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Terça-feira, 4 de Outubro de 2016

Cartas de amor (10) para um lugar em ti

O que não queríamos, perdeu tempo, no que conhece o que mudará a definição do amor.

O que sentíamos, no que sempre será e poderá regressar, tentamos proteger, nos sentidos que fecham a porta, à ilusão do encanto.

Na interpretação para viver, podia ser o que deveria ter e vamos querer. A aparência envolve o que temos que fazer e que mudará a mensagem.

O ser que constitui o paradoxo que dava acesso ao êxito que dependerá da sensibilidade no amor, forma o sentido dos ângulos diversos, que não respondem à ambivalência dos corpos, na fragrância perfumada do pôr do Sol.

O vento que reconhece a mulher, no sabor que era meu, suavemente, chama a brisa nos instantes que bailam no todo, nos minutos que envelhecem as lágrimas.

Acariciar as tuas mãos e esperar por ti, sempre, nas linhas que decifram a beleza dos contornos da bondade, na diferença do modo de amar, no tempo que podemos  desejar sempre e que se transforma em abraço.

publicado por antonioramalho às 14:26
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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2016

Cartas de amor (9) para um lugar em ti.

Continuaste a andar, no mesmo lugar, no esforço que continuou a partir o coração e desafiou o pôr do Sol, no objetivo da vida.

A partir de uma imagem, havia o que tinha de ser, juntando o que pode ter sido. Em busca de uma luz, corremos a parecer.

É encantadora na motivação, ao que parece, que parecia normal no entendimento escolhido, que não o fez. Num tempo raro, o melhor de mim, escolheu a verdade, que podia explicar a vida que estava e fazia parte.

Duvidaste, como sempre, no que não tinha qualquer forma.

Insinuava uma dúvida nas lágrimas, de alguma forma, onde se deparou para supor as cartas do regresso, na tarefa de mitigar o que pesava formalmente, nas aproximações insinuosas.

Como influenciou, não deve sair no sentido que ninguém experimenta e na lição que brilha à luz, sobre alguma coisa, a julgar pelo sonho.

A proximidade do melhor que sabia acariciar, continuou a ser a melodia, na expetativa de continuar a ser o desejo envolvido.

À janela reconhecida da sensualidade, fiquei surpreso por estar a chorar, hoje, mais tarde, o que não pode ficar para amanhã.

 

publicado por antonioramalho às 16:05
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Domingo, 2 de Outubro de 2016

Cartas de amor (8) para um lugar em ti

O que poderemos dar, que encontramos, no que esperamos, em amar de verdade, que disse que agrada ao prazer, no que sente e segue o tempo, à disposição do que imaginamos, onde estamos no sonho que faz algo, quando o coração sente a oportunidade que devemos conhecer, no que olha o que pensamos descobrir, onde ouvimos o que queremos ouvir.

Agir na capacidade de amar, que permite ver o que podemos dizer, no que interpretamos de encontro ao que acreditamos.

O que significa caminhar na natureza da ação que ninguém vai buscar ao que responde nas palavras que entendem o objetivo.

Aproveitar a forma que pode significar quem amamos, na força que permanece na maneira de não acabar, na comparação dos aspetos que seguem a intuição do que significa deixar a realidade.

O que decidimos no presente, que equilibra a alegria que é, para que lado, no que rodeia o que desfrutamos do que ocorre ao pôr do sol, a nós mesmos, esperando o amanhecer do amor, que parece uma paragem do ser.

O símbolo na reflexão que queremos ver, no que permanece através do que nos faz sentir e tivémos nas palavras que aquecem o amor e que nos preenchem a natureza, com o mistério que poderá significar um coração a ganhar.

publicado por antonioramalho às 18:08
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Sábado, 1 de Outubro de 2016

Cartas de amor (7) para um lugar em ti

A vontade de amar-te, agitada no gosto que suaviza o prazer, na esperança que sabe melhor o que trouxe na oportunidade que voltasse e que acontece, é um sentimento que liga de alguém, na certeza de bem dizer o que existe.

O que pode parecer, para vir no que se trasnforma e que sabemos, faz que nunca conheçamos as ideias, para tentar ajudar, que seria em alguém no coração, que já conhecemos no que construimos.

O amor na razão que descobrimos, em nós mesmos, que parece o que escutamos no tempo, simplesmente, de uma promessa, no prazer de estar juntos.

O afeto que sabe muito bem, na expetativa que sentimos, no futuro que prepara o sentimento, que não podemos esquecer.

O compromisso que constroi, inevitavelmente, na definição do amor, como uma beleza frágil a contruir, como foi, o que era, na harmonia que se passa e acredita no que está a ficar na fusão que desfruta do caminho.

Não pode esperar....

A unidade na surpresa que vem ter connosco, mais além do que parece e descobrimos, na distância que surja na possibilidade que termina no que se perde, por ter sido o contexto que atua na promessa de profundidade. Decidir seguir o que se lembra do caminho do amor verdadeiro...

Podemos continuar.....

publicado por antonioramalho às 13:54
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