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Domingo, 21 de Abril de 2019

E tu?

O que vi em ti,

no véu do encanto

que ama a poesia,

inventa a terra

que é ter o amor,

na entrega

a caminhar

na libertação,

nos dias que passam

na fronteira que escolheu

o que estiver,

entre nós,

que será chegarmos,

ao próprio amor

que será em nós,

o que não seremos na ausência,

a querer o ser,

que se apaixona no olhar,

porque a flor que dizia admirar,

parece a profundeza, que segue

o que tinha

o que veremos, a querer dizer o que descreve,

o canto que faz chorar,

no fado

que julga as flores

no amor que não ama o que conhece,

porque é sofrer,

que seja depois

não perceber

o que precisamos de saber

que não estamos sozinhos,

porque falar de amor

escolhe o bem,

na rima que salta as barreiras

onde conhecemos,

as luzes sem máscara

que disse que tinha,

o que não há na memória para ouvir,

que criou

o que a vida nos dá,

no apego

que nos consome o ter,

na cor que refletem as estrelas,

a encontrar o fogo ardente

que se espalha,

porque o amor encanta

quem é,

no espírito do porquê

que vimos na união,

em cada canto que encontrarmos

as lágrimas perdidas no amor,

que precisa afastar

as sílabas

que não são poesia,

pela dor que acorda

o beijo de nada mais,

que é o pensamento no olhar,

nas palavras

sempre e nunca,

que traçam a cor purpura

no sol,

desenhando a história

que não está

no tempo que não há,

porque o amor

é uma grandeza da beleza,

de quem se inspira

no querer dar e receber,

que será dizer

o que sente a natureza, que espera mudar

o que se esconde,

no porque não possa eu

amar,

em nome do que é

a prosa que não rima,

na força de um momento

que é acordar,

de uma tristeza que prende o coração

por não amarmos,

no tempo que nos ouvia,

na resposta que é o medo do poema,

que não tenha sido

o tu e eu.

publicado por antonioramalho às 19:53
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No silêncio do olhar

A pátria do tempo

porque está a passar,

o que disseram aquelas palavras,

no silêncio da vida

que é a pátria da tristeza,

sobre a fonte do vazio,

que fica entre o infinito,

e o caminho dos sonhos,

começo a desenhar

no esforço

que parece estar

na perfeição do teu corpo,

na espera

sob as sombras da montanha

ao que acende o sol

o amanhecer,

na nudez que percorre

o que desfaz o vento,

que sabe que pode acontecer

apenas na verdade do amor,

no tempo

que sempre fez

o que ficou à espera,

porque o amanhã partirá

em ti,

no vento sôfrego

de emoção

onde as aves nunca falham

em encontrar

a volta

que espera à sombra do calor,

a respiração nua

sobre os campos,

que alinham o sol num outro dia,

na chamada do olhar

que queria saber como estás,

pelo rosto

que faço no papel,

para te ver,

na silhueta

de uma escultura

nas minhas mãos,

a flutuar nua no papel

que esquece o céu no caminho,

onde o amor

se abre aos olhos adormecidos

sob os seus passos,

dia e noite,

erguendo as palavras

em cada página,

para te ver,

na distância que nasce

na minha imaginação.

publicado por antonioramalho às 11:15
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