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Sábado, 30 de Setembro de 2017

Mulher

Excerto do livro de poesias “ Mulher”

 

Porque és mulher,

nasceste diferente,

na tua dor

e no teu amor,

nas lágrimas a sorrir,

ao mesmo tempo.

Quiseste vencer

na vida, na família,

como uma árvore

que se ramifica

e sorri ao Sol,

no aspeto e na imagem

no exemplo

de força e beleza,

No olhar

de quem és,

a crescer

como ser humano

unida,

ao nome, à terra e ao sempre.

O que acontece

no que imaginas e sonhas,

e no que está escrito,

na condição como indicação,

que seja a maneira de dizer

o que tinhas sido

capaz de querer.

O que não lamenta,

no que parece

e no que sabe

e no que querer,

nos conflitos,

nas dificuldades

e no desejo

do quotidiano, que constróis

na prudência e na sensibilidade,

à volta de um abraço

nos pontos de vista,

do que estás a fazer.

Em teu nome,

na tua postura,

e na tua atitude,

és quem mostra

a vontade de vencer

como alguém que gosta de verdade,

Queres amar

e ser amada,

simplesmente,

como se fosse difícil

não o ser.

Queres sentir

o destino

que segue o seu caminho.

Porque és mulher,

filha e mãe,

sabes amar

e querer,

estar no olhar

e vencer.

Procuras

o amor,

na existência

que pensa

e compreende

o presente.

No brilho do teu olhar

cantas em frente

do coração,

o gosto de conhecer

o lugar

do amor.

Sofres pelo homem

na espera

de o ter.

Só para teres

amor,

abdicas

de ti,

no rosto

e no sentir,

de seguir o tempo.

Tocaste

a imagem

da coragem,

na beleza

de não esquecer.

No teu rosto,

percebeste,

nasceste

a saber

que a razão

não é amor.

Fazer de ti,

o que decidiste

por amor,

e que nada mais interessa.

Deixaste a tua vida

pelos outros,

porque não quiseste amar-te.

Fechaste

o teu coração

ao amor

na paixão, a sentir o tempo que passa.

Porque tens o amor,

de outro alguém

sempre

dentro de ti.

Fechaste

muitas vezes

o coração

ao querer e ao desejo

pelos outros.

Fazes pontes

entre os outros

dentro de ti.

Porque és mulher

sempre soubeste

sofrer e amar

em silêncio.

Porque és mulher,

como poema de uma vida,

na raiva e na doçura

de uma luta constante

que não falha

e que vai voltar na nova oportunidade.

publicado por antonioramalho às 16:23
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Sexta-feira, 29 de Setembro de 2017

A Ponte Entre Duas Árvores...

A conversa nos traços de felicidade de si, que ficou a mostrar o que esperava, é uma ajuda nas dificuldades.

Junto a si, o desejo que tem vivido na expressão da ideia que nos pode ajudar, forma o que convidava aos encontros amorosos.

Caminhar de mão dada, como passam na rua que abraça a história e que parecem as pernas a que pertence a impressão que determina as emoções.

Na vida, apanhamos o que nunca pensámos quase certo que pode ser a empatia para confiar, no que percebe o que só não havia na porta, à procura do que não temos.

O silêncio de um balanço que deixa escapar a luz, podendo tentar aceitar mais tempo, no que aprendemos, e que devia estar a suportar os sonhos.

O que não necessita de mais tempo, na melhor forma de ninguém para ver o prestígio que agradasse ao que a mensagem insistia em passar, dizendo o que fundava a tentação.

O instante que seriam as palavras que pudessem perguntar por eles.

Na afirmação como parecia, na estrada que soube procurar as lágrimas, supõe ver o que podiam deixar as decisões.

Ao tocar o seu caminho, queria parecer como se tivesse a sua vida, a voltar ao que dizia ser o imprevisível.

O que era um termo que chegara no luar, começava andando juntos,  de mão dada, representando a verdade que concede o que sentiam.

Poderia voltar a amar profundamente, o que seria o seu coração.

Deu a intenção do que seja possível, como um conto de fadas tornado realidade

 

publicado por antonioramalho às 18:52
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Segunda-feira, 25 de Setembro de 2017

Nada ter na certeza

O amanhecer

que está mudando

no nosso tempo

pelo que fizeste

o que perdeu o amor,

diante

do que encontra

como se fosse

o que precisamos de volta.

O que queremos,

que se manifesta

ao passar,

porque é positivo,

no meu nome,

que resiste

ao que se tornou

a vontade de fazer

o que não sou

e que estou

como sendo

o que se traduz.

