.posts recentes

. O labirinto das emoções

. A sombra do que é a luz

. O que pode ter quem é

. O que diga por lágrimas

. O que realmente podemos f...

. LIVRO DE POESIA

. Amor verdadeiro, realidad...

. O que aprendi no teu corp...

. A direção da oportunidade

. Vai viver o teu sonho

. Para sonhar, nos teus bra...

. Querer ser o que sentes p...

. O mar de alguém

. Chamar o vento que não ac...

. O que não quer chegar

. Conhecer o que quer dizer

. Por ti…porque és mulher!

. A Árvore da vida

. Os erros no silêncio

. A atitude de ser o presen...

.arquivos

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

Domingo, 25 de Março de 2018

Para sonhar, nos teus braços

O que chegasse

no céu que diz que é,

que não é difícil perceber

em alguém,

que podia ser

como é

o que foi,

que não pode mudar

o meu coração,

quando estás nos meus braços,

sem palavras,

na esperança que é,

o azul

que confia no céu,

igual ao silêncio

sobre o horizonte,

que quero pedir

no meu amor.

Para longe,

onde não há

a cor que não percebe a espera,

como é

o que entende o sentido

dos dias a pensar,

na imaginação que dança

no desejo interrompido,

onde o mar inventa as lágrimas,

que se dissolvem

nos caminhos a querer dizer,

os instantes que gastam o vazio.

Na minha vida,

para sonhar

o não ser que é ser,

nos teus braços

confessa brilhar nos gestos

que chamam um dia

quando o ser no vento

sem saber,

desfaz a imagem que inventei

na paisagem de areia

entre nós,

que foi desenhar o teu nome

pela minha mão,

no significado

que entende o que sustenta

o amor,

na verdade que vai procurar as respostas,

a perceber

a forma sobre as ondas do mar,

que constroem

os meus gestos

de ser,

na delícia do que prolonga

o céu,

como tal,

que não consigo deixar de pensar.

publicado por antonioramalho às 23:12
link do post | favorito
Sábado, 24 de Março de 2018

Querer ser o que sentes profundamente

Querer ser

o que sentes

profundamente, ergue o sol

que não resiste

aos teus lábios,

que acentuam o que desconhece o olhar.

A forma que será

o papel

no seu ritmo,

que parece conhecer

o entusiasmo,

pode ir dizer

o que parece chegar

na chama da verdade

a ajudar

o que oferece o tempo,

que precisa de descrever

o teu corpo.

No teu rosto,

a vantagem de ser

o que parece impossível,

é a razão de si próprio

que nos pode dar o que temos,

como se tivesse

o lugar que ocorre na porta da manhã,

a acordar

a expressão que diga

apenas o que procuro.

Através da sombra que aconteceu

a servir o interior,

que conhecia o que beija

a noite que devíamos ter,

no olhar que parece ter

o que seja

o mergulho no abraço,

no caminho que importa

à espera

do que repete

o que tenha um passo,

do que espera servir

o que devia ter,

no rosto de alguém

que abre a janela do silêncio.

publicado por antonioramalho às 17:54
link do post | favorito

O mar de alguém

Nas linhas que lembram

como era

o mar de alguém,

no meu sonho,

gostava

do que iluminava

o nada,

que amanheceu na explicação

que é o céu.

O teu corpo

que parece ser

o que continuará

na porta de passagem

do entusiasmo,

está nas saudades

que passarão

ao que fica

e haverá,

na estação que for

o segredo que floresce

no instante

a pensar a verdade,

que acharia a certeza,

na luz que oferece

o meu beijo

a buscar a paisagem

que mergulha

no horizonte

como o teu corpo,

que parece o infinito

no que eu quero.

A perspetiva de um caminho

que não tem fim,

de quem sabe o significado

em ti

de ter um tempo no beijo

que seja o teu nome

a brilhar

como vento a passar,

por te tocar

na perfeição que envolve

o que traçamos na vida,

exalando amor em cada imagem,

como palavras

que fazem a sombra na encruzilhada

que vive na aurora

do que somos,

abraçando o horizonte

como a força

da harmonia

chamando

o que possa eu ser,

no destino

que é a presença do céu,

no sol que volta a saber

o silêncio

que reflete

o teu gesto no meu olhar.

publicado por antonioramalho às 17:25
link do post | favorito
Quinta-feira, 22 de Março de 2018

Chamar o vento que não acreditou

O que devia ver

como proximidade

para o desejo,

a pensar a diferença,

pode ser a verdade,

na discrição entrelaçada

que estava nos pormenores

que foram a verdade

que conseguiu ficar

no risco da distância.

Caminhar em ti,

para saber

o que também é,

por terem a êxtase

ao ritmo do horizonte,

no âmbito alargado

que veja descer o sol no dia

que permite oferecer

a nostalgia

nos gestos que oferecem

a plenitude

do outono,

em cada significado.

Olhar para ti,

em cada silêncio,

mostra o que chamava

o vento que não acreditou

que a musica tocasse

para alguém,

no canto do sol

que foi um instante

que passa incerto

no coração ausente.

No seu fundo,

que indica o que pode haver,

no infinito do olhar,

as palavras enchem a voz

na raiz de ter

a marca que era,

a forma do crepúsculo

a rasgar a paisagem.

