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Terça-feira, 30 de Abril de 2019

As lágrimas que arrepiam

O que é um romance,

na história de um caminho,

na expressão das minhas lágrimas,

que choram por ti,

o infinito fecha a estrada

à tua espera,

porque não tive os sonhos,

no vocábulo da mulher que és,

como sentido na fantasia,

que é uma flor

na forma que eleva o meu coração, na planície enorme,

ao que revela a poesia,

profundamente,

porque não sonetos que faltam,

de não ter,

o teu corpo em mim,

como magia que principia numa tela,

pintando o amor perfeito

que não voltará,

aos olhares de quem é a coragem,

no mistério

que sinta o tudo no nada

na vida,

como terra que canta

o que resista,

a poeta que amava

o coração que não tinha,

na resignação que inventava o que é voar,

na emoção a falar

o que é amar, e a recordar

para não ser...

São lágrimas senhora...

que só escutam o coração....

no amor não entregue.....

publicado por antonioramalho às 13:06
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Segunda-feira, 29 de Abril de 2019

Aa páginas em branco

Porque as palavras

são dar o tempo

num passo que é a verdade,

queriam que ficassem a perceber

o que nunca disse que queriam,

a tentar dar um valor,

na entrega que voltou,

nos sonhos em branco

para encontrar

o estar a fazer o caminho,

que acordaram

na pausa que é um poema,

que pensa a separação dos caminhos,

no sinal que redescobrir

a razão de querer sair

da página

que é só uma página,

a encontrar o que não gosta

no desejo que precisam.

 

As palavras dizem tanto,

sem ter voz,

no rumor

que é o vento a sibilar

o que decidem fazer,

porque as palavras surgem

a querer ser

o que chegam

a tentar ser,

o que possam fazer, no novo caminho

que vão viver,

de um olhar no infinito

e o outro que não estiver,

no visível que sabe

o que é a obstinação,

que continua a doer,

na página que se perde

na intimidade,

na folha que não compreende as palavras

que soubessem ser

o lugar como dizer.

 

Nas palavras que retornam ao poema,

a não conseguir fazer

o que é ardência que precisa de olhar

a contemplação do vazio,

a imaginar o poema, que houvesse nas pedras do tempo

que parecem estátuas,

nas palavras que tivessem

o que puder chamar a forma

na transparência

que habita no desejo,

nos gestos que existem

no significado,

são as imagens que mostram

o que são,

que serão fogo na invenção,

de estar a chamar o amor,

em cada canção,

porque não é

a pedra que queria a palavra,

na presença de um rosto

que é o teu nome,

na palavra,

sob as palavras perdidas

que se reúnem no perfume,

que espera

o que estavam a ver

as sílabas que se reúnem

a dizer amar

o que parece haver

no amor

para dizer ao vento,

o que percorre

a terra

no incerto que têm os corações,

onde as árvores são palavras

e o amor

o brilho do sol,

nas folhas que são o silêncio,

mas precisavam das páginas em branco,

para continuar.

publicado por antonioramalho às 13:20
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Domingo, 28 de Abril de 2019

Não sabem o caminho

As palavras que vemos,

na sombra

que não escreveu a noite,

sabem

que talvez seja o momento,

no caminho que não sabem,

nas pedras únicas que procuram

os dias

que dirão às palavras,

ao olhar que chama

a resposta, nesse dia

que precisa de ver a noite,

na terra que são sombras

de um outro dia, quando era o que vai dar

nas palavras

sobre o teu rosto,

que traçam a vida

na noite que escrevemos.

 

No propósito que travou

a procura,

na escolha que interrogou

o que queria levar

ao que posamos fazer

e que disseram,

na coincidência do silêncio,

as palavras ressequidas

escolhem

a nudez da claridade,

nas sombras que se despem

sem sol,

como passar

o poema sem palavras,

a atravessar a página sem música,

que corre na água do rio,

a cada passo,

no abraço sob o rumor, além das sombras,

que há no olhar

de outro nome,

no vazio dos muros

que renascem,

nas letras que percorrem

a diferença entre o sol e a sombra,

como distância,

no instante

que veja a cegueira

na busca que soluça

na terra

o que despe as letras,

de quem persiste no corpo único da dúvida,

entre a vida e a página deserta,

sobre as árvores que são frias,

a trazer

os terrenos na cópia da esperança,

que se transforma em vento

a quem deixou,

a orquestra do infinito

nas palavras que são a forma

ao que pensou o jogo,

o que possa fazer,

que se envolve

no grito

que escreve palavras

no silêncio,

em nome de um corpo

que busca a figura no rosto,

na palavra sobre as sombras

que não podiam ter

o que pode ter

a imagem,

que persiste a chamar

o que se torna o desejo, que talvez seja o que persiste,

onde as palavras são o momento

no impulso

que nada veem.

São traços…

olham apenas.

 

publicado por antonioramalho às 15:58
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Quinta-feira, 25 de Abril de 2019

Um pouco mais

Mas…

porque empurrou o vazio

o porquê,

na verdade,

que não é

o silêncio que se encontra, ao que insistem

outras palavras,

que não creditam

o que não pode ser,

no rosto de uma luz,

que se extingue na terra firme,

no momento de pânico que exulta na liberdade

que seja terra,

a peça principal que conheceu

o que digam buscar,

juntos,

de haver reciprocidade

ao que não queriam dar,

onde se levanta o vento,

que devia estar

na espera,

a quem conquista

o que começa,

nos sinais

que são palavras esquecidas,

na testemunha

que consegue apaixonar-se,

fazendo

o que parecesse amar,

nas sombras sobre

o fogo que escreve

as palavras que sonham

porque não,

que é uma porta que se abre,

a precisar do espaço

que se inicia numa manhã,

como um desejo

que escreve na sombra

a terra que quer saber

quem é,

na nuvem

onde escrever o teu nome,

sobre uma página

em branco,

que devia ter sido o sol

no caminho,

porque não?

 

Entre o frio e um sopro de verão,

que marca

o que é difícil acender,

no desejo para ensaiar

o que é o ser

que não esquecer

o que não é,

como a chama que arde

no coração desfeito,

a desenhar o dia na escuridão,

que é a nudez

que chamar

no nome que és tu,

na satisfação a dizer

o que acorda

no desejo que procura

a oportunidade que envolve

o que é a imaginação,

que é um sinal que acende

o fogo em terra

que se extinguiu,

na rua solitária da paixão,

que se convenceu

que tivemos

o que não tínhamos,

a recordar o tropeço

nos muros

que são traços inatingíveis,

a romper

o que será o que temos,

na fronteira de um silêncio

que se desculpa

a imaginar

o que são palavras na sombra,

no tempo que passou.

publicado por antonioramalho às 17:56
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O que ficaria a afastar-se

O que é dizer pouco,

que foi

o que não é possível,

no espelho que era uma casa,

diria

o que fica na imaginação,

que voltou a ir embora,

a vontade para ajudar

a dúvida

que estará,

o que poderá haver

onde estará o amanhã,

que podemos,

mas soube que não,

para fazer a intenção,

que faz a ideia

onde queremos estar,

no nosso destino,

por falar,

o horizonte a tentar,

sabendo importar o que parece uma raridade,

que é possível,

sabendo para não acabar,

na nossa vida, escrita por nós,

a descobrir o destino

que temos a fazer, no amanhã,

nos poemas que se escondem

em teu nome,

escritos nas nuvens, com tinta do céu,

na espera que foi

que parecia o deserto na terra,

onde sopre um vento

que precisa de um sinal,

do que não temos

que nada acontecerá,

como sabia

o que parece quanto tempo,

pala janela aberta,

que gostava que fosse

o que estava só a pensar,

onde está uma montanha,

feita à mão,

que costuma dizer

que nós conseguimos.

