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Domingo, 24 de Junho de 2018

O labirinto das emoções

O labirinto

que vamos viver,

no acontecer todos os dias,

que queríamos

o possível

nos detalhes

que possamos sentir,

de nada que ficou

à nossa frente,

que busca a estação

de saber

o sentimento,

que soube o que aconteceu,

que não é,

de ti,

que diz que é,

porque é

para ti,

o eu continuo a cantar.

Talvez pareça

o que procuro,

no tempo que não temos,

que espreita

o que disse que é,

na atenção que precisa ser,

a verdade que conhecemos,

que encontra o que será

o meu amor,

a pintar o que está,

de dizer

o que toca o coração,

que disse olhar

a atração que expressa,

o que continua a querer,

na razão que traz

o coração.

A razão que parece

o lugar

a acreditar que conheça

o teu corpo no meu.

publicado por antonioramalho às 22:33
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Domingo, 17 de Junho de 2018

A sombra do que é a luz

Lembrar o teu nome

no olhar que fixou a luz,

no impossível escolhido,

que era a transparência

dos meus sonhos,

a passarem a noite ao luar.

O que acreditamos,

na causa que deixa chegar

o que estava a envolver

os teus passos,

aparece

no que não atendeu,

e não disse,

a querer ser

o que deixou gostar.

Nas palavras que dizem

que te amo,

o silêncio

fez acordar a manhã

que diz provocar o Poeta,

nos desenhos para ti,

como desejo que viu o arco-íris

no interior

a explicar o que tem de nós,

no tempo ardente

que arrebata a chama ,

no fogo que pensa erguer

a sombra do que é a luz,

no poema que terá o coração,

no caminho que encontra a verdade

a beijar o teu rosto.

Tentar perceber,

as folhas do outono perdidas

como grito que se aproxima

do que é,

o lamento da manhã

na vida que se esconde.

publicado por antonioramalho às 23:43
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Segunda-feira, 21 de Maio de 2018

O que pode ter quem é

A afirmação que não percebe

o medo que pode ter

o que ia acreditar,

na imaginação que podia tentar

o que não tem,

nos aspetos que passaram o tempo

a ser,

o que não interessa chamar

a dizer como é,

a espera na busca

do que a vida é.

Responder ao sonho de estar

na experiência de ter

a chave na porta

que não é,

na intensidade que deixa

a escuridão,

coincidir no poema

de uma floresta sombria

a roubar o pôr-do-sol,

que puder chegar

ao que foi escrito na razão.

O que não disse

que perdeu o lugar,

na cama que partilhava a manhã,

percebeu as palavras

no poema de ter

o que propõe,

a dimensão do amor

dentro de mim,

ao lugar que tinha.

Os sonhos na realização

que havia de ter,

como um príncipe

que ficaria a olhar,

o que sabe como é,

o que está no retrato apaixonado,

no mundo secreto

que pretende ser,

O essencial no beijo que agradece

o que podia dizer,

à reflexão do fogo

que está no nome que traz

a carta de escrever,

na chama que passa,

o que não é espreitar o sentido,

para ser.

Queria tocar-te,

a passeares

entre a roseiras,

onde poderia voltar  ver-te,

no gosto do que podemos ter,

a ver nascer o sol.

publicado por antonioramalho às 13:36
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Sexta-feira, 27 de Abril de 2018

O que diga por lágrimas

O que diga por lágrimas

o que seja a noite e o dia,

no corpo da liberdade,

como veja a escolha

de saber escondida,

onde busca a ideia

para fazer

o que quiser a própria vida,

à mercê do que imagina

o que seja saber

a gratidão

que toca o que tenha o amor,

porque quer esconder

a causa de quem diga

o pensamento que pode ser

a sombra,

onde a alma olha a ingratidão

que dirá guardar

o coração na fé,

que seja tristeza passando,

a oferecer

as nuvens estranhas,

que entristecem a ausência da alegria,

não mostrando a beleza que vai conhecer o sol,

de ninguém,

que será

o vento que se atreve nos passos

da desventura.

publicado por antonioramalho às 09:24
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2018

O que realmente podemos fazer

A ilusão que existe na ignorância, é uma parte da vida que funciona a desejar ter, vivendo no conceito para não dizer a verdade, no propósito do amor, que chama uma realidade, no espaço que pareça o que não tenta fazer de si, a sua alma.

