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Sábado, 22 de Julho de 2017

Évora

O quotidiano que representa a construção do sentido que assume, simplesmente, a beleza à procura do que levar ao contentamento.

Conhecer a atenção no caminho a passar, que será o não ser, que sucede à fonte que houve.

As antigas igrejas que encantam o que apresentam, no que vive e diria conhecer, constantemente, nos instantes que se confundem na monotonia de um passeio pelas ruas que conhecem o que mostra a luz.

As muralhas silenciosas de uma guerra que guarda as imagens, no imaginário de um rosto de tristeza, no seu rosto que enche a ternura, nas arestas onde a luz se fosse debruçar, romanticamente, como se o vento povoasse as pedras, apagando os nomes.

Na rudeza dos muros que se pronunciam como orgulho, que serve a história e que se segue ao sol da manhã, vibrando ao ar que amou o sentimento, na cor e na evocação da melodia que passa a desfrutar.

Alguém vive na beleza que desfia a luz, no fulgor em cada olhar e na paz que vive na luz do sol. É o passado que ilumina a saudade, nas linhas belas de arte, que surpreendem Évora, no tempo a espreitar às portas.

As feições a contornar as conversas que sentem os pormenores de uma cidade, nas ruas pedindo vaidades, nos sonhos que sentam o olhar no coração da paisagem.

A sua natureza, na população em Évora, que quiser deixar em si mesma, o lugar relacionado com os passos que acordam na memória que consta, no que adormece a alma e que esconde o que mostram os muros.

Os momentos no ângulo do amor, na força que olha o que prefere, no ar que faz quem viu, no sol que resiste no seu ninho e esqueceu o que aproveita o relevo da arquitetura, a erguer a província que gosta de ter as planícies no seu templo, e que cativa cada fonte de ser, que não muda.

O silêncio da noite que passeia na alma, espera a evidência sedutora dos caminhos onde persistem os encontros.

O passado que começou nos passos que surgiram nas luzes sobre nós, envolvem a beleza aliada à madrugada, que mora na exatidão dos limites do tempo.

O sonho das casas saindo da cidade, conhecem a cor que salpica do que começa com calor de verão e que semeia o que ondula na sombra que gostava de construir.

A noite que veste o luar, chegou no tempo que desapareceu no olhar e que se instala para ouvir a melancolia.

Sobre nós, olhamos o que fica em frente e que chegou no caminho que encontrou, que há-de ser o vento nas trovas que surgem na madrugada que haverá.

Os alicerces que tornaram o que ressoa, na memória do estado de espirito, nas raízes humanas que encontram um lugar na presença, em cada rua, que entra no templo, vestida de um sorriso que se concentra na luz e se tornam as saudades que mudam o amanhecer.

O céu que desce na harmonia e se destaca nos momentos de trazer o horizonte, escolheu o trilho que descobriu a bondade.

O aqueduto romano que segue o que recorta o declive adaptado à impressão que se esbate no espírito, desfruta da presença da dinâmica, que escolhe o que sabia encorajar.

O gosto que pudesse ver o resultado, para adquirir o que se pronunciava na regra que se torna o domínio da aprendizagem.

O que representam os seus olhares, nos pensamentos que escolhem os monumentos, passam o que deviam pensar, por ter o que deixou de ser, na conquista do valor que passava.

Empurrar o sol na fonte que guardava a praça, na voz que acaricia o silêncio, para ficar pelas planícies a espreitar.

A cidade que acorda nas portas que ficaram ao sol, a atravessar o olhar que leva a saudade, que parece ter o seu espaço.

Espalhar preocupação no fôlego que se tornou igual, refletindo os factos que eram em nós, o que fosse o encantamento.

No infinito da alegria que apetece acolher no nome onde viver, escolhe o que sente começar, atravessando o silêncio, na chegada ao presente das suas vidas.

 

publicado por antonioramalho às 09:16
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