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Sábado, 7 de Outubro de 2017

Um dia

UM DIA

 

Um dia olharás

para trás,

sentirás o coração

a dançar na dimensão

que será

o amanhã.

E dirás

o quanto

eu não sou eu

no amor em questão,

porque a espera sofreu

o que for

e que olha

a diferença

a aproximar-se

do que responde

o coração

Quão verdes

são as folhas,

azul o céu,

na beleza que dizer

quando ama

a realidade

na emoção

que se torna

o amanhecer.

A presença

por revelar

no amor profundo,

que deixa chegar

o que diz conhecer

que é o amor.

A troca do ser

que deixa o olhar

no sentimento,

nas raízes a alcançar o céu

e a esconder o Sol,

que amava

a janela

que poderia conhecer

na ponte que ficou

o que disser.

A forma

que enfrenta a noite

do que queria dizer,

na fonte que repete

o que não podemos esquecer.

O ser

no nosso amor,

que parece voar

no tempo

a espalhar

a eternidade.

Perto de ti,

por haver

o que é a realidade.

Porque é

todos os dias

o que consegue viver,

que esperava o que parece,

a preencher

o que se torna

o que ficará,

para pensar

porque é….

O que estivesse

a olhar uma mulher

no abraço

que diz as palavras

que traz o amanhecer,

nos seus lábios

a procurar o teu rosto.

Será a noite

em cada suspiro.

E o amor

que alguém perdeu

em silêncio,

no mar da solidão..........

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

publicado por antonioramalho às 14:42
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Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017

A solidão de ti

A razão da poesia que precisamos,

num abraço que falta.

Tão perto de ti

no tempo

que passa junto.

Tão perto de nós,

o que será sempre.

Em algum lugar

em ti

procuro o amor.

Pelo teu caminho

as estrelas

perdem-se por ti.

O que sonhares

por te ver,

no prazer que vive

na interpretação.

O que trazes

num feitiço

do encantamento.

À sombra de um sonho

de querer

a vida que ficou.

No teu olhar,

no tempo que foge.

A solidão de ti

no sonho do amor.

Querer-te

na busca que chama.

Na madrugada em ti, 

não sei que encontrar

no sorriso

que fica 

no teu corpo.

É o tempo

que não sei

sem ti.

 

publicado por antonioramalho às 09:31
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O que visualizamos dentro de nós próprios

Querer um motivo, que gosta de fazer o que estivesse nas regras, e que realmente satisfazem o que simplifica.

A sua direção através do que visualizamos dentro de nós mesmos, no afeto e no potencial que precisa de ser semelhante, é uma imagem que estaria a ser o que teriamos, nas características de uma realidade a mudar.

A oportunidade que se esquece e parece satisfazer um desejo na afirmação do que aparece, no âmago que se baseia na solução exposta ao que gostaríamos de poder suavizar na lembrança.

Estava implícito no desejo sobre o que deveríamos fazer, a sentir a satisfação, em busca do que mostramos pensar de nós mesmos.

Nos sentimentos que se esquecem e no elogio de uma vantagem do caracter, concordamos na sinceridade que dissemos cumprir, no exemplo da resistência para crescermos, num sinal que achou a realidade.

O que se adapta ao seu modo, noutras palavras.

Que demonstrou o que começamos a perceber, no relacionamento que não conseguia fazer os traços negativos, a desempenhar as carências que abraçam as nossas falhas.

O resultado positivo das mudanças que respondem a nós próprios, nos estímulos que respondem à atitude.

Influencia o que conseguiremos fazer no desafio em jogo, que na verdade temos.

À procura dele, estamos a tentar acertar a marca onde não conseguimos tentar o que vamos encontrar.

Não entendermos o elogio, por si próprio, na incapacidade construtiva a satisfazer a necessidade de prazer.

Aplicar o que associamos às regras por limitar o que parecemos voltar a encontrar e passa a ser a confiança que acontece nos objetivos.

O que é fundamental na necessidade do tempo, que consegue o que dizia e sabia.

Na explicação dedicada à coragem, fica um ponto de vista de nós, como conhecimento melhor do que permaneça e como poderemos sentir.

Transformar o suficiente, na imagem que faltava e que não concorda com os atributos que conduzem à sugestão.

 

publicado por antonioramalho às 06:53
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