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Segunda-feira, 29 de Janeiro de 2018

Mais do que palavras

Excerto do livro " Código da Vida"

 

Encontrar a porta, na ordem para meçlhorar o que podemos viver, necessita de ser o que é, na busca esperada para vivermos o que necesitamos e queremos.

Parecer a gratidão no encanto que nos toca, em, cada momento, a favotr da claridade que teremos que chamar, no nome que pensar, nos princípios que devem ser, nas recordações que deixámos.

O sentido que irá levar-nos ao que sentimos, tenta parecer o que não sabe o coração, quando estamos disfarçados no romance que começou na segurança.

Expressar o desencanto, nas palavras que possuem o que explica a satisfação no vazio por diante, a defender o modo de vida resignada.

Os sentimentos na carência a dizer-nos o que surge nas palavras, querem ouvir o que encontramos e que consideramos na viagem que percorremos. O sustento a fazer emocionalmente, que se torna real na identidade que saberá devolver a iimagem que não reconhece o espelho.

As palavras que mostram a nossa vida, diriam a insatisfação que jogamos, como energia desperdiçafda, que se manifesta no desamor sentido, que são palavras em movimento nas emoções.

A intenção que tenta a forma que deveria ser o porque somos, nas mãos que são o sdentido que deixa ir o amor, que não recuperamos mais.

A paz profunda que fazemos pensar, permite servir a obscuridade do coração partido, que sofre o que muda no real, dando o que diria não recuperar, em cada palavra da vida que diz, vestindo o que teria sido.

publicado por antonioramalho às 17:03
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Domingo, 28 de Janeiro de 2018

O que precisava de fazer

O que precisava de fazer

na conquista do sol,

descrevia

o versos nos teus braços

que sabemos que tentei,

que dizem as palavras

que eram o que houvesse

e que pudessem estar

a seguir

os momentos

nos traços

que afastam o amanhã

no pensar.

O que não canta

a noite

a esconder as lágrimas

que tenham sido

o que interessa

para falar,

está sempre

alguém

na oportunidade de ser

a força do luar

que tu acentuas

no seu brilho.

Cantar

o que vai mudar

no pensamento

de ficar

sozinho

no silêncio,

no papel que não queria

percorrer

que há-de saber

o que significa

o desenho

da manhã

por ser a noite.

O mar iluminado

que espelha

o sol que sabia amar,

a fazer

o tempo esconder-se,

no que sabia fazer,

devia saber

onde é o infinito,

nas palavras do céu

que queria ver.

Fingir atravessar

as estrelas,

no brilho que se esquece

que tenha sido

um poema,

onde o luar

pode trazer o acordar.

O eclipse

que não prometeu

ver

o que podia não saber,

traz

a manhã no teu corpo

que foi fazer

o que deve ter sido,

como sentiu

a luz

a esconder-se

na dimensão

a seguir,

que foi o lugar

nos limites

que se esquecem

que queriam mais.

publicado por antonioramalho às 16:45
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O que esperava

O que aconteceu,

que esperava

o sentimento

que enche

o mar ao vento,

na êxtase

onde vai profundo,

despindo os caminhos

na noite aceite

nos teus gestos.

Parece acontecer

magia,

a tocar o céu

que tem a verdade

na solidão do deserto

enquanto estava

pelo que devia ser,

a dizer

do nada que era

o que não era.

O sol que viu

o que podia voltar,

está em ti

porque estava

o que disse precisar,

chamando

a êxtase

que não quer a certeza,

mas que pode acordar

o silêncio.

Continuar

no segredo

de não contar

o olhar inatingível

que contou para ti

o gosto de amar.

É o coração

da vida

no pressentimento

de um gesto a falar,

o que não devia estar

no medo

sob a forma incerta

de não poder ter

o que julgava ver

no sonho

que chamava por ti.

publicado por antonioramalho às 11:45
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Sábado, 27 de Janeiro de 2018

A vida para sentir

A vida para sentir

o que nós temos,

que não tem apenas

o que os lábios sabem,

não sabiam que estarias

no interesse

que temos,

como sombras

no silêncio

que disse agarrar

o teu corpo,

nas palavras-cruzadas

que levam a vida

que dizia atravessar

o espelho.

As perguntas

nas dúvidas

de quem fica

no propósito

dos teus passos,

que vieram buscar

o que deviam fazer as horas

que escreveram

o teu poema.

Parece que fazia

o que pudesse devolver

no medo de entender

o que não tem,

que não diz

o que devia dizer

que estava a fazer,

de não ter

o que pudesse ter

o coração.

A saudade

escreveu

à minha porta

o que parece que foi

que fazemos,

na espera

do dia

que amasse

os sonhos,

que dizem quem é,

nos teus passos

do horizonte.

Transportam

o calor de nós

que chegou onde está,

na certeza de ver

o que rasga

quem é

como se chama

o que guardamos,

o que nunca soubemos,

que era

o que pensámos.

Desenhaste

o que encontrámos,

que disse

o que faria o dia

no lugar

que traz a estrada,

que escuta

o silêncio ao luar,

onde está

o teu nome

a sentir

a espera,

que era

o papel sem nada

que queira o que tenha a vida.

publicado por antonioramalho às 12:44
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A cor do silêncio

A cor do silêncio

que possa fazer

o que não é

a escuridão

no nome do corpo

a caminho da partilha

ao longe

que olha

o amor.

Na vida que está

onde nasce o medo,

adormece

o mundo

que guarda

os teus passos,

no tempo que precisava

de beleza.

A cor do poema

que adormece

na porta a guardar

o caminho,

tem a sombra do amor

na verdade que haja,

num dia sem tempo a responder

ao tempo da verdade

que revela

o que tivesse

que procurar nas lágrimas,

que podem não ser

o porquê.

A luz que pode ser

o abraço

que diz que não é,

apaga o crepúsculo

no teu corpo,

do tempo

do tempo que sabemos que tem,

a ter

o nome que sabemos longe,

que seria

melhor

na manhã

que temos de ser,

o rosto do motivo,

de ouvir o que não temos.

Ninguém responde

ao vento,

que pediu

o teu corpo

na certeza de perder

o que fora alguém

perdido

que precisava

da alegria

nas páginas

que sentem o amor

que podia passar

a correr

na causa,

que não quer esquecer,

sobre o mar

a devolver as ondas,

que conseguiu

fazer

a procura

que acha

o que vale ser,

o que podem fazer ao flores,

por nós.

O que não sejam as palavras

por interesse

na distância

que interessa o corpo

que se passa

no instante

que quer o teu nome,

no invisível que abraça

o que não temos

na noite que é dia.

publicado por antonioramalho às 12:30
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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018

A raiz do medo

EXCERTO DO LIVRO CÓDIGO DA VIDA

 

A raiz do medo, através da sensação de um horizonte, oferece a vida de um coração, para sabermos o que queremos ser, que emana do que conseguimos agradar, incapazes de observar a escuridão, por não termos o que queríamos na gratidão em si mesma.

O que revela o desejo de amar profundamente, na poesia de um amor possível no êxito da transformação, é um sentimento vulnerável a dizer o sinónimo capaz de revelar o que julga possível numa palavra.

Corresponde ao que é atingido no elogio do amor.

A fonte que permanece no amor, trata do que nos rodeia. Decide sempre o que dá o brilho inegável na direção profunda do que gostaria, na maneira de ser que atrai e corresponde ao sentimento que não conseguimos descrever.

Sem cessar, somos o que existe em nós, na ligação para o quotidiano e na rotina do caracter que concretiza a transformação em aceitarmos o verdadeiro ser.

Num lugar diferente, a distância de um sentido, entra no silêncio de um caminho ou acontecimento.

A realidade através da forma que mudará o prazer, significa o que consiste na maneira para crescer, que possa, constantemente, entregar-se a cada momento.

O tempo na plenitude que fazer, aceita e vive nessa possibilidade de entrega, ao ritmo de um sentido que aproveita outras palavras para o que deveríamos fazer.

Utilizar a expetativa, no sentido do seu tempo, embrenhando-se na possibilidade que atribui o papel da liberdade, ao que corresponde o interior, na pretensão do medo.

Representar o que sentimos, no interior que corresponde ao voltar a ser, tornará a liberdade a sua pretensão, na procura da liberdade, como papel que conseguirá a distância que sente o que poderá reagir ao que representa o motivo.

Nos factos que aceitam o demasiado, a forma que permaneça na resist~encia que seja, é um passo que podemos aprender no êxito que é, em si mesmo aprender a ser o que mostra o tempo.

publicado por antonioramalho às 09:44
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Domingo, 21 de Janeiro de 2018

O que encontrou, que havia

O que encontrou

que havia,

que não pode ter

quem é,

no seu olhar que é

o tempo

no seu perfume,

que digam os lábios,

que deixam cair

o que não diga,

que é,

porque podia fazer

o que ter

o passado

que tem o silêncio,

a esquecer

o que já tinha a espera

na morada que desculpa

o que ter

no ser que está em ti.

A chama

que devia

ter a vontade

onde foi

o que parece

ter o nome

que assina

o que devíamos ser,

nas lágrimas esquecidas

que viram a memória

na alegria

que trocasse

a mensagem,

no tempo

que esquece a tarde,

que queria saber

o que não sabe entender.

O que fosse a manhã

intensa

nos olhos que escutam

o nome

que não queremos

na certeza

que deve ter

o que sabemos quem

deve estar,

na palavra escondida,

que não dá

o que não queria tentar,

que espera o silêncio

que temos,

onde está o que somos.

publicado por antonioramalho às 16:35
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Sobressair na bondade

Indicar o momento na maneira de chegar, no nome que chama a refletir a verdade, no céu que não conseguimos acreditar.

O que dissemos ao acordar, que tentamos continuar adormecidos, segundo o que servimos na transmissão que deixamos em imagens.

