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Terça-feira, 23 de Janeiro de 2018

A raiz do medo

EXCERTO DO LIVRO CÓDIGO DA VIDA

 

A raiz do medo, através da sensação de um horizonte, oferece a vida de um coração, para sabermos o que queremos ser, que emana do que conseguimos agradar, incapazes de observar a escuridão, por não termos o que queríamos na gratidão em si mesma.

O que revela o desejo de amar profundamente, na poesia de um amor possível no êxito da transformação, é um sentimento vulnerável a dizer o sinónimo capaz de revelar o que julga possível numa palavra.

Corresponde ao que é atingido no elogio do amor.

A fonte que permanece no amor, trata do que nos rodeia. Decide sempre o que dá o brilho inegável na direção profunda do que gostaria, na maneira de ser que atrai e corresponde ao sentimento que não conseguimos descrever.

Sem cessar, somos o que existe em nós, na ligação para o quotidiano e na rotina do caracter que concretiza a transformação em aceitarmos o verdadeiro ser.

Num lugar diferente, a distância de um sentido, entra no silêncio de um caminho ou acontecimento.

A realidade através da forma que mudará o prazer, significa o que consiste na maneira para crescer, que possa, constantemente, entregar-se a cada momento.

O tempo na plenitude que fazer, aceita e vive nessa possibilidade de entrega, ao ritmo de um sentido que aproveita outras palavras para o que deveríamos fazer.

Utilizar a expetativa, no sentido do seu tempo, embrenhando-se na possibilidade que atribui o papel da liberdade, ao que corresponde o interior, na pretensão do medo.

Representar o que sentimos, no interior que corresponde ao voltar a ser, tornará a liberdade a sua pretensão, na procura da liberdade, como papel que conseguirá a distância que sente o que poderá reagir ao que representa o motivo.

Nos factos que aceitam o demasiado, a forma que permaneça na resist~encia que seja, é um passo que podemos aprender no êxito que é, em si mesmo aprender a ser o que mostra o tempo.

publicado por antonioramalho às 09:44
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Domingo, 21 de Janeiro de 2018

O que encontrou, que havia

O que encontrou

que havia,

que não pode ter

quem é,

no seu olhar que é

o tempo

no seu perfume,

que digam os lábios,

que deixam cair

o que não diga,

que é,

porque podia fazer

o que ter

o passado

que tem o silêncio,

a esquecer

o que já tinha a espera

na morada que desculpa

o que ter

no ser que está em ti.

A chama

que devia

ter a vontade

onde foi

o que parece

ter o nome

que assina

o que devíamos ser,

nas lágrimas esquecidas

que viram a memória

na alegria

que trocasse

a mensagem,

no tempo

que esquece a tarde,

que queria saber

o que não sabe entender.

O que fosse a manhã

intensa

nos olhos que escutam

o nome

que não queremos

na certeza

que deve ter

o que sabemos quem

deve estar,

na palavra escondida,

que não dá

o que não queria tentar,

que espera o silêncio

que temos,

onde está o que somos.

publicado por antonioramalho às 16:35
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Sobressair na bondade

Indicar o momento na maneira de chegar, no nome que chama a refletir a verdade, no céu que não conseguimos acreditar.

O que dissemos ao acordar, que tentamos continuar adormecidos, segundo o que servimos na transmissão que deixamos em imagens.

Na nossa missão, um lugar para acreditar que estamos perto. O que é para esperar e para acreditar.

O que não dissemos para além do que vamos perguntar, como um ponto forte na noção em histórias de mistério.

Ao longo das nossas experiências, chamamos o que tenhamos que continuar, que não está certo, para onde esperamos.

O que perdemos, esperamos abraçar no ponto de contato que não temos, onde não conseguimos ser e fazer.

No universo onde queremos estar e viver, onde foi que não chegámos?

Por algum motivo, o que possamos fazer, de ficar onde vamos, dissemos que havia a espera na resposta à mensagem.

Uma maneira de termos uma ligação e relação, na lição que foi o que não aprendemos, que aconteceu na ironia do que possamos explicar, no espaço onde queremos dizer o que seja.

Precisam de nós. Podemos encontra sempre a relação no significado.

Procuramos uma ligação que digamos sugerir, transcendendo o tempo, no espirito linear perdido no na complexidade do que encontramos, como parte da afirmação que nos deixa alterados.

A evolução que podemos realizar na medida do que queremos dizer, na maneira de viver o que reflete o conhecimento do desfrutar, no lugar onde vamos.

Ter acesso ao que conseguimos explicar no deserto que não é só uma paisagem, nas um céu como memória.

O que vemos e não percebemos, como ideia do que seja o universo, na matriz que seja o que parece ser.

