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Sábado, 30 de Dezembro de 2017

O que pode haver, por saber

Para ser,

por saber,

o que procura o prazer,

na sua cor,

que pode fazer

a poeira

do tenho de..

que é o perfume

entre nós,

parece

ficar no deserto

a sair da atenção

que se perde onde o ter

serve o céu.

Na melodia

a saber na fonte,

que deve ter procurado

o suficiente

que é

o que sou,

no papel

de ver

que chega

para ser

a ilusão,

sabe esperar o que era,

na força que tem o céu.

Foi uma flor

de promessa,

na raiz do cuidado,

que não parava de dizer

o que se ergue ao céu,

na terra que viver,

a quem o sol

escondeu.

O que seja a espera

que procura a razão,

na chama do amor

escondido,

é a maneira que está

no significado

da chama que vive,

a quebrar o coração

de querer,

a semente

dos meus braços,

que faz acreditar,

à espera

do sonho

nos teus.

publicado por antonioramalho às 15:23
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Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017

Juntos pelo coração

Juntos pelo coração, de mão dada com as lágrimas que devem ser o que perdemos, e que acabaram de correr ao vento, no momento de fazermo-nos amar, no impossível de um amor que podia amar o que seja o medo de querer.

O que tem suficiente, deseja o tempo que aceitamos na sua verdade preferível, a fazer o que procuramos, esperando o que perde o tempo.

O que devíamos sentir, durante a nossa vida, para nós o que somos nos nossos sonhos.

No amor de querer escrever as páginas em branco, algures num lugar, de um tempo para olhar, na forma de encarar o amor, a mostrar o que sentimos, na forma de te ver e no significado de viver em ti.

Será a diferença que tentará levar, dentro do meu olhar, o amor que procura a verdade, que responde ao que se esconde no meu coração.

Pelo meu coração, espera a tua mão, guardando as palavras que dirão o que sabe dizer o sonho.

Queria o que significa o amor, que pode ser a amabilidade que abre os meus pensamentos, sem medo de querer o tempo de dizer o que pode haver, motivado pelo amor no olhar.

É o vazio em que estamos, no suspiro que deixa o silêncio acordar a sinceridade, que toca o seu olhar.

O que diga o que quero de nós, existe a dizer o que queremos, na diferença que podemos conseguir, na realidade que vive a tentar o sol, no infinito de uma noite em ti.

publicado por antonioramalho às 13:21
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Quinta-feira, 28 de Dezembro de 2017

O que é a noite no sorriso

Buscar entre pétalas

o tempo

que dissemos encontrar,

não é gostar

além

de tentar ser

o que chega no desengano.

Tecendo onde está

o que íamos passar juntos,

na diferença

para ti

que te veja

como sonho,

o que pareces chamar,

foi o que pode não ser,

que sei sentir,

na noite que não temos.

O que disse

que parecia

não mudar,

que não consegues ver,

oferece

o meu coração

que se esconde

na imaginação que faz,

que não seja

o que sou.

É a sombra

de quem tem

o canto

das flores

como fizeste,

que já foi escrito,

que possas dizer

o que não queiras ser.

Chegar ao que interessa

de ti,

que procuras

na margem

do que não sabias procurar

ao que disseste

sofrer

pelo desejo,

não entende

o que podemos ser

na busca

diferente

como nós,

porque queres

outro caminho

que não existe,

na paisagem

que se torna a noite

suficiente.

O inevitável

que chamámos

onde está

o sonho que é noite

na paisagem.

publicado por antonioramalho às 21:10
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Sábado, 23 de Dezembro de 2017

A nudez do amor

A tua nudez

que encurta

a inquietação,

como palavras misteriosas e frágeis,

pode ver

o amor

descobrir

o que foi colher

a manhã,

trazendo o papel

da minha vida,

no brilho

a deslizar no teu corpo.

E à janela

que disseram

os teus olhos

frágeis

conhecer a ternura,

esquiva a espera

na chama que era o sol,

na transparência

do filme

que construímos,

que é o vocabulário

como esperança

que aproxima

o sol

da chama do amor,

porque é verdade.

publicado por antonioramalho às 23:51
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Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

O que pareceu o caminho

A tentativa do que o amor contém, resolve o seu tempo na imaginação a procurar servir a medida que também tem o que conhecemos, por ter vindo no que dissemos que ajuda ao que não gostamos.

A beleza que esboça o horizonte, e que não sabíamos que podíamos ter, teve um imprevisto no entusiasmo, para além do significam as palavras.

O que pareceu o caminho com o coração, na sementeira da felicidade que enamora a perfeição, não viu o céu estrelado, para além do que significam as nossas vidas.

Uma vida que possamos viver, na diferença que resultou no medo de olhar o arco-íris, precisava de ver a canção que deixa correr as circunstâncias, que não acreditam naquilo em que não vemos.

Trata-se da intimidade que diz visitar o sonho que pernoita na manhã entregue a alguém, que guardamos no que queremos dizer óbvio, nos objetivos que não compreenderíamos.

O aspeto de quem gosta de ti, no olhar que tem sido o que tocamos, inventa o que não sabemos no céu que nos surpreende.

O que fazemos a seguir, quer viver o que pertence ao que parece diferente, acreditando mais, na necessidade de tudo o que fazemos.

O sentido da história tenta perceber o que é a felicidade.

publicado por antonioramalho às 12:48
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Sábado, 16 de Dezembro de 2017

Novo livro eBook - Eu e a sombra

Informo, que está disponível, mais um livro e-Book "EU E A SOMBRA" publicado na Escrytos -Leya,

20171117_014457.png

 

EDIÇÃO EXCLUSIVAMENTE EM FORMATO EBOOK.
 
Está disponível em várias livrarias online : LeyaOnline; Amazon; Apple Store; Barnes e Noble; Google; IBA; Kobo; Livraria da Cultura; Submarino e Wook.
 
 
SINOPSE DO LIVRO " EU E A SOMBRA"
 
A trajetória de um caminhante, relacionando a comunicação das janelas, no sentido que nunca viu as palavras, com o que percorre enriquece os pensamentos, como poderia ser o que limitava a sua personalidade. A luta constante entre os pensamentos positivos e os negativos, na maneira de ser e no significado da expressão que deveria ser a mudança de algo. A infinidade de conflitos, pulsam o que seja o próprio ser, para esperar o que envolve a identidade, no interior que mantém dentro de si mesmo, contrariando a sua personalidade.
publicado por antonioramalho às 15:15
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Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

O impossível na sorte

O que surge

impossível,

na sorte

de fazer

o que parecia

pela manhã,

voltou no epilogo

que perdeu

o rosto sob o céu.

Reencontrar

o que se passou

ao que convida

o que não faça

o outono

nas cores de novo,

parece

o risco

na importância

de superar a dor.

O que afaga

o nome,

que embacia

o dia na porta

que acredita que não foi,

acabou

como apareceu,

difícil de achar

no que começou.

publicado por antonioramalho às 12:30
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Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

Sentir a tua falta

Na verdade que teria

o que era,

que sempre soube

o que tivemos,

que não disse

como nunca teria,

na verdade

que descobrisse

o que entendesse,

que tentou,

o que amava

de te dizer.

O que sabia

o código

onde está a soma

do que perdi,

são números perfeitos

na divisão que perde

o que contámos,

no número que acertou

de combinação

que era

o que disse

o amor.

publicado por antonioramalho às 16:19
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Domingo, 10 de Dezembro de 2017

A indiferença que murmura

 

A indiferença

 

que murmura

no que sonhas,

nos caminhos do dizer,

importa

ao céu,

entre a tristeza,

nos instantes

da madrugada

que dirá

o que deseja

amar

a guardar o segredo

das lagrimas geladas

por secar.

Os meus olhos dizem

o que oferece

a nobreza,

na forma para dizer,

o que fica

na quimera

que souber

ajudar a entender,

o que lembra a vida

no sonho

que não vimos

caminhar,

ao chegar

a bondade que trouxe

os versos

sem nome

que embalam a saudade.

Foi a ilusão

que sabemos

no sofrimento

por turnos,

que somos na experiência

que termina

no horizonte

onde fica o objetivo

que sente

o que trazem as palavras

eternas,

em ilhas que ouvem

por falar

junto ao que diziam

as lágrimas geladas

que falaram.

Escutaste

o que verás no teu corpo,

que falámos no esforço

que acontece

ao entregares

a coragem,

que precisamos

no limar do que deixamos.

publicado por antonioramalho às 16:47
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Responder ao impossível

Responder

à certeza que era

na fantasia

de ninguém,

que se ergue

na névoa da alma

a olhar o rosto,

que inspira

no abandono

do que parece

que sentimos,

por encontrar.

O momento no pensamento

quando conseguirmos

iludir

o coração,

no contacto

que veja o debruçar,

que se estende

no invisível,

respondendo

ao entardecer

que é ter o sol,

como ansiedade

onde moram os dias

como são,

o que deu o choro de ti,

dia e noite,

que diz nascer

o que ama o céu.

A terra que tenha saudades

da chuva

que sinta

o que faz,

risca o vento

a passar por ti,

no que resta

do infinito.

publicado por antonioramalho às 16:13
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