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Domingo, 15 de Outubro de 2017

Porque te quero

A perspetiva de um horizonte, que pode ser o sinal que eu quero, no tempo de um encontro, fará a semente que escolherei pela sombra, a conhecer a doçura.

A esperança que se alimenta de palavras, acontece na efervescência que ficasse na inspiração que mostrou o desenho da felicidade.

Tornamo-nos os braços de um abraço, que deixa o brilho a passar o fogo no amor, na noite que tem o tempo que estiver a chamar por nós.

O que não foi e é, quer deixar de ser o que pode ser, o que se dispersa no significado de não ser melhor.

Por seres única, refletes o que depende de nós, a conhecer o que pensamos, na resposta que pode continuar na dedicação, que afirma a extensão de cada um em nós.

O seu enigma, que estiver no verdadeiro amor, ama a medida da ambição, que flui na chave para dar.

Os factos motivam os demais, no que sentem as palavras, na forma de vida que reafirma o que se encontra no amor.

Somos o medo na mensagem, que não olha o equilíbrio, no limite em cada dia, que escolhe mudar o que queríamos, para crescer.

Secar a nascente do tempo, no teu encanto de mulher, no amor por uma liberdade, que se rasga no véu de viver em ti.

Porque te quero, como vi, no gesto e na alma que olha o fulgor da luz da paixão.

O olhar que trabalha pensando ser o que confronta o seu tormento, nas circunstâncias de uma paisagem profunda que importa chegar à alegria.

Na infinidade dos erros que emanam das nuvens, que nos isolam e absorvem nas aparências de cada instante, transformamos o imprevisto, até alcançarmos a harmonia.

Na madrugada que canta o que a vida consome, arde o que conhece o amor para cantar.

publicado por antonioramalho às 16:07
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