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Segunda-feira, 31 de Julho de 2017

Tocar o impossível

Perceber o que tocam e perdem no impossível, que faz parte do que conseguiu sentir os atos isolados sobre o que se aproxima, a mostrar o que fazem no impossível.

Reviver lado a lado, o que emana na disposição.

Querer pertencer ao tempo que sorri, e trazer o que seja a porta que recebe o sorriso, no amor que deixa ir o espelho, porque é a voz que escreve o que as palavras decorrem da vida.

As promessas que apetecem ao céu que protege o beijo, no coração a chorar o que vive no sorriso capaz de esperar o oposto na saudade, que acaba com o silêncio que escreve o que decide o coração.

A emoção, ao dizer o que faz sorrir o que pertence ao confronto que tem lugar no seu coração.

Pertencer ao que ficará traduzível no sorriso que queria um abraço.

publicado por antonioramalho às 14:18
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Domingo, 30 de Julho de 2017

Encontrar o ser

Encontrar o ser, que apetece estar no seu corpo, despertando a vontade, na coragem do seu lugar, na razão que faz o que somos.

O que fazia a importância, no querer que dê em si, estava no sonho que acordou os pensamentos.

Fez esperar o que diziam, no que saibam ser, supostamente, as palavras que deixam identificar o sentimento, o que diz o que varia no cansaço adverso da insegurança.

O que era amor nos sonhos para trazer o que sentem, deixa acordar o que vemos na tentação de dizer o sentido do que querem no tempo, que existe nas barreiras imaginárias.

Os olhos que procuram adormecer o que apetece, na convicção de amar o que descobre a vida.

O que precisa de si, no seu abraço, a adormecer, que sempre soube e que espera acrescentar no encontro, importa ter próximo do olhar saber que é dela.

A extensão deles próprios, na opção que dorme na sombra do que basta viver, ausenta o caminho do coração, até si, que desvia a chama da saudade.

O que adiamos nos medos que venham dizer o que reconhece o gosto que convém na razão, quebra a tranquilidade que seja a escolha única de nós.

Continuar a sorrir nos pensamentos do querer, como vive na vontade que é a determinação no seu corpo, na confirmação que quer agradecer o que determina a lembrança, que ocupa as respostas envolvidas na manhã que queríamos, para nos deixar o que nos faz feliz.

publicado por antonioramalho às 09:05
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Sábado, 29 de Julho de 2017

Sabe que voltei para a encontrar

As lágrimas que recuperaram o sorriso, de ser seu, no amor que poderiamos ter, sentiu a cor que anseia pelo que sabe ver, no perfume que agrada ao que pareça saber, o tempo quenão dão.

Ver o impossível, como ela, porque a diferença é uma troca sem razão, no jeito que suporta o dia, porque apetece do nada que olha o tudo, na manhã de carícias a contar o que fazem uns braços carinhosos, a bater no seu coração.

Dentro de mim, as palavras que nada sabem de ter, para não magoar, podem não estar vestidas do tempo que espera o teu coração.

Preencher o vazio que é feito do que deveríamos arrumar, prescindindo do que decifram as palavras na razão das dúvidas.

O que fizesse tropeçar as lágrimas, onde chega o importante em nós, que deve estar no caminho que considera o incómodo de serem os erros.

Ouvir a voz da serenidade, como pausa ao chegar o dia, que passeava na outra metade de mim, e que abraça o sol que sorri ao que renasce para sempre.

O que chega no sentido que gosta do tempo, admite tocar um abraço.

publicado por antonioramalho às 08:46
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O amor avança a ouvir o sonho

O que vive na busca, procura um beijo no meu coração, que eram pensamentos a aquietar as dúvidas, com a coragem que sabe sempre o que diga a ação.

A porta de ti, que sabe esperar o que acontece de nós, aproximava o sonho do que sente abrir o que sabemos.

A vontade que rodeia o que descobre e existe, no olhar da sua presença, que diz saber o que pensa profundamente, no coração que esconde a história que não entenderá o que somos, no que não demos.

Os fragmentos da tristeza, na conquista que pode ver o desejo, enquanto provoca a luz que precisava de ficar, esquece as saudades a calar a noite.

Viver no que parecíamos precisar, não trouxe novidades, para além do óbvio, o que se passa vagarosamente, a descobrir quem somos.

- Se pudesse ser…

Em nós, o que entra na paciência que quer ter a distância, na correspondência que não existe.

O papel para esconder o que apetece recordar, no espelho inesperado do que lembra o pensamento.

O passado, que traz o tempo a aguardar o que deixamos, na transparência da memória, veria a hipótese que espera seguir o que entendemos dizer.

Por ti, o amor avança a ouvir o sonho de um dia a cruzar o caminho, a trazer o beijo murmurado, que inebria a importância que se mantenha na forma de si próprio, e que ganha a proximidade.

publicado por antonioramalho às 08:33
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Sexta-feira, 28 de Julho de 2017

O horizonte transparente conhece o teu olhar

A profundeza do eu na medida de ti, que conseguisse o que existe no amor, a sentir o teu silêncio.

Vão passando os dias no nada que não é o que existe, a desvanecer-se no acordar e a encontrar o que quer nas saudades que mostram a tua presença.

O que não possuo, na tua ausência que é diferente, explica o que confunde o abraço, que acalma o que não a devolve.

As tuas carícias, nos meus beijos, aguardavam o que faça acreditar, na interrogação dos teus passos.

No teu corpo, o horizonte transparente, conhece o meu olhar.

O que fica, no vazio de ter, não muda na paixão de gostar de ti, deixando ser o que tinha e é, na certeza que resulta no que oferece a cor de ser um abraço.

Os nossos corações, indefinidos no amor que conheciam o sempre, tocam as saudades do que poderiamos ter sido.

O silêncio presente no aproximar da noite, que não era o sol, encontra a dúvida no desencontro.

O que vive e se esconde na troca e na espera que guarda a memória do que saboreavamos, ao crescer.

publicado por antonioramalho às 22:04
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Quarta-feira, 26 de Julho de 2017

O beijo sem aviso de chegada

O beijo sem aviso de chegada, que espreita um abraço, esquece-se do pensamento, do princípio ao fim, na extensão a sentir o que consegue o coração.

Por palavras, a dizer o que ecoa no amor, embacia a ausência de ti, que parece o fôlego por perto, na sua presença.

Há um entristecer de nós, como se fosse o que fazemos na sucessão de todos os dias.

O que pensámos no decorrer do que protege o céu, a contar a distãncia, recorda a vontade de estar num abraço, que consiga dizer o que entende o silêncio.

Saber o amor que tocamos, abraçando o sorriso que adormece a luz, na integridade que apetecia sussurrar a nossa vida, pelo caminho das escolhas que abrem as portas em mim.

O sonho que abraça o teu carinho, no lado que pretende o valor, despe os preconceitos e os olhos que procuram adormecer o que apetece, acordam na convição de amar o que descobre a vida.

publicado por antonioramalho às 13:17
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Segunda-feira, 24 de Julho de 2017

Para iluminar o coração

A luz do sol volta todos os dias para iluminar o coração…

O que era de haver talvez, no difícil que resta imaginar, recebe a riqueza que for um prazer, na forma que se tornou o que pareceu.

O que é quase impossível, a quem acreditasse que merecia, existe um não posso nos vestígios à volta do segredo, do que esclarece o que queríamos.

Revelar o que deve ter havido, através do que indica o que encaramos na resposta para encontrar o que está na escuridão.

Os limites que estão em movimento pela culpa, ao longo do tempo, é a libertação da tensão que começa na vida que propõe debaixo da insegurança.

A acontecer o motivo que sabe amar, na indicação repleta do que houve e que sugere o que sentiram, na vida que não oferecia o refúgio que escolheu ficar para começar.

Explicar a razão a crescer.

Por causa da sensação que é, o que aconteceu, conhece o que parece lembrar.

O evento que se transformou, no que viesse a saber, são como pedras que parecem, na sensação que tinham.

O que decidiu ir procurar, na direção que chegou, deve ser o que só viam na fronteira do eu tinham.

No mesmo local, queriam falar o que também foi possível e sentiram que fosse.

O que poderia ter na medida do contrário, é a distância das impressões.

Aproxima-se do que tinha a razão.

publicado por antonioramalho às 13:12
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Domingo, 23 de Julho de 2017

Lembrava-se de ter o coração bater

Desejando as suas palavras no desafio, que pode confirmar a sua presença, habituado a perceber o que se tornou a acreditar no que disse, considerou os ideais na resposta que acrescentou ao que fez e dançou no instinto.

O que haveria a conduzir na sua história, mostrou o sorriso que percorria o olhar.

Simplificar o olhar centrado a dizer o que sabia estar a chegar ao lugar possivel, que aceitou o que oferece e não acredita.

O que pode não ser o que cedeu, na margem que não sejam as palavras.

Acredita notar, por causa da proximidade, que seja o que sabia precisar, e acompanhou a satisfação que pudesse transformar o que permitiu aceitar a verdade.

Continuou a precisar de acompanhar os pensamentos que sentia, na causa que não estava a ebfrentar e desviou o olhar.

Dizer o que ficou na reação de irreverência, como uma situação que possa cumprir o que concordou nas palavras, percorreu o que podia imaginar.

Beijaram-se no sorriso que aflorou ao olhar que transpôs o que acabava de despertar.

Lembrava-se de ter o coração a bater, que deixou a eternidade para estar no sonho que tinha desaparecido.

publicado por antonioramalho às 09:55
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Sábado, 22 de Julho de 2017

Évora

O quotidiano que representa a construção do sentido que assume, simplesmente, a beleza à procura do que levar ao contentamento.

Conhecer a atenção no caminho a passar, que será o não ser, que sucede à fonte que houve.

As antigas igrejas que encantam o que apresentam, no que vive e diria conhecer, constantemente, nos instantes que se confundem na monotonia de um passeio pelas ruas que conhecem o que mostra a luz.

As muralhas silenciosas de uma guerra que guarda as imagens, no imaginário de um rosto de tristeza, no seu rosto que enche a ternura, nas arestas onde a luz se fosse debruçar, romanticamente, como se o vento povoasse as pedras, apagando os nomes.

Na rudeza dos muros que se pronunciam como orgulho, que serve a história e que se segue ao sol da manhã, vibrando ao ar que amou o sentimento, na cor e na evocação da melodia que passa a desfrutar.

Alguém vive na beleza que desfia a luz, no fulgor em cada olhar e na paz que vive na luz do sol. É o passado que ilumina a saudade, nas linhas belas de arte, que surpreendem Évora, no tempo a espreitar às portas.

As feições a contornar as conversas que sentem os pormenores de uma cidade, nas ruas pedindo vaidades, nos sonhos que sentam o olhar no coração da paisagem.

A sua natureza, na população em Évora, que quiser deixar em si mesma, o lugar relacionado com os passos que acordam na memória que consta, no que adormece a alma e que esconde o que mostram os muros.

Os momentos no ângulo do amor, na força que olha o que prefere, no ar que faz quem viu, no sol que resiste no seu ninho e esqueceu o que aproveita o relevo da arquitetura, a erguer a província que gosta de ter as planícies no seu templo, e que cativa cada fonte de ser, que não muda.

O silêncio da noite que passeia na alma, espera a evidência sedutora dos caminhos onde persistem os encontros.

O passado que começou nos passos que surgiram nas luzes sobre nós, envolvem a beleza aliada à madrugada, que mora na exatidão dos limites do tempo.

O sonho das casas saindo da cidade, conhecem a cor que salpica do que começa com calor de verão e que semeia o que ondula na sombra que gostava de construir.

A noite que veste o luar, chegou no tempo que desapareceu no olhar e que se instala para ouvir a melancolia.

Sobre nós, olhamos o que fica em frente e que chegou no caminho que encontrou, que há-de ser o vento nas trovas que surgem na madrugada que haverá.

Os alicerces que tornaram o que ressoa, na memória do estado de espirito, nas raízes humanas que encontram um lugar na presença, em cada rua, que entra no templo, vestida de um sorriso que se concentra na luz e se tornam as saudades que mudam o amanhecer.

O céu que desce na harmonia e se destaca nos momentos de trazer o horizonte, escolheu o trilho que descobriu a bondade.

O aqueduto romano que segue o que recorta o declive adaptado à impressão que se esbate no espírito, desfruta da presença da dinâmica, que escolhe o que sabia encorajar.

O gosto que pudesse ver o resultado, para adquirir o que se pronunciava na regra que se torna o domínio da aprendizagem.

O que representam os seus olhares, nos pensamentos que escolhem os monumentos, passam o que deviam pensar, por ter o que deixou de ser, na conquista do valor que passava.

Empurrar o sol na fonte que guardava a praça, na voz que acaricia o silêncio, para ficar pelas planícies a espreitar.

A cidade que acorda nas portas que ficaram ao sol, a atravessar o olhar que leva a saudade, que parece ter o seu espaço.

Espalhar preocupação no fôlego que se tornou igual, refletindo os factos que eram em nós, o que fosse o encantamento.

No infinito da alegria que apetece acolher no nome onde viver, escolhe o que sente começar, atravessando o silêncio, na chegada ao presente das suas vidas.

 

publicado por antonioramalho às 09:16
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Alentejo

Excerto do romance " Prisioneiro de ti"

 

O olhar nas sombras que revém os laços de ternura, a procurar o sol, são promessas a demorar o tempo, que encontra as praças de gente a recriar a vida, no seu significado inimaginável de ficção, que se aproxima das pessoas e espera que aconteça.

A luz que confronta o que evidenciam as dúvidas, procuram encontrar o que acreditam no contacto que for possível, na função que empreende o tempo.

As ideias que queriam apenas o intuito que mantivesse a permanência na disciplina a produzir o caracter, levou a não abandonar o terreno no desligar.

Procurar o que se ergue no muro da experiência, que indica o que parece apagar os costumes, que serviam o que povoam as influências.

Mergulhar na convicção da realidade, que estava no que vinha procurar a apreciação dos pormenores, no aborrecimento que procura as razões.

A atenção nas disparidades, que se passam no que parece…

A paisagem, na atenção e no espírito de viver, prende-se no campo alentejano, que boceja na forma de ter a presença que marcou a importância de uma força reveladora do interesse.

O que corresponde ao local que surge na demora da cidade, que ocupa o reconhecimento, nas diferenças de tons, ao longo das características que referem a interpretação do presente.

A visão do espaço que constitui a heterogeneidade, que ressalta do quotidiano dos acontecimentos relacionados, essencialmente, com a função que desempenha o que parece apresentar as palavras que acontecem, nas correspondências a perceber.

As referências que prendem o alentejano, como é o que tem sido, na dimensão interessante que parece ser o que diz respeito, ao que ocupa a importância que refere o que seria.

A determinação da localização do empenho que parece refletida no que se esconde na interpretação.

publicado por antonioramalho às 08:49
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