.posts recentes

. O que encontrou, que havi...

. Sobressair na bondade

. O que o tempo não apaga

. O sentido que partilha a ...

. As palavras nas atitudes

. Porque não posso ir no te...

. A ironia que aconteceu no...

. O que diz à minha volta

. Alguém como eu

. Sob o postal de ser

. Os teus passos no silênci...

. O que pode haver, por sab...

. Juntos pelo coração

. O que é a noite no sorris...

. A nudez do amor

. O que pareceu o caminho

. Novo livro eBook - Eu e a...

. O impossível na sorte

. Sentir a tua falta

. A indiferença que murmura

.arquivos

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

Segunda-feira, 6 de Novembro de 2017

O sentimento que realmente importa

Na quietude necessária que aprende a pensar e a transformar, o padrão que volta à fórmula da distância, como disse realmente o coração na esperança, compreende o fluxo passando nas sementes plantadas.

Aparecem nas ações nas manifestações que vêm do único pensamento que se aproxima. A vantagem que seja o sentido original do espirito, a fazer alguma esperança.

A realidade nos princípios, à medida do presente vazio, aberto a interpretações,  anseia por um motivo nas suas respostas, que mergulham no condicionamento dos sentimentos.

- Porque haveria de ver o que queremos, em algo para dizer?

A perceção que pode conceber o que pode ser, que não sabiamos, na compreensão da distinção que precisa de uma possibilidade através dos limites.

A resposta ao conhecimento no ponto de luz, a partir do que define o próprio julgamento, sem restrições.

- O que te dá essa certeza?

O sentido como sendo a luz a encarar as nuvens da beleza, que parecem o mesmo modo, torna-se o aspeto total da vida, num comportamento diferente.

- Penso que não será fácil.

Alcançar a reflexão que emerge da essência em relação à brisa do caminho, no potencial que precisa de independência profunda.

O que encontra a tua falta na chamada que tem atravessado o infinito, toca a luz na escuridão nos preconceitos que intervêm.

- Não propriamente.

Deixaste uma pegada no encontro do presente, alcançando o que esteve espalhado na viagem que cultivámos e que não se esquece.

As buscas nas respostas, podem ser o alcance do olhar, como precisamos.

A vida pensou o silêncio, que tornou a fazer a missão, a que chamou o mistério, na forma que avança nos passos do vazio.

Reconhecer os erros, que poderão provir da ilusão, consiste no que aparece e que não é.

O limite por um caminho, que é um atalho, com a ideia de que o vento que nos convence estará no conhecimento.

A essência que acontece nas circunstâncias, pode fazer a ação que amadurece o mistério.

Uma chamada tua, na comparação da diferença, no sentimento que realmente importa.

publicado por antonioramalho às 13:18
link do post | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Janeiro 2018

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
11
12
15
16
17
18
19
20
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.links

.Visitantes desde Junho de 2010

.De onde visitam: