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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2016

O que atravessa o amor

O que atravessa o amor, que mistura o que vivemos, no sentido do interesse, em troca do coração que nos treina nas perguntas que acontecem na paixão.

Descobrir a vida no acto que sabia o que sentimos, no interesse que acontece e na partilha capaz de se tornar o que precisamos e podemos fazer.

O que fosse que nós vemos, nos olhos dessa maneira, que mais haveria, na imagem criada a visualizar o amor, dentro como amar, como formos e manifestarmos o que significa na chamada verdadeira que associa o que é suposto confiarmos, se amarmos.

Compreender profundamente o que permite ver o que precisamos, no beijo que sou eu.

Descobrir o que é diferente.......

O papel no seu nome para mostrar a sua vida, que reage ao interior que encontra a realidade, no coração que usamos e que pratica o calor, na perspectiva de viver o destino, na oportunidade que actua ao redor.

As palavras que enfrentam os pensamentos, ultrapassam o olhar.

Apreciar o pôr-do-sol que ama mesmo o desejo do coração que escuta.

Descermos para pensar o coração, no que dizemos ......e que é onde estamos........ e entender o olhar que somos

publicado por antonioramalho às 12:31
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Domingo, 11 de Dezembro de 2016

Sem ti

Sem ti, era preciso dizer que estamos na perda de tempo, no desespero que é agarrar as trevas.

Não fingiste o que não sucedia, no sinal que não deste, no tempo que roubou o que quer explicar o sorriso que havia no amor.

O tempo que não temos, interrompeu o que teria ficado, onde há o que se ouvirá.

Sem ti, a realidade não está em nós, no fim que gostaria de estar, no interesse que abre a tentação que sonhara.

Considerar a felicidade no que não queríamos esquecer, em noites passadas, no que escondia o mistério, no tempo que murmura o que insistia na recordação do que fez parar o silêncio. Não conseguiu encontrar as palavras no seu significado. Sem ti...

Imaginar em ti a ousadia, na atenção que esperava na verdade que confia o que haveria de ser, na aproximação que precisa mesmo de viver, na intimidade que entrou no que parecia identificar e atravessou, como se estivesse a bater à porta do que são.

A minha expressão não suportava o desejo que sabia o nome das lágrimas, na distância que o corpo seja, na aceitação do que encontrou o que seja e na imaginação do queria pensar.

Gostar de ti, na noite que perguntou o que muda, na chamada do que fosses, o que queria dizer.

O que podemos esperar do que quereriamos ou que pensavamos no que tinha sido um acordar, na certeza de si própria, que lembra o que preferimos ouvir.

Parecer o que pensavamos nas desculpas que falham o que ninguém devia ser, na indicação que sussurra o amor, porque estava no mesmo que mostrara, no que deixou que gostasse.

Esperar o que soubesse, que ficou a espreitar a mágoa de não beijar o que não estava.

Sem ti, só encontrei o espelho a procurar o que não explica, A chave não conseguiu a chegada do que deixou.

Sem ti, o horizonte não era em frente e espreitava o abandono que tivesse na realidade esquecida.

Por ti, quis pensar o que podia ter, nos pensamentos e queria beijar a razão que desconfia do coração, no sonho que a memória ilumina, no que fora o que tivesse a satisfação que permitia abraçar o entusiasmo, na promessa que esperava, para descobrir o corpo que desfruta de ter.

No corpo para olhar o coração, segurava a voz, que sempre esteve lá, no que fosse o que sabia que era.

publicado por antonioramalho às 23:09
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Quinta-feira, 8 de Dezembro de 2016

O coração que fala no silêncio...

O coração que fala no silêncio, constroi o que permite esquecer, nas mágoas que conhece e aprende, na ternura que ouve e confunde o olhar.

As possibilidades passadas, na negação das palavras que procuram soltar a esperança no acreditar, aceitam a verdade da vida, no que deve oferecer o sorriso que compreende cada passo, nas flores que possuem o princípio da passagem, na natureza perplexa em si mesma, que salienta os obstáculos a ultrapassar.

É a noite que se encontra no que deve permanecer em nós, na tarefa que ignorou os espinhos à luz dos acontecimentos que atendem a sintonia, que faz o coração permanecer escondido no amor.

Parece estar triste o que não vem dançar, no papel não desejável que continua a cruzar o coração partido que olha para ti, na eternidade da última vez, que será a coragem do despertar, no que desejamos conhecer.

Fui caminhar....

publicado por antonioramalho às 11:09
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Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2016

Por te sentir.....

Por que te sinto, quero deixar as nuvens passar, porque o vento existe em nós, no tempo que descobre o que podíamos ser.

Porque o amor quer o Sol de ninguém, num sem parar, que é a vida, cantando o amor que queremos, no que somos e que vimos, no amanhecer ao redor das nossas vidas.

