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Quinta-feira, 9 de Novembro de 2017

Olhar o suspiro tão perto

O que enfrenta

o poder das estrelas,

que ficou 

a amar

a fonte,

curvou a tempestade

ao ver a união

do céu e da terra,

no esplendor

do nosso amor.

Ao vento

que basta

amarrou em mim

o dia de ti,

a aprender

o que existe

na tua doçura

insaciavel, 

que existe

no aguçar do choro,

que duvida

dos medos

a perder.

A ventura na aventura

que julgara

o melhor de nós,

que deste,

no prazer aceso

que se tornou nosso,

foi uma dor profunda

quer navegou

na lembrança

de um pensamento distante.

Por ser o prazer

no olhar que julga

desejar,

não apagou a eternidade,

por trazer a natureza

perfeita

para amar,

o que ousaste

que seria nosso,

na fonte a arder.

publicado por antonioramalho às 18:58
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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2017

Dizer-te, a amar-te

O tempo

a pensar de nós,

busca

a espera na coragem,

esquecendo a noite

na razão de fazer,

o desejo que chama

o que é.

É o beijo no sonho,

a abrir a paixão,

no olhar,

que sentiu

a importância de ser

o que tenha um abraço.

Dizer-te,

a amar-te,

quando estás,

no mar de querer ser,

a porta que vê

o que foi,

para te levar

e sorrir para ti.

publicado por antonioramalho às 18:01
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Terça-feira, 7 de Novembro de 2017

O infinito em lua cheia

O infinito a fazer,

veste o areal

no teu mar

que desfolha

a ansiedade

como um beijo

que dissipa

a tristeza.

Na aurora

onde cresceu o amor,

que canta ao longe,

em lua cheia,

as ondas

abraçam o mar

nos meus olhos,

que vestem a felicidade

de te ver,

e que há-de dizer

ao coração

o sonho 

como segredo.

publicado por antonioramalho às 17:30
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Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017

As saudades que eram

As saudades

que eram

o jogo

do nada,

choram

o que nunca

eram,

que faz pensar

o que querem,

quem na tristeza

só vê

o que não tem.

publicado por antonioramalho às 22:20
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A porta da paz e da felicidade

O que emana à porta da paz e da felicidade, no ensinamento da própria mente, é o conhecimento de cada um de nós.

À sua maneira, quer dizer que a função de harmonia percorre o próprio tempo, no essencial das ideias à procura do benefício para ver a razão.

Para verificar o que é um mistério na miríade capaz de insistir naquele pensamento que devia ter visto o que continuava no tempo-

Chegou na certeza do que havia e que admitimos para nós mesmos, porque pensámos o que pudéssemos fazer.

- Eu não sou eu, na direção que explica o que é.

Algumas páginas que aconteceram a responder ao que deve ter o rosto que se afastou do que voltámos a olhar: o amor.

Guardar o que nos afete no meio da perceção da verdade que tem o céu, a experimentar o que quer fazer, no atalho subtil que se torna o que tentou chegar de outra forma que achamos.

A busca a deixar o presente, para vermos o que compreendemos e se transforma.

A ausência de complicações por terem encontrado a forma que vê o objetivo como explicação das sementes nos sentimentos, pertence ao que mudamos e dizemos trazer, no exterior que pode ser encontrado na expressão temporária.

- Não sei o que dizer.

- É mesmo importante para mim.

O erro que difere na forma do Universo, que é um bom sinal no sentido que aconteça, é o efeito que persiste na causa que pode procurar a mente, na quietude definitiva.

publicado por antonioramalho às 16:55
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O sentimento que realmente importa

Na quietude necessária que aprende a pensar e a transformar, o padrão que volta à fórmula da distância, como disse realmente o coração na esperança, compreende o fluxo passando nas sementes plantadas.

Aparecem nas ações nas manifestações que vêm do único pensamento que se aproxima. A vantagem que seja o sentido original do espirito, a fazer alguma esperança.

A realidade nos princípios, à medida do presente vazio, aberto a interpretações,  anseia por um motivo nas suas respostas, que mergulham no condicionamento dos sentimentos.

- Porque haveria de ver o que queremos, em algo para dizer?

A perceção que pode conceber o que pode ser, que não sabiamos, na compreensão da distinção que precisa de uma possibilidade através dos limites.

A resposta ao conhecimento no ponto de luz, a partir do que define o próprio julgamento, sem restrições.

- O que te dá essa certeza?

O sentido como sendo a luz a encarar as nuvens da beleza, que parecem o mesmo modo, torna-se o aspeto total da vida, num comportamento diferente.

- Penso que não será fácil.

Alcançar a reflexão que emerge da essência em relação à brisa do caminho, no potencial que precisa de independência profunda.

O que encontra a tua falta na chamada que tem atravessado o infinito, toca a luz na escuridão nos preconceitos que intervêm.

- Não propriamente.

Deixaste uma pegada no encontro do presente, alcançando o que esteve espalhado na viagem que cultivámos e que não se esquece.

As buscas nas respostas, podem ser o alcance do olhar, como precisamos.

A vida pensou o silêncio, que tornou a fazer a missão, a que chamou o mistério, na forma que avança nos passos do vazio.

Reconhecer os erros, que poderão provir da ilusão, consiste no que aparece e que não é.

O limite por um caminho, que é um atalho, com a ideia de que o vento que nos convence estará no conhecimento.

A essência que acontece nas circunstâncias, pode fazer a ação que amadurece o mistério.

Uma chamada tua, na comparação da diferença, no sentimento que realmente importa.

publicado por antonioramalho às 13:18
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Domingo, 5 de Novembro de 2017

A ilusão que não percebe quem é

Perceber

o significado importante

porque não sabemos bem

se está,

no limite como se fosse,

porque não tens mais

para dar.

A razão

que entrega o tempo,

que não podemos levar,

porque o nada

é nada

quando chega a ilusão.

O nada diferente

que faria

o que tiver

percebido

que não tem.

Porque

não é importante para ti.

Esperar tanto tempo

no nada de mais,

que sabe o que queria

e olha o que está a ter.

Esperar

o que parece

que liga o nome

que vai jogar,

a procurar dizer

o que fazia a dizer,

porque vai ser o que acha

o que diz a razão.

O tempo que possa

viver o sonho,

quando pensa outro dia

a viver a ilusão.

Por mudar

o que não entendes

na porta

que se fecha

de ser a ação,

que devia ir percorrer

o que era

na certeza da ideia

que parece o tempo,

que não tem.

O que se esconde

no gosto

que possas dizer

que parece,

não sabe

o que merece ser

e o que tem.

Tentar perceber

o eu e tu,

a olhar o espelho,

que possa ir,

porque não

dormes nas lágrimas

que são a luz

nas saudades.

A vontade

na paixão como

estava,

porque tem a chama

que disse que não tem,

para saber

o suficiente,

que não terias tempo

para amar.

publicado por antonioramalho às 08:59
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