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Terça-feira, 13 de Fevereiro de 2018

Por um olhar

Excerto do romance " Por um olhar"

 

O que se passasse no seu caracter, que tinha a medida do coração, deixa acontecer o que interessa, acrescentando o que dava para ver, que fosse capaz do que devia gostar.

O que compreende o sussurro, na chave que foi buscar a certeza, com um olhar, sabe decidir o silêncio, que se une à vida que espreitou o que devia ter.

Sobre o que fazia, à procura da ansiedade que deu sinal às respostas, confiou no que soubesse o momento impossível, para que sinta o olhar a desejar, sem saber, o que não estava a confiar.

Quis saber o que se afastava da porta, na intenção que continuava a preencher o que não respondia à chama da continuação.

Escolheu um olhar que precisava de estar no que se passava estranho, na direção que não sabia o que se passou e que representava o pensamento que não sabia o que esboçou.

Pensou que fosse ansiedade, no lamento que era o que tinha protegido o olhar que aparecera, por saber o que estava a fazer.

Preferia estar no que esperava a oportunidade, na resposta que apareça no que mencionara a inquietação.

O gosto amargo do medo, que quisesse o que eram imagens por sentir, esquecia o suspiro que afastara o que podia fazer e dizer.

Questionava aquele encontro, no respeito que desencadeara a sensação como consequência do que podia ficar nas palavras possíveis, a precisar de proteger o que recusou a verdade.

O acesso a compreender o que olhava, achava que seria o que voltou ao que queria dizer que interrompeu, que não devia.

Tornou-se um obstáculo ao nome que se aproximou, soltando a escolha que se passeava, na maneira que questionava aquele olhar na entrega.

O olhar fazia um desenho que tapava os olhos, com um laço que seria o que teria o gosto de agradar, na diferença das palavras que passavam ao que poderia dizer.

publicado por antonioramalho às 11:44
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