Noutras palavras,

em ti,

o desejo que será

por se encontrar

a maneira

de ficarmos

na justificação.

Olhar o que não podemos pensar,

a não usar o medo,

na presença

que irá na própria vida,

e conhecerá

a realidade como é,

o que ajuda a caminhar.

Estarei ao teu lado

a noite

no momento,

porque faria

o que disse que gosto.

Continuar

na maneira diferente

de ficar mais perto

no passado

a voltar juntos.

Conhecer o teu olhar

a acolher

o instante

que se esconde de mim,

na brisa que força

a compreensão

para mostrar

o meu amor,

que começa na luz

que realmente

deixa fluir

a tua mão

no meu coração,

e que sente

o que seja a presença

de uma chama

na oportunidade

do sentido a acontecer.

A lágrima que se transforma

nas tuas mãos em mim,

sonhando,

no receio que contou

o que quer dizer

o vento

nos braços que se cruzam.

Sentir o que mostra

a ação para compensar,

o que queremos saber

no significado

que enfrenta

o que julgamos,

outro dia

que viu

nada ter

na certeza.

publicado por antonioramalho às 23:19
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Domingo, 24 de Setembro de 2017

O que estamos a fazer

Para dizer o que é,

o que não precisamos,

porque é óbvio

que era só

a vida no gosto

que está a perceber

o que dizemos

cruzar

e que permanece

na realidade que enfrentamos.

O que levamos pelo caminho,

de não sabermos

o que fosse errado,

na forma que consideramos,

no que importa resolver,

é o tempo disposto,

nas consequências que afastamos.

A noite que precisa

de transformar a questão

que disse que tinha o que esvaziamos,

enfrenta

o que trouxer

a medida

do que continuamos.

Para fazer a noite difícil,

a acontecer

o que podíamos ter trazido,

o que não somos.

A dinâmica

que diz a resposta,

que era o que tínhamos,

na atitude

que pudesse ser

o que estava

no sorriso que parece

o que aconteceu,

que não consegue explicar

como sabemos apreciar

o amor.

O acesso

que pode ter sido

o que iriamos procurar

no caminho

que vi parar

o que identificamos

e que faz abandonar

o que vamos ver,

no encontro que precisamos.

Por outras palavras,

na razão porque

a mensagem

não tem

o que não faz deixar,

para buscar

o que se passa,

que trouxesse

o que íamos começar

a fazer sentido.

O que deveria

estar

no que seria ideal,

procura alguém

que parece

o que faz parte.

Ultrapassar

o que interpretamos,

no nosso ser,

que faz que seja possível,

o melhor

que queremos dizer

do tempo que aceita algo

no que nos poderemos tornar,

quando estamos a chegar.

O que nascerá,

a pouco e pouco,

do que não se limita a viver,

do nada que se esquece,

para podermos chegar.

publicado por antonioramalho às 12:50
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Sábado, 23 de Setembro de 2017

Sem ti.....

Sem ti,

sei quem não sou,

no nome que deve estar,

no céu nublado

que faz o que é muito longe,

no tempo suficiente,

sem futuro,

no contrário que eu faço.

Procurou

o que é eterno

no coração que vê

o que não vê também.

O que esteja,

que gostava,

e que não tive tempo,

na dúvida que sim,

possa chamar

o que talvez não consiga encontrar.

Não me lembro

do que encontrei

nesse alguém que é,

em todo os ângulos,

a aproximarmo-nos,

do que não vejo.

O que é longe

a caminho,

do que possa estar,

e deixa ver,

que era uma lembrança,

que procurei

o que perdi,

que não seja verdade,

mas que acabarei por ver.

O tempo a chegar

em frente

que nem acredito,

que voltei a ter

no sonho,

que fica bem.

O que nunca saberei

no céu nublado,

que quer levar

os raios de Sol,

ficou no tempo que adorava

o que seria importante,

por saber

na opinião

que viu o amor

que não quer lutar.

Enquanto

estiveres longe,

o amor

envia-nos o que fica

na inquietação,

que haverá

o que sejam,

o que não fará

e o que não vemos.

Na noite que te levou para longe,

sempre que ficámos

como não era

o que tínhamos,

surpreendeu o que ficou,

que não gostaria de ir,

na identidade desconhecida.

O homem que sou

por conhecer

o que gostaria de ter,

para depois

aprender

o meu caminho.

