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Segunda-feira, 22 de Abril de 2019

Por uma flor

O que diz a noite

ao sorriso que escolheu

o tempo

que disse precisar,

adormeceu na coragem

de um sonho de amor

que se deitou

a olhar o teto,

que recordaria os teus lábios,

na vontade de ser

a porta do silêncio,

que aceitar o lugar

ao que aconteceu na procura de nós,

que devesse aceitar

a noite, que recordaria

o que chegara mesmo a tempo

das lágrimas que achavam importante

a procura

na ocorrência que chegara,

ao que era

não deixar de pensar,

o que tentou recordar,

que teria o motivo,

na pergunta inesperada

que olhou e corou,

de não gostar do que disse à janela,

na decisão que soubera

merecer o amor, que precisava dizer

o que sentir

nas opções que querem trocar

na verdadeira paixão, que era amor

a reescrever

por ninguém,

o que fora desviar o olhar,

que havia por resolver,

porque não estava destinada a amar,

o que o amor

lhe quis dar.

 

O que olhava para ela,

na expressão

que deixava suspirar,

não sabia

o que não percebera que havia,

na certeza

de que o gesto na expressão,

olhou na forma

que não parecia gostar,

e desviou o olhar.

 

Também não sabia,

o que não era o acaso,

para continuar

o que não tivesse vontade,

porque sabia o que estava a olhar,

que não respondia

ao que recordava,

esboçou um sorriso

atraente,

naquela noite sem dar a oportunidade,

quando aprendera os limites,

que demorava a acontecer,

nos passos da decisão, sem entender o que devia ter,

no ser que era

o que tivesse,

por continuar,

o que pareceu não ser.

 

O que disse que não gostaria,

quando voltou a olhar,

não viu

o que queria ver,

o amor que nasceu para ser,

o que não pensou que se chamava,

e deixou escapar,

para perseguir o sonho,

o que desviou o olhar.

publicado por antonioramalho às 16:21
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