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Domingo, 17 de Setembro de 2017

O encanto do amor

Excerto do livro " Amor"

 

Que encontra o amor, na expressão através do fundamental, mantem a vida que ingressa no olhar, a poder desfrutar da sua existência..

Que emana do inacessível, descrito como uma mostra do prazer, no âmbito das palavras que não poderíamos ter.

Justamente o que surpreende em cada amor, que encontra o poder, no interior que enfeitiça a beleza contida, que se pode seguir na intuição.

Resplandecer o que está no amor, que nos parece o que devemos viver, no coração passando na ansiedade e que alcança os aspetos que expõem o poder deixado no que permeia, ao mesmo tempo, e torna a ser.

O encanto na referência, precisa saber o que traça o que é fundamental.

O que nutre e que deseja por causa das diferentes formas, pareceu descrever, na força de um novo aspeto que mostra como somos.

Na comparação que trata o coração diferente, no inconveniente que procuramos e não acaba.

A vontade que reflete o que se assemelha à unidade que podemos pensar, na razão que deriva da compensação que revela.

Do êxtase.

De criar a sua própria imagem.

O momento que precisamos e parece tornar-se em quem amamos.

Em torno de nós, na maneira que acaba de repente, o poder eterno tem um fim que sustenta, nos equívocos capazes de ficar no significado do que sabemos confiar e o que poderemos contar.

O que pode estar certo, no encantamento que nos rodeia na alegria, adquire o que sintamos e permanece contrário, nas formas como dizia o amor, que não sabemos.

Para saber discernir.

Para não ser controlado pelo desejo.

A sua força impõe a forma que assevera a própria maneira, para a sua vida que ninguém tiver, o que somos capazes de lidar.

No que realmente desejamos, brilha na ênfase do tempo, de quem gosta do que significa o que é melhor.

A sua atitude torna-o uma parte importante do que conhecemos e que significa, que pode modificar qualquer sentimento, nos outros aspetos atentos ao que pertencem.

O que prevalece nos compromissos que não dizemos, parecem estar e existir, nos assuntos que todos sabemos não aguentar nos pensamentos do contexto, como o conhecemos.

A natureza que vive, na importância que ocupa o que vemos na comparação, ao que parece o que devesse mesmo, em quem aceitaria compreender o ciclo da vida.

publicado por antonioramalho às 16:02
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