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Sábado, 31 de Agosto de 2019

Apenas num olhar

 

O engano de responder

ao olhar que é o tempo, que aguarda por nós, à chuva,

responde por palavras à presença da alegria,

que faz, próximo do infinito

procurar a esperança ausente,

porque é acontecer, onde vivo

sobre a espada que nega o caminho, na semelhança que é a chave que oferece,

a cruz nos teus braços que chega na dimensão,

de ser a passagem

a percorrer o meu olhar por ti,

no quotidiano que encontrar

o coração que chegar na certeza,

que não sabemos erguer nos teus braços

de partir o significado da madrugada,

porque a manhã diz ao coração o que repete de ter,

o dia pelos erros que a vida desponta,

que vencer a sombra na esperança,

que seja o tempo que se esquecer de nós.

publicado por antonioramalho às 16:14
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Pelo gesto que sentir o amor, que não fosse aprender,

porque encontra o que não chegamos a falar,

na importância do coração,

deixando escutar

pelo caminho o que não esquecermos, no encanto que está na verdade que sabemos

de cada dia

a ignorar a janela, que estava no sorriso, desenhando a moldura que deixa entregar as cortinas de ti,

como um silêncio sem rosto

que encontrar o olhar que falta,

para ver a estátua que diz o que é,

a tentar a espera

que é o tempo que seguir o coração, que estava a esboçar uma dor,

na palavra que atravessa o que perdoar.

publicado por antonioramalho às 15:47
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Sexta-feira, 30 de Agosto de 2019

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Olhando o teu corpo

chamei uma onda na imensidade como destino,

para realizar a vida

que sentir a canção no meu coração,

na minha aventura

ao mar, que seja realizar a nudez que é

o essencial, a espreitar como cruzamento do anoitecer,

o que acompanha a sinfonia pelo calor,

na orquestração que há,

o que sobrevive de ser, em ser o nevoeiro como delírio que somos,

no olhar delicado que desaba o muro,

como ânsia desmedida

por uma audácia que somos,

o que fosse acompanhar o que queria ser

o amor em volta dos gestos que acontecerem,

na orgia do acaso,

que corta a imaginação, pensando o que não tenha,

no passado que partiu,

ao que foi a impressão do tempo

porque foi sonhar a emoção

à janela do meu quarto,

nas sensações coloridas de uma alma longínqua,

a querer o prazer.

 

António Ramalho

publicado por antonioramalho às 14:46
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Quinta-feira, 29 de Agosto de 2019

...

O teu olhar

que esteve a escrever no meu coração

o caminho que procurar em ti,

chama o entendimento que pertence à razão,

na liberdade da medida de ser

e no silêncio das dores, que repartem a tristeza,

de nós

que é um tempo, na tua palavra que acontecer, que tivesse a passagem

na tua chuva à espera,

à chuva que ilude a dimensão

na profundidade que és tu,

a tropeçar no mistério,

em cada dia, pela tua mão,

no outono, que ultrapassar o que faz procurar a vida que responder.

publicado por antonioramalho às 16:55
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Quarta-feira, 28 de Agosto de 2019

Porque levaste o meu coração?

 

O que estava escrito no coração, à porta que não bateste, por teres o silêncio em que mergulhar por esse caminho. Na profundidade que tem um significado, que fica para sempre, o nosso olhar desenhou nas nuvens a dor de te perder.

Partiste sem mim…

O que estava no cenário que partiu na escolha, desafiou o coração que levaste contigo.

As estrelas não brilham mais. O outono está triste, na chuva de ser o que tem.

Os gestos perderam-se sem palavras, na nostalgia que disse abraçar.

Não disseste o porquê.

Abraçaste as flores na troca, que tivesse a esperança, de saber o que parece, passando o dia na razão que não estava, onde estava o rio, que era o valor que guardava o tempo, tentando afastar a dor.

Como uma flor, a pergunta que é o amor, chama o amor que não está. O nada, que tem o que não está, nas pegadas que ficaram em mim.

publicado por antonioramalho às 16:26
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Terça-feira, 27 de Agosto de 2019

O que diga, que não diga

 

O que diga, que não diga,

como sou

o que possa dizer, que acho que não sei,

as palavras que dizem,

porque pensar, o que pudesse chamar

a minha vontade, que é dizer

o que julguei, que não fui

sentir o que é estar na realidade, que sinta pensar

o que não tem,

na mesma maneira que não ir longe,

quando havia sol, no sentido de não ter,

as palavras nenhumas,

que nada é ficar, nas raízes que estar podem

na sua beleza,

em letras que acontecem,

que a palavra não ter,

tem que ser

por imprimir,

o que assim aconteceu,

que nada se torna nas folhas secas que caem,

voltando ao vento

pela razão que amar,

o que nunca fui,

que não tem a mesma maneira,

nas flores a florir,

quando vier a primavera,

no desejo que é para mim, o que definir

o que não há,

que escrever o que será

o que é, é ser o que for dançar

porque é real, o que gostasse do seu tempo,

de amanhã, que soubesse o que trouxesse,

do mesmo modo de te amar,

como não tinham os meus olhos,

na luz ao longe,

o que brilha na tua janela,

na distância que é um poente,

que havia de ser a madrugada,

como é um dia de sol,

que importa existir, naquela luz que continua,

além da realidade, nos teus gestos que fossem

o quer não fosse o meu corpo,

na realidade

podendo ser, o querer dizer

que é real,

no sentimento que esteja, como alegria que aceita o seu ser,

que significa continuar

na interpretação do sinal,

que sou eu, a crescer.

 

António Ramalho

publicado por antonioramalho às 18:01
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Ecoar em ti

 

As lágrimas que distraem a noite,

ecoaram à janela de ti,

nos sonhos que aprenderam o tempo por falar,

a luz que soube o que é o mar,

na minha solidão,

adormecer nas palavras

que sabem o teu nome,

o que é a vida, na brisa para além do amor.

 

António Ramalho

publicado por antonioramalho às 13:48
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Domingo, 25 de Agosto de 2019

Ao teu lado

 

O tempo é em mim, querer estar,

na chama que atrai a paixão

as minhas mãos nas tuas, no eco de um céu que são as palavras,

que consegue o tempo

a olhar o sol, a saber olhar

o que esconde o amor, no poema sem palavras,

escrevendo a diferença, como flores que sorriem no silêncio.

 

António Ramalho

publicado por antonioramalho às 15:00
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Sábado, 24 de Agosto de 2019

Quando olho para ti

 

De te beijar

em sonhos para sempre,

procurei em mim

quem sou,

verdadeiramente, na luz à minha janela

que existir a acreditar

a melodia de um encontro,

ao vento que abraça o teu corpo,

por dentro do meu coração.

publicado por antonioramalho às 14:56
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Quinta-feira, 22 de Agosto de 2019

São palavras

 

 

Na expressão para falar,

que não sabia que tinha, quem é quem na arte que não diria,

são palavras para onde a música leva, no tempo que estivesse vivo,

desde que o sol nasceu, o nome que sentiu

encontrar as palavras certas

que trouxerem a ti

o vento que não fala, na arte de não falar, onde o sol aceitar todo o tempo que faz,

que seja a atenção para onde olhemos,

que vai pedir

o coração que ouve o silêncio,

no fogo das rosas a abrir,

quem se ouve a falar,

que não conta o que não tínhamos,

nas palavras a dizer que gostam de tentar,

quando escrevemos a dizer que ficámos sem palavras,

deixando-nos pensar,

o que dizem as palavras ao poeta, que não querem dizer nada, na diferença

que mostrar a desventura onde estavam as palavras

que não temos,

quando o amor bate à porta

e ficamos sem palavras, na sinceridade que o tempo queira,

que hão ter as palavras no caminho certo para guardar

as palavras para falarem por mim,

no brilho da lua

em me guiar, que está a olhar

o que não olham as palavras.

publicado por antonioramalho às 22:57
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