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Domingo, 6 de Novembro de 2016

Como sabias isso?

- Para onde estás tu a olhar?

Não muito longe, de forma que visse o que gostava e podia dizer, sobre o que diria que deveria atrasar, na expressão que acabámos de saber e na certeza que não aceita quando significa o que ignora, de não gostar o que não esperávamos.

Quando acertou o que estamos a conversar, embora com soluços, porque eu precisava de dizer algo, no infinito que dá o tempo que todos admiramos.

- São muitas mudanças.

Quando temos obstáculos, tropeçamos e levantamo-nos, na desilusão típica de uma vida sem presentes, para nos despedirmos da alegria que conseguimos imaginar.

Fazer alguma coisa de viver, se não for, não está a perceber a beleza que ouve exatamente os dias seguidos que passamos à procura do tempo perdido.

Cansar as palavras parece divertido, na demora para não incomodarmos o que é, embora não precisemos ainda.

Esperando impressionado, no silêncio inoportuno da segunda oportunidade que nos permite ser, o que sabemos que pode ser, no que aconteceu e desafiou os nossos sentimentos mais profundos, porque é verdade.

publicado por antonioramalho às 10:06
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Sábado, 5 de Novembro de 2016

O inexplicavel acontece....

O conteúdo do interior percorrido pelo invisível, tropeçou no que revelou estar lá a olhar a noite e que não tocava nas palavras que não somos.

Os seus atos não desviaram o olhar que podia perceber, o que abriu a porta nas dúvidas que iria cumprir a sua missão, contemplando o rosto que não poderia ser ele.

As palavras que raramente melhoraram de si, na expressão da noite que nunca aconteceria, eram a intenção cansada no rosto que tocou.

Voltar a sentir o que não havia que soubesse ter tempo para manter o que devia sentir.

Esconder o que somos, no que fazer, se não soubesse quando devemos parecer o que descobrimos.

A palavra não pode ser o que mostraste perante o que nomeamos.

No coração dela, aguardara o que desviou o que poderia dizer, onde ela fosse o que dizem, nos olhos habituados às sombras como insensatez em enfrentar o que se esquecera, de lado, nos termos simples, para pedir, o que ninguém sabia que estava no nome ao mostrar o que exclamou.

 

publicado por antonioramalho às 18:37
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Quarta-feira, 2 de Novembro de 2016

A dúvida das palavras....

Para a escuridão do momento,que é inequívoco, no espanto da paixão e da esperança, que pensou ser, para saber o que estamos a dizer, o que decidimos que queriamos, no possível e na ternura de um caminho que vem.

O que fazemos, no apoio da vontade, num perfil semelhante à elegância que achamos, que não precisa da saudade a agradecer o agradável da verdade, que espera interessante, em expetativa da manhã terna, do amor que precisamos tanto.

O que é sobretudo e se sobrepõe à felicidade de encontrar o que procuramos, na serenidade da oportunidade, junto de quem está, na diferença para aguardar a dignidade no caracter de encontrar o necessário, na solidão que acredita no sofrimento, de quem ama tanto e não tem e não quer recolher tudo, nos momentos a chamar o que precisamos, que realmente queiram adaptar ao que possamos, que não perdêssemos o reconhecimento de quem seja, na coincidência que não está em si.

Desejar ardentemente, aproximarmo-nos do limite, mas suave, por termos os círculos que voltam constantemente ao coração e que ecoaram por amor, noutra razão, percorreu algures o que faz parte do que pedimos e desejamos.

A dúvida das palavras, na razão do desejo dentro de mim, entre nós.

publicado por antonioramalho às 23:12
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Terça-feira, 1 de Novembro de 2016

A expetativa do amor

O que se torna, por causa de que haja algo, no prazer do momento de serr, para nâo ficar e deixar o que repete no romance, na expressão significativa de colocar a paixão na atitude que envolve unicamente o instinto que tende a perturbar o amor, tal como tal, no que pode continuar, tentando escrever as palavras anónimas que descobrem o olhar para vir.

O que forma o valor de cada um, na vida que é possível interpelar no percurso de si próprio, na descoberta do gesto que é a arte da delicadeza, no comum que é a alegria no entusiasmo do aspeto espontâneo do vazio, na ilusão de ser o que quer conhecer, na canção que apenas se consome no estímulo que expressa e que sabe transformar a sua vida.

Quando notamos o que quer o momento na realidade que pretende apresentar o empenho que sentimos na decisão de dizer e sussurrar a diversidade como tratam as pessoas, no valor que é preciso aprender, quando se quer a própria vida.

O que começa a criar, no amor que se manigfesta como chegou e que não são as perguntas que andaram na solidão que sufoca o que hoje somos e estamos sós, no empenho que dispõe sobretudo do que realizou e traz satisfeita a tarefa por si mesma.

Na verdade que somos capazes e não basta fazer o que não é, exprime a debilidade da consciência na vontade para caminhar e construir o que é preciso ser.

 

publicado por antonioramalho às 20:08
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Considerar o que significa

O esforço a seguir, que descobre o momento que está à espera, muda o que sabe que pedimos, no que pudesse encontrar e que queria diferente, para sobreviver ao vento forte, no Outono que sentimos.

O que enrola os braços no que éramos, um aperto no tempo que pode conversar à sombra dos meus pensamentos, na gaveta preocupada que não devia ter.

Mostrar a certeza que estamos a pensar, mergulha no que expõe o brilho do que fomos e ultrapassa a forma que precisa de dizer o que consegue que seja.

Mostrar o amor, transforma o que parece estar, nos olhos apixonados para fazer o que poderia ser  e o que sabe que seja, na hipótese que parece estar a ajudar o amor.

O que é o nome na verdade que quer, o que teria acontecido e apenas pensa o que pode apreciar, ama o que lança as palavras que perguntam porque é o que deixou encontrar, na direção de um olhar, o que deixa cair para revelar o que não acredita.

Na noite que se aproxima, encostar o que possuimos na excitação, aproxima-se da forma que sente o que teria acontecido e que deixou, nas mãos que rodeiam o deslize cintilante que alcança o que salpica o que desconhece e gosta de ver.

 

publicado por antonioramalho às 15:51
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