalho

(Direitos de autor reservados)

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Quinta-feira, 12 de Setembro de 2019

A nostalgia do tempo

Muito azul

o poema que escreve o olhar,

seguindo a luz que não tenhamos,

na busca de uma identidade

onde aprendemos as palavras que conseguem ser

o que somos,

naquele abraço que disse o sorriso,

à imaginação do que saboreamos,

para atravessar

as saudades que diziam que eram um desafio,

a perguntar

o que fez a certeza, que abia que gostava,

na vertigem da própria vida.

Fechamos os olhos

aos ventos que mudam,

a ironia do que amamos,

apanhando sol

quando perguntamos ao tempo,

o que raramente muda

de esperar a nostalgia, como dizia ninguém,

à verdade que quer parecer,

o que estava a bater à porta do momento que partilharmos.

 

António Ramalho

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Quarta-feira, 11 de Setembro de 2019

De seres o que o olhar vê

De seres o que o olhar é,

como és bela, que é ser a ponte na nudez,

ao sol

de seres tudo para mim,

porque te quero, em todas as cartas de amor que podiam ser minhas,

ao meu lado que desperta,

o que seremos no abraço à vida que acontece,

o desafio que ama a verdade em nós,

que fosse a madrugada na passagem do horizonte,

quem fosse a noite que fica a sentir

a minha casa

trazendo o teu olhar em mim,

nos momentos que trazem a manhã.

 

António Ramalho

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