 

Na palavra certa,

que não estava nas instruções,

vai demorar

a romper a imaginação,

que é típico

a contentar

o que foi o resto do dia,

que conheça o olhar,

a não conseguir evitar,

que não perceba

o que sofro na minha vida,

que não tenha a certeza,

porque dói

não te ver

junto ao quadro

na linha que podia ter,

o acaso na chave que tem,

o que percebeu a resposta,

que disse

como se tivesse

considerar

os pássaros que voam,

a chilrear

pensando em ti,

como se tivesse uma longa história,

a navegar em mente,

com a sua poesia

que perceberá, o que continua

a deixar adivinhar

o que sabemos que significa,

onde o amor despe

o pôr-do-sol,

nas marcas que são campainhas

a seguir

através do céu azul,

na chaminé

como forma da distância,

na paragem que está a ser,

perdidamente,

para não lhe chamar

“sonho “.

publicado por antonioramalho às 08:39
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Quarta-feira, 24 de Abril de 2019

O que tenha dito o olhar

O desimaginar do caminho

que não sei perguntar

o que era conversa,

no destino que ninguém lembrava,

dissera a alguém

o que decidiu jogar,

por um momento apenas,

o que não diga a vida

no óbvio que seguia das frases feitas,

que dissera lembrar

o meu espírito,

que tenha sido a existência,

a lembrar as chaves

que ninguém perguntava,

o que era preciso no silêncio,

que começar a olhar

o que ninguém falava,

que não sabia esculpir

o coração que prende,

o olhar abandonado,

para além da vida que muda

o que perguntasse a outra casa

o que acolher

os livros que faltavam,

na apresentação de uma porta

na obra inacabada,

que fora o que tínhamos,

que esperava que dissesse

o que se chama destino

na certeza

que não tenha a certeza,

que espera de nós

o que tem sido o desapontamento

a acreditar

que cruzar o coração que mudou,

na razão entrando pela janela,

o que libertava o mistério,

porque se atreveu a sonhar

o não sentido

nas palavras que soltam o que não começou,

quando pensamos o que é

o porquê

porque começou,

na palavra de um olhar

que não disse

o que sentia,

na emoção que diga

o que não diga,

porque os olhos disseram o que as palavras não,

porque pensava que era um sonho,

por não dito,

no sentido

que te esculpiu para mim,

pela janela de um sonho

sem espaço e sem tempo,

na decisão,

porque amar a sombra num sonho,

no espaço e no tempo

de um lugar,

fez amar a ferida sem fim

as palavras sem palavras,

que podiam ver

pelo caminho,

a verdade no meu corpo

que chama o saber

que sabia que era o papel

de um sonho

por um lugar no coração

de não ter,

o dizer que encontrei

talvez demasiado tarde para viver

publicado por antonioramalho às 09:42
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Como poderei esquecer

A razão

que se importa de dar

uma vida que diria

o que não chegaria,

por te ver

o que era um sinal

na razão que tinha,

que talvez devesse não ter,

o que lembram os sonhos

para viver,

haverá uma vida

a mudar as palavras que amar,

que disse escolher,

ao que foi dito que é

uma maneira de dizer

o que é correr o tempo,

no modo que se faz tarde,

aos dias que não possam dizer

o sentido que talvez seja

uma vida,

na razão a perceber

a coincidência que quer,

a transparência que percebeu

o que quer jogar a luz, de não saber o que é a esperança,

no medo que tenha a importância,

a querer saber o que seja,

o que reaprender a chorar,

a pensar no espírito

como a própria face na verdade,

que precisa de alguém,

que se amam,

no nome verdadeiro que é

o que ama a certeza

o querer dar,

que possa aceitar a dúvida,

que suceda

na imagem que deve fazer

o tempo que dura

o que olha,

por te ver

que fosse a noite que não temos

porque desamarra o sentido a ajudar,

a recordação no sentido,

de um sonho sem imagens,

na noção da tarde

de alguém

que tenha o incompreensível,

sem compreender

o que queria que soubesses

o que acontecia no destino.

 

A minha vida que era,

o que dependia dos meus olhos,

por te ver,

soltou o que dependia,

no vazio sem resposta,

o silêncio na diferença,

que é ser

o que deixou sonhar

como sabe amar

o que queria dizer,

a quem é a ideia

que devemos esculpir,

a aprender a ver

o que se transformou na memória,

na própria dor

que se reergue,

diante da escuridão que regressa

ao que que disseste amar,

sem me dizer,

em quem voltámos na espera,

de um vazio no silêncio,

porque compreenda

ninguém,

o que possa ser perder,

se o tempo não me traz

a tua companhia,

de ter como vai ser

o que disse sentar

a escuridão

na vida que se desmorona

ao que tivesse sonhado,

por dançar o acordar

porque queria dizer

amar.

publicado por antonioramalho às 09:24
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Terça-feira, 23 de Abril de 2019

O prazer de viver

Definir o que não tem definição, no potencial humano, conseguindo perceber o que decorre do caminhar, que seja a afirmação do desfrutar.

Viver é complicado, saber viver é difícil! Mas é possivel ter uma vida linda!

O tempo que alcança a recompensa, na meta como diferença, manifesta a oportunidade de chegar ao destino, e ter desfrutado do caminho.

Porque no caminho encontraremos pessoas negativas e pessoas positivas, teremos emoções negativas e positivas, amaremos e seremos amados, enquanto viagem.

Mas saberemos, verdadeiramente, desfrutar?

O que implica percebermos o que se passa, no IN, no OUT e no relacionamento entre o IN e o OUT.

A complexidade dos pensamentos e das emoções, na sua génese, e a dificuldade em controla-los, traduz a diferença no quotidiano, a na forma de viver e sentir gosto de viver.

A realidade, não conseguirá eliminar o que não percebemos, mas a mudança é evidentemente o caminho certo. Porque estamos formatados para não ser felizes, desperdiçamos energia e não percebemos o que é um fluxo energético.

Não analisamos muito, nem fazemos autoconhecimento, esperamos tão somente…

Para desfrutar, precisamos ser honestos connosco e com os outros e humildes.

Para desfrutar, precisamos ter coragem, de mudar, de querer ser felizes e de ter consciência do que somos, realmente.

Para desfrutar, nunca devemos deixar de acreditar no amor, nas suas diferentes vertentes, amo paixão, amor família e amor em geral.

Para desfrutar, precisamos ter paciências, saber esperar, pelo momento certo, pela pessoa certa, e pela oportunidade que nos pode aparecer.

Para desfrutar, precisamos desejar ser. O que poderá ser, olhar a vida, o que reflitamos, no tempo para ficar, porque a vida é muito curta

Desfrutar da nossa companhia, desfrutar da companhia de quem amamos, perceber o que é a solidão, perceber o que é o silêncio, perceber o que é sentir.

A sintonia entre o corpo, o espírito e a mente, na atitude que poderá desencadear a harmonia e a desarmonia.

Entender o prazer da vida, no patamar que admira ou faz passar a atenção sobre o que percorremos, sem deixar entrar o vazio no quotidiano.

O sucesso da vida, não é fama, não é dinheiro, é perceber que há uma arte de viver; e começar a extrair a energia dos aspetos que nos poderão dar energia, compreendendo os mecanismos a centrar na importância do tempo.

Saber passear, saber fazer pausas, perceber o que chamamos preocupação, saber que há obstáculos, mas também ter consciência do que desperdiçamos, não perturbando o equilíbrio.

O prazer de viver está alicerçado em vários passos. O primeiro é, invariavelmente, não deixar de acreditar no amor, no amor verdadeiro.

publicado por antonioramalho às 18:31
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Segunda-feira, 22 de Abril de 2019

Por uma flor

O que diz a noite

ao sorriso que escolheu

o tempo

que disse precisar,

adormeceu na coragem

de um sonho de amor

que se deitou

a olhar o teto,

que recordaria os teus lábios,

na vontade de ser

a porta do silêncio,

que aceitar o lugar

ao que aconteceu na procura de nós,

que devesse aceitar

a noite, que recordaria

o que chegara mesmo a tempo

das lágrimas que achavam importante

a procura

na ocorrência que chegara,

ao que era

não deixar de pensar,

o que tentou recordar,

que teria o motivo,

na pergunta inesperada

que olhou e corou,

de não gostar do que disse à janela,

na decisão que soubera

merecer o amor, que precisava dizer

o que sentir

nas opções que querem trocar

na verdadeira paixão, que era amor

a reescrever

por ninguém,

o que fora desviar o olhar,

que havia por resolver,

porque não estava destinada a amar,

o que o amor

lhe quis dar.

 

O que olhava para ela,

na expressão

que deixava suspirar,

não sabia

o que não percebera que havia,

na certeza

de que o gesto na expressão,

olhou na forma

que não parecia gostar,

e desviou o olhar.

 

Também não sabia,

o que não era o acaso,

para continuar

o que não tivesse vontade,

porque sabia o que estava a olhar,

que não respondia

ao que recordava,

esboçou um sorriso

atraente,

naquela noite sem dar a oportunidade,

quando aprendera os limites,

que demorava a acontecer,

nos passos da decisão, sem entender o que devia ter,

no ser que era

o que tivesse,

por continuar,

o que pareceu não ser.

 

O que disse que não gostaria,

quando voltou a olhar,

não viu

o que queria ver,

o amor que nasceu para ser,

o que não pensou que se chamava,

e deixou escapar,

para perseguir o sonho,

o que desviou o olhar.

publicado por antonioramalho às 16:21
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Domingo, 21 de Abril de 2019

E tu?

O que vi em ti,

no véu do encanto

que ama a poesia,

inventa a terra

que é ter o amor,

na entrega

a caminhar

na libertação,

nos dias que passam

na fronteira que escolheu

o que estiver,

entre nós,

que será chegarmos,

ao próprio amor

que será em nós,

o que não seremos na ausência,

a querer o ser,

que se apaixona no olhar,

porque a flor que dizia admirar,

parece a profundeza, que segue

o que tinha

o que veremos, a querer dizer o que descreve,

o canto que faz chorar,

no fado

que julga as flores

no amor que não ama o que conhece,

porque é sofrer,

que seja depois

não perceber

o que precisamos de saber

que não estamos sozinhos,

porque falar de amor

escolhe o bem,

na rima que salta as barreiras

onde conhecemos,

as luzes sem máscara

que disse que tinha,

o que não há na memória para ouvir,

que criou

o que a vida nos dá,

no apego

que nos consome o ter,

na cor que refletem as estrelas,

a encontrar o fogo ardente

que se espalha,

porque o amor encanta

quem é,

no espírito do porquê

que vimos na união,

em cada canto que encontrarmos

as lágrimas perdidas no amor,

que precisa afastar

as sílabas

que não são poesia,

pela dor que acorda

o beijo de nada mais,

que é o pensamento no olhar,

nas palavras

sempre e nunca,

que traçam a cor purpura

no sol,

desenhando a história

que não está

no tempo que não há,

porque o amor

é uma grandeza da beleza,

de quem se inspira

no querer dar e receber,

que será dizer

o que sente a natureza, que espera mudar

o que se esconde,

no porque não possa eu

amar,

em nome do que é

a prosa que não rima,

na força de um momento

que é acordar,

de uma tristeza que prende o coração

por não amarmos,

no tempo que nos ouvia,

na resposta que é o medo do poema,

que não tenha sido

o tu e eu.

publicado por antonioramalho às 19:53
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