Entrar o que não aceitar

que estivesse,

o que não posso

a deixar de ser,

que aconteceu algo,

a quem ninguém vence

algo diferente,

que significa o que mantemos.

O que gostava de um lugar

enquanto procura o amanhã,

que faça e deixou

e quero

como posso

o que não estava

pelo amor que parecemos

e que também temos.

Chamar o sentido que seja

na morada

que deve saber a diferença do que sou,

quando lá chegar a espera

do que parece significativo.

O que lhe dissemos,

ao amor no momento,

que tem de ser,

que atraía no nome

a certeza que preferisse

na vida que é,

por onde ficar

o que se passa

a fazer ouvir o que é

e não sabemos quem.

O que não sei

a quem ninguém

diga o quê

na razão

para começar.

publicado por antonioramalho às 20:02
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Ser a vontade que faz chorar

O tempo que escolhe as palavras para ti, na questão que reconhece o real, porque nascemos onde nada é impossivel.

Ser a vontade que faz chorar, sem ti.

No significado que tenta beijar, incessantemente, a perceção se si mesmo, de não ser a forma que existe na minha crença, enquanto capaz de viajar no meu pensamento, que é a lição que pode aceitar o que não é meu.

Esforçar-me mais, no simbolismo da inocência, na brisa do outono, que não me deixa. Os pássaros que tentam chegar, simplesmente, ao que tento compreender na brisa ao meu lado, na noite que for o que sinto balançar, no meu lugar em chamas, que saiba querer o que sinto na tristeza.

O que deve não estar no equívoco. O que não esteja, que é o meu amor, que eu sinto, a fazer a diferença, que deveria ser o que cantou o amor, eternamente.

O que toca o teu rosto, na melodia que é tudo o que queria, está como disse evidente, onde existe a luz, como o paraíso que conhece a mente como ela é. O que quero acreditar na luz, que criou a visão, que pode ser o que pode ver, que é real, a ser o que pensamos que pode, nos meus olhos a brilharem.

Na compreensão desse amor, naquele dia que não é, que é a lição na forma que esperava lembrar, através das lágrimas que escolhem ser o tempo.

Na perceção que não tinha, na maneira em questão, é o momento que disse o que ocorre, por o vazio esperar o amor, para corrigir o que se manifesta e induz na verdade, a cair no que tentei, àquela porta que queria.

publicado por antonioramalho às 10:34
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Sexta-feira, 22 de Setembro de 2017

Quando é o papel da nossa vida

O desafio que vive no caminho do amor, para cuidar do desejo que parece ter o presente, na vitalidade da alegria que prepara o momento contrário, na mesma alegria, ao passar o que significa um olhar perdido.

Resulta no uso que pode solicitar a oferta, que se encontra em si mesma.

Esconder as nossas emoções, não consegue o amor que possa não haver evidente.

Tardará, constantemente, a olhar o que agradecemos na experiência suficiente.

Que se expressa por haver sido o amor, nas recordações que não interpretam as ocasiões.

Poder aprender com o que vivemos na dor, podendo amar o que parece tentador.

O que resulta adequado nas preferências que deveriam ter a bondade no nosso coração.

O que inspira positivamente, ao redor da despedida, o que abraçamos no tempo, onde podemos incitar o que tocamos.

Transforma o caminho do amor, na perda que existe na maneira que encontramos, no apoio à porta que consegue enfrentar o passado.

A alegria possível que teria presente, na diferença para eleger a visão, na contemplação das perdas.

O que nós conseguimos, no momento em que viver se converte no princípio que seria viver, quando é o papel da nossa vida.

 

publicado por antonioramalho às 15:39
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Parte do que podemos aproveitar e sentir

O compromisso da responsabilidade, que significa a construção do afeto, na vantagem como esforço que atravessa a verdade, mantém a conduta numa visão para encontrar o caminho a conduzir na espera e no desejo.

O que se recorda o cenário que podemos amar no que era, onde o propósito converte o que equivale ao enfrentamento dos recursos, que podemos dizer no ressentimento como parte do que podemos escutar e aproveitar.

A maneira que responde na razão, antes do objetivo contradizer o que visualizamos, nas palavras que jamais bloqueiam o que podemos fazer para comunicar e dizer o que sentimos.

O que se apaga sempre e supõe esperarmos para aprender verdadeiramente, atravessando as lágrimas da negatividade e aproveitando os passos que chegam com os momentos, no caminho do medo.

Dramatiza o lado que consiste em aproveitar o que são os próprios passos.

A página que permite combinar o que funciona, nas questões onde encontrarmos as novidades.

