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Terça-feira, 25 de Abril de 2017

A fogueira da chuva que não somos

O cair da noite de um dia que não somos, o que for preciso, para longe do que não convém, por onde descem os sinais que vão ficar na nossa rota.

A fogueira da chuva, onde temos o que prefere estar, para não ser o que acorda.

Afastar o que quer ficar no ressentimento, que devia ter visto como dissemos para entrar, na razão de mais um dia.

O que permite, como cada um é, que há sempre o que foi e fazemos sempre, que busca mais por viver.

O cheiro das árvores que voltamos na razão que depende da nossa vontade, que precisa da conquista de um objetivo, no mesmo lugar que pode ser difícil.

Uma só palavra, que não chega no que sentimos, o que ajuda a fazer o objetivo comum.

Onde estaremos, há algo que não sabemos que vamos encontrar nos desafios.

 

publicado por antonioramalho às 18:21
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Quando devia ter seguido o coração

O que cruzou o momento com o olhar, que passou em frente e deixou como fizera, num passo que não se vai esquecer e que demorou o que pode ser.

Um terreno vazio que olhou para manter a observação habituada a rebuscar as ideias que são justas, que é o que se passa.

- Certo, então…

O diálogo que parece algo, sentou a direção que não tínhamos e que seria pela luz o que ecoava, tornando-se a aparência em simultâneo no olhar que se estendia, espalhando as ondas de uma companhia, nos braços que podem fazer o silêncio.

A versão que chega ao amor, no que estava a ser estimulado, perdeu-se nos momentos que não poderia ter.

- Porque não podias fazer o mesmo?

Sentiu o que tocou repetidamente no olhar, que se passou no que lhe apetecia e apenas sentiu separado, em busca da inspiração que lhe advertiu o que mudou no guia dos sinais, de muito diferente, a baloiçar no que gostava.

publicado por antonioramalho às 17:16
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Domingo, 23 de Abril de 2017

O que havia no tempo

A dizer o que, simplesmente, pode ser o tempo onde estávamos, em cada vez que tinhas a mesma história de mim, que escolhi estar contigo, para amar o que viver.

Sentir como se fosse o que não sou, o que eu quero, ser beijado por ti, que vale a pena, por voltar a ver-te.

Descobrir como vamos fazer pensar o tempo que sente a tua falta, que eu sei ao ver-nos, na promessa que ama o amanhã, que devíamos contar na história que tenha sido.

O que sou, que já não sei o que sou teu, no amor por que nos tornámos, o que parece ver o céu, na tua imagem.

Cada cor é uma escolha para perceber que estou aqui, para te amar.

-Não, é a realidade!

A mim próprio, que trouxe o que havia no tempo, que sempre fizémos, nas páginas encontradas, que será a vontade de nascer.

 

publicado por antonioramalho às 19:06
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O meu rosto no teu corpo

O meu rosto no teu corpo, dá-me a mão, no beijo que foi o que só conseguimos pensar que ainda estamos juntos na despedida.

O motivo que não entende o que canta a primavera ao teu redor, o que preciso ficar, perto de ti, em algo similar na noite perfeita, porque és única.

Para que me lembre, decidi escrever o meu sonho na vida, que partilha o que vê o nascer do sol.

Havia sempre algo no coração a bater, que estava a sentir realmente, para mim, por estar contigo a iluminar a minha vida, na verdade de uma manhã, no inesquecível que és.

O sentido que faz, na tua ajuda, pelas cores que pintam alguma beleza, a cada página que vai ficar na noite, ao luar, que sabemos na ideia do amor que chegou a tempo.

- Ficas tão linda com o luar no teu rosto!

É sempre amor.

 

publicado por antonioramalho às 15:31
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Num mundo de sonhos

Os sonhos lindos, no tempo real, nos lábios a sentir o olhar, para mim, que podemos dançar, para que nunca te esqueça, que beija o passar da noite, a gostar do que devo estar a pensar, quanto a mim.

O que posso realmente conhecer, há muito tempo, nos anos que correrão para o fim, na longa distância, a ler um poema, que não resulta na verdade que não queria ver o que queria ser.

Acho que consigo saber de cor a paixão por ti, no que consegue dizer o que parecia, num mundo de sonhos, o nosso tempo juntos, a acontecer o que devia chegar de manhã.

O amor que estava a olhar para algo, na verdade que acontece para dizer o medo de voar, no comboio que vai partir.

A nossa única noite, que não tivémos, de uma forma que se torna sem ti, o que espera o amor, mas vou cá estar.

 

 

publicado por antonioramalho às 15:24
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Sábado, 22 de Abril de 2017

As estrelas ao luar.......

O que descobre o que tivesse fácil, por amor, ao amanhecer, para ter mais, porque eu quero-te em meus braços.

Em teus olhos, observei o paraíso, como as estrelas ao luar, para te encontrar, no que sinto em ti e dizer o segredo de nós, perseguindo o silêncio , que estava pensando nas lágrimas, que não quero que fiquem.

Não entendo o que não pode durar, no momento da verdade para saber.

Quem eu sou, sabes.

O que eu veja, porque não acho quem eu sou.

Nos braços de um anjo, seguirei o tempo aonde vai ter a estrada, que crescerá no amor.

O meu coração poderá dizer o que só teria sabido na mágoa, que chegou nos sinais do desamor, que não esperaria.

O que vai chorar, no abraço que toca a noite que via, onde não deveria estar outro alguém, para não voltar.

O amor que nunca foi meu, na luz que estará num coração partido, de um sonho por acabar.

publicado por antonioramalho às 15:04
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Sexta-feira, 21 de Abril de 2017

À procura de ti, no sol da manhã

O que estavas em mim, a alcançar o que acredito, que não podemos nunca, mas que estivémos juntos em sonhos de nós.

Esperando por ti, o que aconteceu no meu coração, no céu que é apenas alguém a amar, que nunca disse amar...

Por quê?

Para me mostrares o amor e me guiares, no sol da manhã.

À procura de ti, as horas que perseguem o tempo, que ainda não entendeu...

No teu toque, o tempo falava de querer ser teu.

Por te ver, o que pudesse ser o que diriam as palavras...

Além do sonho, além dos limites, na vida de um céu em ti...

Além do longe, que ama o infinito, nesta vida de ti, onde estás...

O que não posso esconder, por vir de ti, que parte no que sempre saiba de nós, na canção que distrai a noite no túnel das verdades.

publicado por antonioramalho às 17:15
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Quinta-feira, 20 de Abril de 2017

No coração da diferença

Por um momento, o coração que estava escrito , no destino que fez lembrar, esquece a forma de dizer, por te amar...

Se for chorar por ti e esquecer o desamor, na saudade que não passa, o que queria saber, no teu jeito, que perguntou aos meus olhos, o que sinto em qualquer lugar, que faz a história de nós.

O segredo que sorri e que faz o teu nome, que é invisivel, no sol da manhã, que alcança o azul do céu, num lugar melhor, onde vamos, no coração da diferença, que diz o que significa o que acontece, no que pode ser o seu coração, que sei dizer o que escolhe e dá o que tem.

O que pode haver no caminho, a perguntar onde estamos no que coração que diz e chora, no que depende a felicidade

publicado por antonioramalho às 19:26
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Terça-feira, 18 de Abril de 2017

O que encontramos nas portas por dizer

Através da caminhada que ocorre nas parábolas, simbolizamos o ser humano, na representação das emoções que elevam o horizonte na perspectiva da mente, afirmando as nossas próprias experiências como referentes no encantamento de um propósito.

Indicar o que determina o amor, que espera a presença da alegria, nas palavras para saber mais e no desejo que busca o fundamental na identificação das nossas verdadeiras necessidades.

Amar os outros, no que devemos valorizar de diferente, na proximidade a cada momento da vida, abrindo o coração a uma dimensão que necessitamos e que promete o que podemos dar, nos aspectos que libertam a contemplação da mensagem, no tempo que transmite a nossa felicidade.

O que encontramos nas portas por dizer, na realidade da própria vida que centra os nossos actos, é a aceitação que verificamos na marca que fica de nós.

publicado por antonioramalho às 13:16
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Segunda-feira, 17 de Abril de 2017

À distância da atração de uma janela

O que não disse o amor, que sorriu na sua direção, ajudou o que soubesse que estava nas respostas da vontade, na característica que tivera simplesmente o que parecia decidir a certeza, na música a regressar ao que havia, quando tem um sentido.

Manter a distância que espera o fundo do coração, na verdade que chegou à oportunidade de ninguém, que preocupa a verdade que conhecêssemos.

Enfrentar o desafio seguinte, que se estendeu e passa sobre nós, como se soubesse o que se tornou em si, na vontade que deixou a apreensão que parecia ser, à distância de ouvir a direção que flutua na atração da janela, que conseguia ver o mesmo tempo, que permanece na sua viagem.

Só esperava ter o que era difícil naquele momento, que poderia ter a sua lógica simples, que iria reagir ao que cruzou a espera para perceber um olhar que se transforma nos seus lábios, em termos de beleza, no amor que tivesse crescido no que podia riscar o que pareceu em mim.

publicado por antonioramalho às 13:34
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