Perguntar aos dias que apontam ao que não hesita , o que parece deixar o pensamento nas preocupações que percebem o que fosse o instante, no que significa amar, sempre, nos olhos que enchem as lágrimas, dentro de nós mesmos, na distância que não acredita ser o que prometeu ser o tempo na paixão.

Porque quero conseguir..... o caminho na luz que acabou de fazer o pensamento em nós.

Por te amar, quero ouvir o amanhecer em nós.....

publicado por antonioramalho às 14:07
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A emoção que oferecemos ao momento....

Nas situações que sugerem, na sugestão da visão e na orientação que olha realmente o essencial, nas únicas palavras que procuram atenção e sorriem.

O que desvia o medo, que acreditamos mudar, intervem na entrega que dizia o que chama a procura incessante do que tentamos pensar.

Os momentos demoram no presente que faça chamar a vida, no interior que acontece e no interesse que devia dar a direção dos sonhos que conversam na imaginação.

A hipótese de acontecer o que podemos encontrar, na maneira que somos, começa a amar o que ultrapassa a ansiedade.

Os titulares em mim, ficam intensamente na realidade de quem está e que escreve a abordagem que dizia.

O que reflete a linguagem sabe responder para conseguir ver o que decidiu caminhar , na sua atenção e na distãncia que mostra as chaves do encantamento.

Impossivel encontrar o que passava, na sensação que ficara, na razão que havia e na aproximação do que imaginamos ter.

Podemos achar o que podemos ter. Foram sinais. Foram buscas. sentir o que não diz nada, na distãncia de fazer, no tempo que está na sua vontade.

 

publicado por antonioramalho às 11:23
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Segunda-feira, 5 de Dezembro de 2016

No meu abraço....

No meu abraço, dissémos ao amor que se chama único, no tempo que precisava perder-se, no beijo sem limites nos dias, ao tempo que vai estar no impossível, ao nunca que desiste naquele olhar que tens, em nós, na distância que não queremos e no encontro do que somos.

No meu abraço, não podemos atrasar-nos, porque o impossivel podia encontrar-nos nos traços dificeis.

Pensar que começámos a olhar, quando acordámos.

Nos meus braços, a importância diz porquê, ao toque que sabe porque apetece, na razão que gosta da partilha, que parece o que nos une, no significado do que sentimos.

O passo que nos envolve na intimidade, faz o que começamos e nos agrada, na forma que fosse, o que esperámos.

No meu abraço, senti o calor escondido na surpresa e encontrei-te, no que era nosso, e ficou melhor, que pensou o que recordou a vontade, no que será o que parece e se chama algo no propósito.

No meu abraço, é dificil acreditar que encontrámos o coração.

publicado por antonioramalho às 00:29
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Domingo, 4 de Dezembro de 2016

Porque não sim.

Por nós mesmos, a ponte de sentimentos envolveu os pensamentos, num elogio que perde o tempo, na aceitação do que possuímos e que não desejaríamos ter.

Na impossibilidade que reside na atenção desmedida do discernimento, que encara a humildade na intensidade da verdade, percecionamos uma forma dinâmica de uma mensagem na expressão que comunica o que dizemos e que reage ao interesse presente nas folhas do diário, que perdem o medo, na escolha com o outro.

Devolve-me a tua observação!

Ser feliz nos passos que esquecem a dor, que se apagará, no caminho que sente o amor e que não serve o que está interminável no perdão, surge o que não esquecemos, no ideal que devolve a semelhança de nós mesmos.

Os objetivos que não sejam a forma na aproximação do que conhecemos, possui a vulnerabilidade que deveria ser necessária no silêncio, pelo sentido que é preciso dar, no ego que aceita ser o motivo que enaltece o coração, na intenção que brilhará, deixando de ter.

Ficar no possível que ocorre, na explicação que será o que ultrapassa o que ocorre, afasta a esperança que diriam os sonhos, no entendimento que abandona a ilusão.

 

publicado por antonioramalho às 16:21
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Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2016

O que não somos....

Aproximarmo-nos da paz, na alegria que nos nos torna a alegria do coração, na razão que sabemos o que parece, que nos rodeia no interesse e na direção que vai acontecer.

Vencer a ira, quando a aparência valoriza o olhar que procuramos, no que recebemos.

O que desejamos sentir nas palavras, determina o que não fizemos.

O que não somos, no coração, porque não é a vontade da perfeição que continua a ser o que não podemos dizer.

O que não é verdade, que descobriremos, no que nós somos, diz na aparência o tempo que aguarda o que devemos aprender.

O que temos, não abraçamos com a beleza do olhar e mostra os degraus que escolhemos, como parte do ideal, na harmonia que caracteriza a entrecruzilhada das dúvidas.

Cada um de nós limita o que precisamos ser, no momento, que é uma mensagem que responde na semente que provoca em nós.

A busca do que não temos, pode dizer-nos o que ultrapassa a manifestação dos desejos.

Interpretar as imagens responde à própria realidade.

Afinal acabaremos sempre na mesma meta....

publicado por antonioramalho às 15:32
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