Na nossa missão, um lugar para acreditar que estamos perto. O que é para esperar e para acreditar.

O que não dissemos para além do que vamos perguntar, como um ponto forte na noção em histórias de mistério.

Ao longo das nossas experiências, chamamos o que tenhamos que continuar, que não está certo, para onde esperamos.

O que perdemos, esperamos abraçar no ponto de contato que não temos, onde não conseguimos ser e fazer.

No universo onde queremos estar e viver, onde foi que não chegámos?

Por algum motivo, o que possamos fazer, de ficar onde vamos, dissemos que havia a espera na resposta à mensagem.

Uma maneira de termos uma ligação e relação, na lição que foi o que não aprendemos, que aconteceu na ironia do que possamos explicar, no espaço onde queremos dizer o que seja.

Precisam de nós. Podemos encontra sempre a relação no significado.

Procuramos uma ligação que digamos sugerir, transcendendo o tempo, no espirito linear perdido no na complexidade do que encontramos, como parte da afirmação que nos deixa alterados.

A evolução que podemos realizar na medida do que queremos dizer, na maneira de viver o que reflete o conhecimento do desfrutar, no lugar onde vamos.

Ter acesso ao que conseguimos explicar no deserto que não é só uma paisagem, nas um céu como memória.

O que vemos e não percebemos, como ideia do que seja o universo, na matriz que seja o que parece ser.

Poder ser o que temos, no paralelo que pareceria ser a informação que será possível realizar.

Não estamos sozinhos, no que somos.

O que fomos, no tempo na sabedoria a servir o que poderão deixar as mensagens no limiar da verdade, temos muito que fazer. Iniciar o que liga a ajuda que visualiza o interior no sol a recuperar, que é bom no que queremos ligar.

Pensávamos ter tudo sob controlo, fazendo parar a evolução, que nos deixa a olhar à volta no tempo que não é.

A noite fria da transição, na nostalgia do momento, mantém o calor que não chega ao desenho da nossa casa, na opção que aquece o inverno como o sol.

O momento no interior e no exterior, reveste a excitação de uma parte que merece o que não é.

A tenda só para nós, no aconchego do nada que não terminámos.

Ansiamos por ver o lar, na casa de sonho desligada da partilha do entusiasmo.

publicado por antonioramalho às 10:51
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Domingo, 14 de Janeiro de 2018

O que o tempo não apaga

O aspeto

que terá

a mudança

que o tempo

não apaga,

sobre a perda que é

o que foi buscar,

aprendeu a chorar

o que não tem,

na chave

que iria gostar,

do que ousam as lágrimas

ao dizer

ao coração,

que brilha

o que fizemos perceber

que foram

os dias

que não queriam deixar

onde está

o que não deixa,

que não é

o que vive,

porque começou

onde estamos

que for a verdade.

O que devem ser

as sombras que vivem

na presença

que imita

o que nos faz sentir

o que pode o amor,

a achar

o que custa acreditar.

As saudades

que guardamos

na reserva

do que podemos amar,

não sabem

o mapa para mostrar,

o rosto

que acrescenta

o coração

no tempo que supõe o que é teu.

O que não deixa de ser

o que levou

o meu olhar,

abraça as palavras

que esperam por ti,

na verdade

que admite

o que o coração

te deu,

na vida que não desiste

pelo destino

que tem razão.

É a resposta que parece

o propósito

a dizer-nos

o nome que

conquista o que negamos,

para escrever

que chega ao céu

no teu jeito de ser,

que é meu.

O que deste

de ti no caminho

que aconteceu

na lembrança

de mim,

a levar

o que nega o amor,

que quereria ver crescer,

com o sol

a ser a palavra

que queria

que ficasse no tempo

que avança a trazer-te uma flor

e que soube o que isso é.

publicado por antonioramalho às 17:58
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O sentido que partilha a paixão

O que oculta

com sentimento,

o que não percebemos

que é verdade

de alguém

despido do que será,

na noção que acredita

e não faz sentido,

do que deve ser

o que pareceu

como parece.

Descobrir

o que se passa

que não passaria,

como era o interesse

que lembra

o que não tinha nada,

que parecia

de pensar

se tinha,

o tempo que foi antes

o que apetece

na planta

que nunca deu flor

na forma escura

que tivesse luz,

nas rugas

da beleza

que háo-de viver.

O que resiste

à esperança

de mais de mim,

são sorrisos

com amor

no olhar por ti,

a encontrar-nos,

a fazer de nós,

o que se passou,

que seria

o olhar inteiro

que não pensa assim,

e que seja

o que tem longe

a pintura

que deixa estar

a perfeição

na forma que cresce

na beleza.

O que não quer dizer

a certeza

na explicação,

queria mostrar

o amanhã que pode vir,

na mensagem

que pode acontecer,

no tempo

a cada hora

que gasta a noite,

a querer ser dia.

publicado por antonioramalho às 17:28
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