.posts recentes

. O êxtase de ti

. Mulher amor

. Porque te quero

. O que chama a noite no cé...

. Nem acredito que te lembr...

. Posso deixar aqui uma lág...

. O espaço que nos ensina a...

. Luz na escuridão

. FRAGMENTOS DE AMOR

. Para te amar....

. O sorriso no momento, por...

. Longe do que estivesse no...

. Um dia

. A solidão de ti

. O que visualizamos dentro...

. Mulher

. A Ponte Entre Duas Árvore...

. Nada ter na certeza

. O que estamos a fazer

. Sem ti.....

.arquivos

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Janeiro 2014

. Novembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

. Maio 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Dezembro 2006

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Agosto 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Março 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

Sexta-feira, 6 de Outubro de 2017

O que visualizamos dentro de nós próprios

Querer um motivo, que gosta de fazer o que estivesse nas regras, e que realmente satisfazem o que simplifica.

A sua direção através do que visualizamos dentro de nós mesmos, no afeto e no potencial que precisa de ser semelhante, é uma imagem que estaria a ser o que teriamos, nas características de uma realidade a mudar.

A oportunidade que se esquece e parece satisfazer um desejo na afirmação do que aparece, no âmago que se baseia na solução exposta ao que gostaríamos de poder suavizar na lembrança.

Estava implícito no desejo sobre o que deveríamos fazer, a sentir a satisfação, em busca do que mostramos pensar de nós mesmos.

Nos sentimentos que se esquecem e no elogio de uma vantagem do caracter, concordamos na sinceridade que dissemos cumprir, no exemplo da resistência para crescermos, num sinal que achou a realidade.

O que se adapta ao seu modo, noutras palavras.

Que demonstrou o que começamos a perceber, no relacionamento que não conseguia fazer os traços negativos, a desempenhar as carências que abraçam as nossas falhas.

O resultado positivo das mudanças que respondem a nós próprios, nos estímulos que respondem à atitude.

Influencia o que conseguiremos fazer no desafio em jogo, que na verdade temos.

À procura dele, estamos a tentar acertar a marca onde não conseguimos tentar o que vamos encontrar.

Não entendermos o elogio, por si próprio, na incapacidade construtiva a satisfazer a necessidade de prazer.

Aplicar o que associamos às regras por limitar o que parecemos voltar a encontrar e passa a ser a confiança que acontece nos objetivos.

O que é fundamental na necessidade do tempo, que consegue o que dizia e sabia.

Na explicação dedicada à coragem, fica um ponto de vista de nós, como conhecimento melhor do que permaneça e como poderemos sentir.

Transformar o suficiente, na imagem que faltava e que não concorda com os atributos que conduzem à sugestão.

 

publicado por antonioramalho às 06:53
link do post | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Outubro 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.links

.Visitantes desde Junho de 2010

.De onde visitam: