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Terça-feira, 1 de Agosto de 2017

Falar de amor

A verdade a fazer o que seja ter, por obter o que parece ser, aprende a amar o que quer mesmo.

Parecem mãos a negarem o seu corpo, para tratar a verdade. Parecem caminhos a atravessar a disposição de ser sincero, porque acredita que resistir é continuar, no que perde ou ganha o coração.

O que lembra, quando está infeliz, olha o que mostra a transparaência, que se afastou no sol a nascer.

O dia seguinte, que pestanejou no sorriso, desapareceu no olhar, por se perder, onde a alegria que fizesse conhecer o amor, desafiou alguém no que enfrentou o tempo sem fim.

O resto da sua vida, a fugir do que afirma resolver, são momentos que não alcançam o impulso, que sente o que ficou a desaparecer.

O círculo da vida que seja, onde suspirou a dor perdida, nos pensamentos que se arrependem do que será, ao redor do que tinha começado a sonhar, na mesma intensidade do que é contemplar o dia à janela.

publicado por antonioramalho às 17:20
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