O que revela a diferença que nós somos, no poder de mudar, como uma nova maneira de entender a vida, nos passos para ser feliz.

O que revela a diferença que nós somos no poder de mudar, como uma maneira de entender a vida, nos diferentes passos para ser felizes.

Não satisfazer o que não estaríamos atentos, na exigência espiritual como consciência a partir do que queremos ou precisamos realmente.

Fundamentar aquilo em que acreditamos, questionando sempre o que fizemos na iniciativa que permite o que possa explicar.

O que pode ser difícil na mensagem que ficava em algo simples, com os valores fundamentais da realidade, como ensinamentos estruturais a dizer o que está no absoluto.

A ideia de acordo com a coragem disposta a proporcionar o mistério onde viveríamos como um tempo que podíamos haver, a continuar na escolha da dignidade como ferramenta com os outros.

O resultado que pode fazer o que seria por nós, o conceito da nova verdade, como razão que sabemos na verdade, na nova maneira de sentir o universo.

O que continuava nas ideias como forma do que se passa, olhamos a humanidade no conflito das possibilidades que nos esperam.

Considerar o que aprendemos nos seus ensinamentos, tem de ser a perfeição a considerar a experiência pessoa suficiente, na partilha como propósito de vida.

As palavras que dizem a nossa maneira de estar, como tarefa que revê a mudança do que acreditamos, virando a atenção para a mudança a ficar pelo medo, a aparecer na resposta que descreve a compaixão e a compreensão.

O que precisamos no sentir que renasce na espera, é a descoberta do conhecimento dentro de nós, a reconhecer a viagem que está a avançar, no nosso entendimento para sabermos o que há para saber.

Voltarmos a entrar no significado que perdemos, iniciando como é o amor em nós, indicando o que pertence aos objetivos de ajudarmos os outros.

Como queremos ver, o que realmente podemos fazer.

publicado por antonioramalho às 17:57
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Sexta-feira, 13 de Abril de 2018

LIVRO DE POESIA

K_ARfrente.jpg

 

Apresento-lhes o meu livro de poesia "AFORISMOS DO OLHAR", editado pela Editora Lua de Marfim.

Encomendas: luademarfimeditora@gmail.com

Link:
htt:/catalogoluademarfim.blogspot.pt/2018/03/aforismos-do-olhar-antonio-ramalho.html

 

 

SINOPSE

A questão a ver no aforismo

que estava no olhar,
disse ao silêncio o que sou,

no possível que fazemos,
que será o que descreve o que não era,

que tinha a encenação 
a encontrar no que adivinha,

o que não é verdade.


O que poderia ter o coração

que prossegue a adivinha a descrever,

na escolha da vida que permite transformar o olhar 
na maneira de lidar,

num lugar da verdade,

que não dizíamos porquê, 
na manhã que não há

na razão.

publicado por antonioramalho às 18:51
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2018

Amor verdadeiro, realidade ou ilusão?

Onde está o amor verdadeiro?

É real?

O efeito que diria o esforço

no fogo

dos momentos

que se convertem no tempo,

são a maneira no lugar

onde emerge o dia-a-dia,

no sentimento que transfere o desejo

e escreve

por nós próprios.

Será uma perceção?

Como se se tratasse

do que permanece em si mesmo,

a música que passou

e chegou ao exterior

e descreveu o que deve ser

uma reflexão.

Aproximando o céu,

aceitaremos

o caminho que nos aperta

a fazer para si,

o nada que se torna fogo.

Será uma imagem?

Falar de falar,

ou sentir por si só,

no exterior,

onde está o que parece.

Será o que deve ser o interior?

O que significa para si,

na consciência que deve ser

o que é suficiente,

não alcança o coração,

que quer fazer

o que aceitará como parte de si mesma,

perto da liberdade

onde o lugar se esforça

por conseguir a luz.

Paixão?

Perante o infinito,

o poder do amor

em saber

a ligação do próprio coração

com a vida.

Chamar a vida,

na presença sem pensar,

fala o nosso dia

no caminho incessante,

através do que nos foi dado

na sintonia que fica no êxtase.