Para deixarmos de ter o que oferece e o que possamos fazer, quando recorremos à tensão que dirige uma nova oportunidade, parece o cenário que esquecemos.

A maneira de suceder no problema que parecerá, o segredo ao redor da interpretação que limita o passado.

Os esboços no momento para sentir alguma coisa, são a questão que intervém em quem toma a postura, tocando o que acabará nos sentimentos.

publicado por antonioramalho às 14:56
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Procurei-te incansavelmente nas palavras ausentes

A dor

por não estar contigo

no querer

que é,

nas palavras que não me deste

e no amor que esteve sempre

à espera.

Para lá das sombras,

que se afastaram

e aproximaram.

Pelo menos na memória

de ser,

com o tempo

que pode parecer a escuridão.

A chave a pensar

que estava,

a dizeres

o que estava a parecer.

As palavras partiram na noite

que não é igual

ao que é assim

que nunca chegou.

Queria que ficasses

no que era importante

e preciso.

Ao meu lado

a esperança

até ao ultimo minuto,

até ao ultimo segundo,

que passou

e que faz o querer

na certeza de não perceber.

A visão desfocada

de mim

a querer aprender

na forma que não era

o amor

num disfarce.

O que sempre vi

na luz da música

que travou algo

a desistir

do que diz não acreditar.

Para oferecer o tempo

que significa muito para mim,

a ver

o que estava à procura

do que sabia que não era o que é.

Os reflexos da vida

encontraram

o que riscou a chama

ao som que tira o porquê,

no que eu sou mesmo

na diferença.

Onde estão as palavras,

no que escolhemos,

que não vamos escolher.

E podemos dizer

que é mesmo triste

porque é,

no contrário da ausência

que não quer saber

porque acreditava em ti.

publicado por antonioramalho às 00:22
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Segunda-feira, 18 de Setembro de 2017

Sentir o olhar

Apanhar o olhar,

que tentará dizer,

o que parece e que não parece, no que a vida significa.

Porque está só,

a querer

o que pensou ter voltado

nas palavras como pontes,

que animam a arte de expressarmos o que desejamos,

nos sinais que cruzam a realidade.

O que há,

capaz de mudar o que devemos olhar,

no coração que chama o amor

e o que não deixou de procurar,

pronunciando o desacordo do coração.

Podemos passar a vida juntos,

o que compreendemos no olhar,

que seja a afirmação na construção,

a seguir os sentimentos

de qualquer forma,

na morada do que quer dizer

o que confunde o encontro do ser,

como se sente

à espera de acontecer

o que agradecemos e onde estamos

no cuidado da fortaleza que cresceu

e que não queremos esquecer.

Do que queriamos fazer,

pelo medo, que decida estabelecer,

segue ousado e agressivo,

intenso no que desempenha,

triste ou gentil.

Permanente,

na atração como sugere

na ansiedade por ver.

Parece a forma

feliz de ver.

que é o ideal, mas que colocou

o que entrou e o que espera

no que terá de ser o caminho.

Porque nunca temos a certeza

de qual é a porta

do que possa parecer,

na preocupação que passa

e nos reflexos para vermos o que ligamos

nos valores interiores

e não percebemos se foi um sim.

O que pensar,

nos pontos em comum

que compreendemos,

o que desaparece no momento,

que queremos saber

o que precisa de um resposta

na carta que se esqueceu do que não teríamos.

O que adorava apreciar, no que dizia,

e que gostava

de recuperar o que perdeu,

na parte que começou,

no que define o coração.

O sentido do olhar

que perguntou

o que parece que volta a tentar

no contato que disse o que trouxe,

a experiência de interpretar.

Olhar um para o outro

que ficamos sozinhos ou juntos,

deixa abraçar o que podemos dizer,

no importante de viver

a unidade do tempo preenchido.

O que será viver

que sabia que sentíamos

na sinceridade por contar,

e nos olhos que se fechavam quando cantávamos.

A diferença que ocorreu,

onde estava,

que é o que deu e significava

no olhar que sabia a sensação

que interessa entrar no compromisso,

na companhia simpática de alguém que parece ser

o que precisava ser.

Atravessar o comum, ao som de um olhar

prolongando o infinito,

na verdade

que continuamos

a fazer no momento,

que crê no objetivo

de guardar o coração

no entusiasmo,

que parece dividir os limites

em cada atitude,

no segredo

que encontra o que não está,

e sente amor por seguir

o que descobrem os pensamentos.

publicado por antonioramalho às 23:26
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