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Domingo, 21 de Janeiro de 2018

O que encontrou, que havia

O que encontrou

que havia,

que não pode ter

quem é,

no seu olhar que é

o tempo

no seu perfume,

que digam os lábios,

que deixam cair

o que não diga,

que é,

porque podia fazer

o que ter

o passado

que tem o silêncio,

a esquecer

o que já tinha a espera

na morada que desculpa

o que ter

no ser que está em ti.

A chama

que devia

ter a vontade

onde foi

o que parece

ter o nome

que assina

o que devíamos ser,

nas lágrimas esquecidas

que viram a memória

na alegria

que trocasse

a mensagem,

no tempo

que esquece a tarde,

que queria saber

o que não sabe entender.

O que fosse a manhã

intensa

nos olhos que escutam

o nome

que não queremos

na certeza

que deve ter

o que sabemos quem

deve estar,

na palavra escondida,

que não dá

o que não queria tentar,

que espera o silêncio

que temos,

onde está o que somos.

publicado por antonioramalho às 16:35
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Sobressair na bondade

Indicar o momento na maneira de chegar, no nome que chama a refletir a verdade, no céu que não conseguimos acreditar.

O que dissemos ao acordar, que tentamos continuar adormecidos, segundo o que servimos na transmissão que deixamos em imagens.

Na nossa missão, um lugar para acreditar que estamos perto. O que é para esperar e para acreditar.

O que não dissemos para além do que vamos perguntar, como um ponto forte na noção em histórias de mistério.

Ao longo das nossas experiências, chamamos o que tenhamos que continuar, que não está certo, para onde esperamos.

O que perdemos, esperamos abraçar no ponto de contato que não temos, onde não conseguimos ser e fazer.

No universo onde queremos estar e viver, onde foi que não chegámos?

Por algum motivo, o que possamos fazer, de ficar onde vamos, dissemos que havia a espera na resposta à mensagem.

Uma maneira de termos uma ligação e relação, na lição que foi o que não aprendemos, que aconteceu na ironia do que possamos explicar, no espaço onde queremos dizer o que seja.

Precisam de nós. Podemos encontra sempre a relação no significado.

Procuramos uma ligação que digamos sugerir, transcendendo o tempo, no espirito linear perdido no na complexidade do que encontramos, como parte da afirmação que nos deixa alterados.

A evolução que podemos realizar na medida do que queremos dizer, na maneira de viver o que reflete o conhecimento do desfrutar, no lugar onde vamos.

Ter acesso ao que conseguimos explicar no deserto que não é só uma paisagem, nas um céu como memória.

O que vemos e não percebemos, como ideia do que seja o universo, na matriz que seja o que parece ser.

Poder ser o que temos, no paralelo que pareceria ser a informação que será possível realizar.

Não estamos sozinhos, no que somos.

O que fomos, no tempo na sabedoria a servir o que poderão deixar as mensagens no limiar da verdade, temos muito que fazer. Iniciar o que liga a ajuda que visualiza o interior no sol a recuperar, que é bom no que queremos ligar.

Pensávamos ter tudo sob controlo, fazendo parar a evolução, que nos deixa a olhar à volta no tempo que não é.

A noite fria da transição, na nostalgia do momento, mantém o calor que não chega ao desenho da nossa casa, na opção que aquece o inverno como o sol.

O momento no interior e no exterior, reveste a excitação de uma parte que merece o que não é.

A tenda só para nós, no aconchego do nada que não terminámos.

Ansiamos por ver o lar, na casa de sonho desligada da partilha do entusiasmo.

publicado por antonioramalho às 10:51
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