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Quinta-feira, 18 de Abril de 2019

Por ti sonhei

Na transparência do azul

encontrei um dia,

a tocar o horizonte,

que sonhava ser a noite, mas não queria a cor escura.

 

Sonho que sonho,

o que não sonho, que será

o que não é,

porque sonhar demasiado a realidade,

que não viva,

realmente,

porque vai continuar,

o que será sonhar,

o que quero ser, por não ter,

o que sonha sem parar.

 

A chuva que cai,

no olhar de um dia,

contempla o sol a brilhar,

na noite sem estrelas,

sem ser a noite no dia,

que quer sonhar.

 

São gotas de lágrimas, que escorrem das nuvens,

no sonho que quer ser o amor, que se nega

na conquista,

que é o passar do tempo

que continua sem passar,

na cortina que acenava,

à silhueta ao luar.

 

O disfarce de um voo

na imaginação,

sem igual,

no querer

que não quer,

na busca que tem de viver,

o esconder-se na escuridão

que encanta

o que não tem à janela,

no escuro

que não pode ver

a saída

que tivessem as perguntas,

no amanhã que liberta a saudades

que transformam

o tempo que passa.

 

O que nada mudou,

nas flores que haverá no amor,

na mulher que tivesse

o corpo que é

como o tempo

na chegada de um lugar,

que pensar ter,

o silêncio,

na distância entre nós,

a procura o mar que enfeitiça

a linha do horizonte,

no respirar que é o tempo no fogo da luz,

que se esvai no que não temos,

o nada que fazer.

 

É o vazio

que voltou, ao que tem

o sentir de ti,

como viver

o que saberá a primavera,

que faria sorrir as flores,

no perfume na noite,

no desejo de um beijo

a procurar os teus lábios,

nos cabelos no deserto,

a esvoaçar ao vento,

como um abraço,

que não deixa de olhar,

o vestido do instante

na acontecerá na cor do nada,

sem ti.

 

O que tenha

o que não tenha,

sonhar no meu grito de solidão,

toca à porta que há

no azul, que nunca quis o escuro,

onde os espinhos não veem o amanhã,

a querer dizer

que a neve não brilha sem ti,

no amanhecer

como se faz o infinito,

no anoitecer que amarra a verdade no desejo.

 

O que tem o caminho,

nas montanhas a abrir o céu,

como um passo na eternidade,

é a mulher

que é a vontade de sonhar,

nas saudades de ter

o amor,

que é o ser

que será ecoar,

o que sonho em ti.

publicado por antonioramalho às 16:58
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