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Sábado, 23 de Setembro de 2017

Sem ti.....

Sem ti,

sei quem não sou,

no nome que deve estar,

no céu nublado

que faz o que é muito longe,

no tempo suficiente,

sem futuro,

no contrário que eu faço.

Procurou

o que é eterno

no coração que vê

o que não vê também.

O que esteja,

que gostava,

e que não tive tempo,

na dúvida que sim,

possa chamar

o que talvez não consiga encontrar.

Não me lembro

do que encontrei

nesse alguém que é,

em todo os ângulos,

a aproximarmo-nos,

do que não vejo.

O que é longe

a caminho,

do que possa estar,

e deixa ver,

que era uma lembrança,

que procurei

o que perdi,

que não seja verdade,

mas que acabarei por ver.

O tempo a chegar

em frente

que nem acredito,

que voltei a ter

no sonho,

que fica bem.

O que nunca saberei

no céu nublado,

que quer levar

os raios de Sol,

ficou no tempo que adorava

o que seria importante,

por saber

na opinião

que viu o amor

que não quer lutar.

Enquanto

estiveres longe,

o amor

envia-nos o que fica

na inquietação,

que haverá

o que sejam,

o que não fará

e o que não vemos.

Na noite que te levou para longe,

sempre que ficámos

como não era

o que tínhamos,

surpreendeu o que ficou,

que não gostaria de ir,

na identidade desconhecida.

O homem que sou

por conhecer

o que gostaria de ter,

para depois

aprender

o meu caminho.

Entrar o que não aceitar

que estivesse,

o que não posso

a deixar de ser,

que aconteceu algo,

a quem ninguém vence

algo diferente,

que significa o que mantemos.

O que gostava de um lugar

enquanto procura o amanhã,

que faça e deixou

e quero

como posso

o que não estava

pelo amor que parecemos

e que também temos.

Chamar o sentido que seja

na morada

que deve saber a diferença do que sou,

quando lá chegar a espera

do que parece significativo.

O que lhe dissemos,

ao amor no momento,

que tem de ser,

que atraía no nome

a certeza que preferisse

na vida que é,

por onde ficar

o que se passa

a fazer ouvir o que é

e não sabemos quem.

O que não sei

a quem ninguém

diga o quê

na razão

para começar.

publicado por antonioramalho às 20:02
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