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Quarta-feira, 28 de Fevereiro de 2018

Os erros no silêncio

As ideias que se perdem nos erros de viver, como viagem no tédio da realidade que vive escondida, na porta da vida.

As saudades que acolhem o que começa nos traços de uma viagem sem tempo, perguntam aos sentidos, uma qualquer palavra, que quiser passar a vida, que é o viver.

A encontrar o que não sei que é, a alegria esteve a visitar o que encontra o propósito.

Recordar o que parte do crepúsculo que fosse a luz, que se entristece nos erros do silêncio, que acaba inútil nos sonhos desfeitos.

Acontece na beleza como sensação que precisa da vontade, no ocaso sobre o anoitecer insatisfeito, que cala o obscuro na dúvida do seu nome.

Entre as margens sobre o sentido da ideia que é a intuição, de ninguém ao chegar que não seja, descobre o ter que vive realmente nos sonhos, na impressão que esteve escondida, na vida que pode sonhar a realidade que sabe.

Conhecer como é, na realidade que atravessa a conquista do que se destaca através de si próprio, nas atitudes íntimas da realidade que parecem entender a sequência das acções nos trâmites do pensamento.

As palavras que causam a destacar no primordial da realidade, segue o que reconhece o que parece, no esforço da vida, nas sombras diferentes, de conhecer as sensações no lugar que resta no interior.

publicado por antonioramalho às 12:02
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Sábado, 24 de Fevereiro de 2018

A atitude de ser o presente

O que consiga viver o que são, desafiou o que irá no lugar que era o que nunca foi.

Porque o tempo podia dizer o que sabia encontrar, sentindo o que se passava no espelho que poderia ter, a cada dia, nas palavras por dizer, o que pareceu entrelaçar a importância de ter alguém ao lado na emoção que faria crescer o coração.

A medida do seu olhar, na falta mais do que palavras, transformou-se no ciúme a passar, na verdade a querer dizer o olhar que sente dizer o erro que chegou a dar o que espreita a mudança de ter.

O que consegue distinguir de perceber o que não quer esperar, para entender o que sabiam.

O que estava, para ver o que guarda, sussurram a procura que evita o que é a cor da porta, como é o que interessa de ti.

Como deve ser o que permite pensar a noite de ser a carta a sorrir, que foi o meu coração no teu corpo, no tempo lindo a inspirar a forma de uma recordação.

Mudar a atitude de ser o presente, que é o amor que continua.

publicado por antonioramalho às 17:24
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O que guiava os seus passos

O que estava a olhar, na luz do sol, queria dizer numa palavra, o que estivesse a aceitar por ter o tempo, que olhou para mostrar o que estava a responder ao sentimento, que precisava pensar o que apenas fazia.

No desafio sem dificuldades, acordou no destino, como uma noite que era o que tinha nos braços, para si, como era estar nas saudades.

As suas raízes queriam o que não fez acenar ao desejo, na certeza do que queria saber, que disse à razão, o que era que sejamos a chamar o que diga que saiba usar a geometria dos degraus.

As cores que sabem esperar pelo amor, não falam na atenção que queria estar a olhar o que estava nos seus objetivos.

O encontro que gostava do que importava, na prática que começou por sugerir a comparação no caminho que limita a relação de um sorriso, quando a estrada seria o que atravessa o azul, que parecia ter a vontade.

O olhar que parecia o que, simplesmente, reconheceu as sombras do tempo no elogio de cada passo, na atração do silêncio que entrou colorido na sua atenção.

Respondeu pestanejando ao que pudesse ter, na sensação que teve a porta que fizera a luz aceitar o que amanhecia na espera.

O que devia estar a agitar a sua sensualidade, disse considerar a direção da emoção, na expressão a passar.

O sentido a fazer o que guiava os seus passos, no rosto que olhava, deveria ficar na vontade pela janela do que parecia o olhar.

publicado por antonioramalho às 16:25
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Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2018

O que confessam os teus lábios

O que confessam

os teus lábios

ao chegar aos meus,

que se tornam

a presença de ser,

a semente,

no caminho

que desaparece,

no tempo como mistério.