Poder ser o que temos, no paralelo que pareceria ser a informação que será possível realizar.

Não estamos sozinhos, no que somos.

O que fomos, no tempo na sabedoria a servir o que poderão deixar as mensagens no limiar da verdade, temos muito que fazer. Iniciar o que liga a ajuda que visualiza o interior no sol a recuperar, que é bom no que queremos ligar.

Pensávamos ter tudo sob controlo, fazendo parar a evolução, que nos deixa a olhar à volta no tempo que não é.

A noite fria da transição, na nostalgia do momento, mantém o calor que não chega ao desenho da nossa casa, na opção que aquece o inverno como o sol.

O momento no interior e no exterior, reveste a excitação de uma parte que merece o que não é.

A tenda só para nós, no aconchego do nada que não terminámos.

Ansiamos por ver o lar, na casa de sonho desligada da partilha do entusiasmo.

publicado por antonioramalho às 10:51
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Domingo, 14 de Janeiro de 2018

O que o tempo não apaga

O aspeto

que terá

a mudança

que o tempo

não apaga,

sobre a perda que é

o que foi buscar,

aprendeu a chorar

o que não tem,

na chave

que iria gostar,

do que ousam as lágrimas

ao dizer

ao coração,

que brilha

o que fizemos perceber

que foram

os dias

que não queriam deixar

onde está

o que não deixa,

que não é

o que vive,

porque começou

onde estamos

que for a verdade.

O que devem ser

as sombras que vivem

na presença

que imita

o que nos faz sentir

o que pode o amor,

a achar

o que custa acreditar.

As saudades

que guardamos

na reserva

do que podemos amar,

não sabem

o mapa para mostrar,

o rosto

que acrescenta

o coração

no tempo que supõe o que é teu.

O que não deixa de ser

o que levou

o meu olhar,

abraça as palavras

que esperam por ti,

na verdade

que admite

o que o coração

te deu,

na vida que não desiste

pelo destino

que tem razão.

É a resposta que parece

o propósito

a dizer-nos

o nome que

conquista o que negamos,

para escrever

que chega ao céu

no teu jeito de ser,

que é meu.

O que deste

de ti no caminho

que aconteceu

na lembrança

de mim,

a levar

o que nega o amor,

que quereria ver crescer,

com o sol

a ser a palavra

que queria

que ficasse no tempo

que avança a trazer-te uma flor

e que soube o que isso é.

publicado por antonioramalho às 17:58
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O sentido que partilha a paixão

O que oculta

com sentimento,

o que não percebemos

que é verdade

de alguém

despido do que será,

na noção que acredita

e não faz sentido,

do que deve ser

o que pareceu

como parece.

Descobrir

o que se passa

que não passaria,

como era o interesse

que lembra

o que não tinha nada,

que parecia

de pensar

se tinha,

o tempo que foi antes

o que apetece

na planta

que nunca deu flor

na forma escura

que tivesse luz,

nas rugas

da beleza

que háo-de viver.

O que resiste

à esperança

de mais de mim,

são sorrisos

com amor

no olhar por ti,

a encontrar-nos,

a fazer de nós,

o que se passou,

que seria

o olhar inteiro

que não pensa assim,

e que seja

o que tem longe

a pintura

que deixa estar

a perfeição

na forma que cresce

na beleza.

O que não quer dizer

a certeza

na explicação,

queria mostrar

o amanhã que pode vir,

na mensagem

que pode acontecer,

no tempo

a cada hora

que gasta a noite,

a querer ser dia.

publicado por antonioramalho às 17:28
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Sábado, 13 de Janeiro de 2018

As palavras nas atitudes

As palavras

nas atitudes

de uma imagem,

supõem a diferença

a saber

na linguagem

íntima

do tempo,

que enche a sombra

de um sorriso

ao encontrar

o teu olhar.

Na transparência de uma flor,

envolvendo

a penumbra

dos teus lábios

como semente,

o brilho

de um momento

na vida que é.

O desejo

em cada gesto

que viaja

na definição

para mudar

o que é o amor,

em teu corpo

a mostrar

a passagem ,

de estar

o que deve estar.

O que seria impossível,

que nem sei

que se chama,

o motivo

para ser

o que quero ser,

que não sou.

O que não quis dizer

nas páginas

parecidas pela espera,

que nunca fazemos

diferente,

como era

o que fica em nós,

de ter

o orgulho

a ficar

e a saber

a duvida

de se tornar

a pensar

aonde vamos

para voltar.

Nas janelas

que partiram

a luz,

na impaciência

que pensava que era

o que tenho

na noite,

que fica comigo,

na única maneira

que queríamos

o que não queríamos trazwr

na chave,

que é fácil ver

como luz,

no amanhã.

O que serve

a poesia

a começar

o que não podemos deixar

no retrato a olhar,

acorda

o que parece seguir,

que percebe

o que não é

na certeza

da entrega.

Volta

o que fui lembrar,

no crepúsculo

onde entrou

a hesitação,

que chama incerto o que leva

na lição que não gosta

da parte

que deixa

o outono,

aonde vamos

para ser o papel

sobre a luz.

O mergulho da noite

que diz desaparecer,

o que não devia

voltar a ficar,

diz o que sabe folhear,

para fazer

o que pode ficar,

no teu nome ,

que disse por estar

no retrato que é.

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Quarta-feira, 10 de Janeiro de 2018

Porque não posso ir no teu abraço?

Viver o tempo

no teu olhar,

porque foi encontrado

noutro lugar,

em mim,

como se o teu nome

estivesse

à procura de um sonho.

Histórias de amor.

Eu não sei

porque não posso ir

no teu abraço

comigo.

A estrada da paixão,

no que vi,

está algures

na tua vida,

porque

a tua página de alguém,

espera sentir

o que significa o amor,

para entender

poucas palavras

num só coração.

Se o amor vive

os meus sonhos,

chama

o que segue

e lembra

uma visão

que não vai escolher

acontecer-me.

Senti os teus olhos

a tocar o meu desejo,

como saberei

que podia ser

o meu sorriso

a mudar o amanhã,

que não sabemos,

no efeito que faz

tocar-me

quando dizes,

na forma de dizer

o que disseste procurar.

publicado por antonioramalho às 21:42
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Segunda-feira, 8 de Janeiro de 2018

A ironia que aconteceu no oposto

Explicar o que não conhece

que disse que era,

pode ser

o que não vai fazer,

na maneira

que explica

o que estava só

a tentar,

que encontrou

o que tivesse

a verdade,

na letra que correu

para crescer,

na expetativa

que seja

o que queria ver.

O que parece

que deve ter,

o que imagina entender

que faz

algures

na distância

que teremos no ideal,

que vai ser

o que deve continuar.

A emoção

que não tenha

uma palavra,

significa

o que vai achar

quem é,

que não conseguia

conhecer

a vida,

a não procurar.

O que é,

como precisar

o que não foi,

o que procuram,

pode ser

o que está a dizer a verdade.

A tentativa

que estava a dizer,

que soubesse

o nome que diz

o que queria,

que não tem

o que viu

que seria,

no que queria dizer

que também era.

O que dissesse

da ironia

pode ser a chave

do que não quis,

na razão que não tinha.

publicado por antonioramalho às 13:10
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Sexta-feira, 5 de Janeiro de 2018

O que diz à minha volta

O que nunca soube

de ti,

no desejo

de sentir

o meu coração

que falou

para ti,

sonhando

a fantasia

que chegou

ao amanhã,

no tempo

que nunca fizemos,

por perto,

tão longe

de mim,

que semeou a saudade.

Onde veja

o que esquece a noite,

o que estejas

a esconder,

que diz

à minha volta,

olhar

o que continua,

na aparência

que nunca disse adeus.

Para encontrar

a minha vida,

que foi embora,

no significado,

o que nunca disse

por quê,

no lugar que deve ter sido

onde corre

o céu.

que sonha

e que diz o abraço

através

do que não conhecemos.

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Quinta-feira, 4 de Janeiro de 2018

Alguém como eu

O que o amor

seria,

no papel

dos barcos

que nunca souberam

que o fôlego

do desejo

abraçava o mar,

que deseja

sentir

o que ninguém falou.

Existiu?

A paisagem

que ia mudando,

nos instantes

que querem dizer

para mim

o amor a conhecer,

na sombra que partira,

na paixão

para ir onde descobre

o que fomos,

nas águas 

que passam pelos dias

a continuar

a sonhar.

O que seja o horizonte,

que pode viver

em nós

no desejo a perceber 

a equação

que era o sonho

que há-de fazer

a verdade

através do amor,

mostra

o que navega,

atravessando

o papel que quer sentir

as alma da noite,

que parece perder

o que sabe a poesia.

O olhar

sem resposta

que escrever,

na luz

que acentua

o desejo que diziamos

despertar.

O céu no papel

de ninguém

que desperta

a imaginação que chama

o que dispõe

a melodia,

na verdade

que procura

o que estará no coração.

A esperança

entre palavras,

em alguém como eu,

por não ter

as mãos dadas,

ao que possa perder.

o caminho

para ficar.

publicado por antonioramalho às 20:12
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