Para voltar ao que é

o aspeto na união,

a fórmula da palavra

que se aplica aos confins do coração,

ficam na chama,

que afronta

o porque é,

porque estás,

à espera,

como ardência que se apresenta,

quando a sua atenção

é uma constante no silêncio,

que tantas vezes aconteceu,

no que permitimos,

a descobrirmos

a manhã que verá o amor.

Nas suas imperfeições,

na sua procura,

a luz que seja a separação,

não compreende o que disse o dia,

acreditando

passo a passo,

onde chega o que permanece no centro,

que não é a meta,

sem amor.

Onde está o que não podemos

contemplar?

O caminho necessário

confirma o interior,

que se torna intenso

em tudo o que não é,

enquanto a energia

nos nossos corações

se converte em prisão.

A rede que se torna luz,

nas poucas palavras,

que parecerá ser

o que significa a busca da perfeição.

publicado por antonioramalho às 20:02
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2018

O que aprendi no teu corpo

O que sabe estar na vontade,

que faz o que se estende

no teu corpo,

no sentimento por dizer,

a cor que tem o meu coração,

nas palavras que deviam ser

o que imagina o amor,

na resposta a ser

o que espera a imaginação.

O que sabe alcançar

a ousadia na virtude que tem

o teu nome em mim,

na luz que entrega

o desvario sem descanso,

no interesse porque tinha,

o que pensasse o que é

o objectivo na esperança.

O que sente a ventura

no vento que sente

o ser,

que fosse a razão,

no coração

que deixa o desejo nas palavras

que escondem a beleza,

no segredo

de te amar.

O silêncio do teu corpo,

que chama o vento

na luz

que escapa ao pensamento,

entrega o canto da figura,

que viu o que seja o céu

na alma do mar

chamando o teu nome.

publicado por antonioramalho às 14:44
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Terça-feira, 10 de Abril de 2018

A direção da oportunidade

Permanecer

na tentação

a procurar o que é

o que deixa a razão,

porque foi

a palavra de quem quer

o entusiasmo no caminho,

que semeia o que somos,

na chama que tem

o que é o amor,

como fruto

do sentido de um desejo

que escolhe o teu coração.

Em nós,

ser a tua natureza

em mim,

na essencial da própria vida,

que disse chamar

por amor,

o significado que oferece

o horizonte nos limites

que esperam a mudança por nós,

que diga ser

o que constrói

o que nos pertence,

ao que encontra

a força da chama,

na plenitude de um tempo,

no desejo de ser,

porque é

o que sente o amor

nas palavras

do que somos.

Permitir ao Sol

os momentos

que parecem o nome

a dizer o propósito,

que pensa estar

na imagem

que podia ser,

o que pensa ter em nós,

a busca que permite sonhar,

o que disse

interpretar as estrelas

que gostam de preencher

a realidade

que preferíamos viver.

publicado por antonioramalho às 14:29
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Sábado, 7 de Abril de 2018

Vai viver o teu sonho

O que se chama haver ,

que sabe onde quer ir,

respondeu ao que ficou sem palavras,

ao teu lado

que entrou a lembrar que estava por mostrar,

o que não estava,

na realidade que distingue

o que vai ficar a recordar

o que estivesse a perceber.

Como deve ser

o que podemos fazer

quando apresenta o que pode ter,

o que sentira evidente,

que estava a fazer

na realidade que devia ter

o encontro que acredita poder,

para ser o que sabe que diz.

O que sentirei a falta

da realidade que estava no que devia ter.

que marca o que sejamos,

para ter o que não ser,

no encontro interior.

Aonde quer que vás,

eu quero ir contigo,

no que não precisamos,

que não queríamos,

porque pensei que não me querias,

na tua vida,

no tempo da certeza que tenha saudades

de nós,

de pensar em ti,

segundo o nome que era o que aconteceu

e que disse tudo.

O que nunca poderei substituir,

nas consequências da verdade,

na diferença como medida,

que cresce no sentimento,

que foi o que parece ter,

que apresenta onde crescemos

para ser o momento

debaixo do amor,

na esperança que confessa,

a chama que percebeu

porque parece o que cantou,

por um motivo,

de também ter

e de também ser,

como árvores que não podem esperar,

para serem a vida,

no tempo que nos levará,

quando falar o que não fizemos.

publicado por antonioramalho às 09:16
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