No teu brilho,

vagueia

o meu crepúsculo,

que não houve,

enquanto razão,

que pensei correr ao vento

que é o amor.

O que fica da noite,

em nada,

que se transforma

no regresso do céu,

formando o sentido

em cada nuvem,

que revela de nós,

o que somos

no encontro

que podíamos

conhecer

em ninguém.

Nos dias que podem ser

quem és,

a fronteira

do que começa em mim,

na alegria que devia estar,

vem no amanhã

em ti,

que podia ser,

o que vive na imaginação

de viver,

o silêncio,

que podia ter sido

o amor,

que não esconde a verdade.

publicado por antonioramalho às 12:11
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O que és tu

O que és tu,

por ser,

nos momentos

que sejam

o estar na luz,

que quer

a vida,

nas portas do silêncio,

sobre o corpo

que desperta

o que se sabe em nós,

como ficção

que poderia ter

a realidade,

na vida que chama,

o que deveria haver.

A razão que disse

ganhar a vida,

no gesto que escreve

o que percebi,

no papel colado

ao momento,

que acredita a noite,

no silêncio

sem sono,

esteve

no modo que existia

ao que se perde à janela

do que somos.

Em si própria,

a distância,

parece

o que podemos ver,

que é a diferença,

nas palavras

que ninguém murmura,

na emoção

onde a consciência

facilita

a vida de ninguém,

dizendo no amor

o que chama de nós.

O que vem na razão,

que sabe saber

a alegria

para ser,

de quem

pensa fazer

os gestos que escrevem

sem ter,

o que é,

na verdade que seja

seguir

a existência do sol,

que surge como luz

sobre a esperança,

que pertence ao desconhecido.

publicado por antonioramalho às 08:37
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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018

Por um olhar

Excerto do romance " Por um olhar"

 

O que se passasse no seu caracter, que tinha a medida do coração, deixa acontecer o que interessa, acrescentando o que dava para ver, que fosse capaz do que devia gostar.

O que compreende o sussurro, na chave que foi buscar a certeza, com um olhar, sabe decidir o silêncio, que se une à vida que espreitou o que devia ter.

Sobre o que fazia, à procura da ansiedade que deu sinal às respostas, confiou no que soubesse o momento impossível, para que sinta o olhar a desejar, sem saber, o que não estava a confiar.

Quis saber o que se afastava da porta, na intenção que continuava a preencher o que não respondia à chama da continuação.

Escolheu um olhar que precisava de estar no que se passava estranho, na direção que não sabia o que se passou e que representava o pensamento que não sabia o que esboçou.

Pensou que fosse ansiedade, no lamento que era o que tinha protegido o olhar que aparecera, por saber o que estava a fazer.

Preferia estar no que esperava a oportunidade, na resposta que apareça no que mencionara a inquietação.

O gosto amargo do medo, que quisesse o que eram imagens por sentir, esquecia o suspiro que afastara o que podia fazer e dizer.

Questionava aquele encontro, no respeito que desencadeara a sensação como consequência do que podia ficar nas palavras possíveis, a precisar de proteger o que recusou a verdade.

O acesso a compreender o que olhava, achava que seria o que voltou ao que queria dizer que interrompeu, que não devia.

Tornou-se um obstáculo ao nome que se aproximou, soltando a escolha que se passeava, na maneira que questionava aquele olhar na entrega.

O olhar fazia um desenho que tapava os olhos, com um laço que seria o que teria o gosto de agradar, na diferença das palavras que passavam ao que poderia dizer.

publicado por antonioramalho às 11:44
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Domingo, 11 de Fevereiro de 2018

Viver no sofrimento de me esqueceres

Viver

no sofrimento

de me esqueceres,

na espera

que chega por nós,

que brilha sem perguntar

o que descobres,

de ninguém

na saudade

que é a riqueza de dar,

o tempo

para ser

o que dizes por amor.

Olhar em ti

o que havia

quanto te amo,

no parecido que é o amanhecer

de perder,

o azul que entrou

no lugar

que não vê a lua,

no desejo da lembrança

que pode haver.

O que pode ser

o que não pensava

que devemos ser,

quer dizer

o que devíamos ter

que tinha o teu nome

que sei dizer

no interesse de ficar.

O que pensava que devia,

sonhar que parece

o que fazer,

porque a espera não sei

o que dá,

no olhar

que devia ser sobre nós.

O que parece entrar

na partilha

que não pode estar,

peço ao amor para te ver,

que diz acontecer

no caminho,

que iria acontecer,

por não te ver.

O que levou

o que não chega,

vive à espera de nós,

no sol de ti,

a dizer o luar

de uma vida

que volta a viver,

onde estou

no desejo de ti.

publicado por antonioramalho às 15:38
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O que ia parecer

Porque queres ser,

o dia que é,

do que não parece

estar

o que tenho

que é,

que consegue ser

o que seria esconder

a espera

que veja o que disse,

que vai ser

o que não temos.

O que faz,

que não tem

a dor que é minha,

no abraço que sente dar,

porque amar

é a chave.

Esquecer

o que vai ser,

que não sinta

o que não tem,

que seja prazer

como está,

por ter

o que não parece ser.

O presente

que disse

o que não tem,

de fazer

o que não íamos saber,

na oportunidade que estava

para ir

tentar

o que chamamos,

que não foi

suficiente,

pensar que a dor

não volta

sem ti,

a cruzar o que não é,

que não sei,

na noite que leva um beijo teu.

No segredo da vontade,

terei o tempo

que foi,

a dizer algo,

que torna a acontecer.

O que queria dizer,

quando será

o tempo

de conhecer,

o que ia dizer,

entre nós,

sabe a razão,

que não quero,

o que não sou.

publicado por antonioramalho às 15:07
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Sábado, 10 de Fevereiro de 2018

Para ser o que sinto

Saber que gostava,

para ser

o que parece que foi,

seria

todos os dias,

no encontro que foi

diferente,

que talvez seja

o que vai ser,

o que não devia ter,

que encontra.

Algo a acrescentar

o que não foi,

que fica sozinho

como o vento

que diz o momento,

que encontrei

de amor,

com coração

quanto acredito

no ser

que foi,

o que veja

que ficou

do que fizemos.

O que disse encontrar

que dizia

afastar

o que era só,

porque não passa,

o que nada fazemos,

a escrever

o que devemos conhecer,

porque não tinha

o que dizemos que fez.

O que parece

que dizer,

como disse procurar

para ver

o que chama,

que sabemos

talvez,

no cuidado

que não acha

o que tinha escondido

no dia preferido

que conheci,

e que continua

o que dizer

procurar

para ser

a chama

que me faz feliz.

publicado por antonioramalho às 16:57
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Os pensamentos de ter

Os pensamentos de ter

o que magoa,

que quer saber,

o que acredita

ver

o que deve estar

no amor,

que tenha de ser

como sabemos,

que sabíamos amar,

em ninguém

no amor que temos,

e que podemos.

Mudar como amor,

o que significa

não tanto

de uma vida,

que não possa esperar,

porque é,

o que teve,

que já temos de ser

apenas,

em impulso,

de quem é

o poder

de tentarmos

o que houve,

que parece ser

o que está.

O que seja real,

que não podemos saber

o que não teve

sem ser,

queira apenas

o que espera,

que é um nome

em ti,

que sabe

o que devemos amar,

em nós.

O que parece a diferença

no olhar

que sorri,

que que pode ter,

que é

o que não

mudará.

O que não sei,

qual foi

a resposta certa,

que pode não dizer

o que sei que é,

por difícil que pareça

o que não devia ser,

o que éramos,

não dizia o que faça,

o que for.

Lembrar

O que não é,

em nós,

que não é qual é,

na importância

que esperava

o que pensa que disse,

faz parte

do que somos,

na importância

a pensar

o que importa ser melhor,

onde iria

ao contrário,

na espera que não queria esse dia.

publicado por antonioramalho às 16:44
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