O cesto sem esperança

na solidão

que apaga

cada imagem,

na noite em si,

alarga o infinito

em cada gesto sem valor

que sabia sem ti.

No impulso do eco,

no sucesso que dizia

a continuação

do que não queria,

o canto da sua vida,

a amanhecer no silêncio dos dias.

O caminhar gasto

entre o segredo

que sempre foi

o que tenha,

dança no impulso de cada flor

que percorre

a sua presença,

a esquecer

a frescura

interminável do florir.

publicado por antonioramalho às 10:13
link do post | favorito
Segunda-feira, 19 de Março de 2018

O que não quer chegar

O que não tenha ninguém,

que estava a perecer,

o que sei que não sei,

seja o que for,

está a parecer o que disse que foi

surpreender,

o que não era de nós.

O caminho sem olhar

a pausa

que nunca devia ter

o tempo de voltar a ser,

desapareceu

a tentar encontrar

o que parecia ser o sentido.

As formas para ver

o que voltamos a pensar,

desfrutam

do que poderia ser

o que parece que tinham

a esperança

que viu

o que fosse buscar

a necessidade que tinha,

porque é

o que iria ser.

A doçura de nós,

sem dizer uma palavra,

enquanto possa dizer a timidez,

tinha sido o que não havia

a fazer,

como não era verdade.

O momento a olhar,

por não ver,

o que caía,

que tinha sido,

o momento que mudava

o que tinha a sua vida,

que despia os passos,

do que tinha sido

o que estava na verdade.

publicado por antonioramalho às 13:29
link do post | favorito

Conhecer o que quer dizer

O que sabia no alvo que é,

o tempo na fonte

que ofereceu

o que disse acontecer,

precisa de descobrir

a relação

que continua desaparecida

na atenção,

na maneira que esperava

o tempo

que não sabemos que é.

A ideia no tempo que diz,

que tenha

o que não é,

na leveza de ter esquecido

o que sabemos que é,

diz que veio buscar

o lamento de saber

o que tratou a espera,

que possa merecer

o que recebeu o que não está.

O romance

que podia ter

o que queimou

por dar,

na verdade que espreitasse

o que disse que estava.

O que não tem o que parecia,

na perda

que quer procurar,

o que não pensava porque estava,

deve ter o que poderia ter

por tentar.

Fazer parecer o sinal

que pode parar

o que conheceu.

é gostar

do que dissemos

que tentou,

na porta que tem

o que pode ter,

porque tenha

o que não possa ter.

publicado por antonioramalho às 13:14
link do post | favorito
Quinta-feira, 8 de Março de 2018

Por ti…porque és mulher!

A porta

a atravessar a dor,

que não abraçou

as respostas

que se encostaram à culpa,

que não era,

que não parecia.

O conforto,

no entendimento do desejo,

a não agradecer o que duvidava,

a ver à sua volta,

o que tinha sido,

nos braços de alguém

o que pudesse dar,

como fossem,

as preocupações

que não queria,

por se aperceber de chegar.

Adormeceu

demasiado

a deixar,

em silêncio tantas vezes,

o que queria manter na doçura,

na expressão

pelo caminho que queria aconchegar

e que guardou para si.

O que dissera ser mulher,

no pressentimento

em saber o que esperava,

no querer

que não podia ter,

a concordar

o que não queria

na lembrança,

na frustração do seu colo,

pelo caminho.

Olhou

o que continuou

a secar

nas lágrimas

que pingavam,

nas preocupações

por sentir

o que abraçou

assustada,

ao que tentou passar,

algures onde tenha perdido

as lágrimas que se soltaram,

se não ser amada,

o que amou.

Aprendeu o sentido

de nunca chegar

ao que não podia,

olhando a realidade

que tinha dito

o que não era

no caminho a partir

do seu corpo,

que falava no cansaço.

Decidiu pensar

de ninguém

o que afirmou a verdade,

a mostrar

e acariciar

o olhar de si,

o que queria nas dificuldades,

porque beijou

e tremeu,

o que procurou

em ser mulher.

publicado por antonioramalho às 17:48
link do post | favorito
Quarta-feira, 7 de Março de 2018

A Árvore da vida

O olhar

que soubesse desafiar

a esperança

no momento,

a parecer querer

o que oferecia a porta

por palavras

que constuiram o desejo.

É o teu brilho

em cada ramo,

cabelos soltos

a parecer

a janela infindável de ti,

a percorrer

o teu corpo,

em silêncio,

no reflexo que podia continuar

em mim,

na verdade do tempo

que deveria ter

o teu toque

na minha imaginação.

As tuas palavras

no meu rosto,

deveriam ser o olhar

que aprende a amar-te,

na vontade como saber

o que senti diante de ti.

As palavras que queria

na inspiração,

por amor,

incendiaram-se a cruzar o teu rosto

no prazer para dizer

o que não consegui explicar,

no desejo

dentro do olhar,

na diferença

que recordou

o teu beijo

pelo sol,

a conduzir o meu coração

na tua admiração,

que sabia esperar os teus olhos,

na emoção

que não é o olhar,

mas as palavras

que fizeram

o que parecia

o teu coração.

publicado por antonioramalho às 10:30
link do post | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Junho 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
18
19
20
21
22
23
25
26
27
28
29
30

.links

.Visitantes desde Junho de 2010

.De onde visitam: