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Domingo, 6 de Agosto de 2017

Em direção a ti...

Espreitar o horizonte que se aproxima de ti.

O que devia ter a certeza onde estamos, é uma vida que começa no momento único, para seguir a vida, nas silhuetas que nos encaminham no escuro, para sair no que emerge, na verdade ao luar.

Contemplar a vida nos passos que façam a si mesmo o que fervilha de vida, e que desaparecem depressa.

Enquanto avançamos pelos lugares desconhecidos.

E, na verdade….

Permanecer bem juntos, é muito longe nas sementes que tinham a reflexão sobre o segredo que diz o que apetecer.

A pressa de desejar-te…

A vida sem ti, num tempo que muda as coisas, parece estar colada a muitas formas de vida desfocada, sem tempo para fazer, que volta a descer no fôlego, como se tudo estivesse a fugir de mim.

Tudo aquilo que nós somos, na palavra que parece estranha, decide criar o que conduz a maiores desafios e nos envolve, a fazer o que nos parecia estarmos de mão dadas.

Cavalgar no medo, que estaria envolvido na noite, enriquece o que podia estar no olhar ignorado.

Consegue aproximar-se das profundezas do interior…

É um desafio diferente circular em profundidade e conseguirmos ver a saída.

Sentir a vida nesses momentos, nos contornos diante de nós.

O que toca a luz, seguiu a pouca distância de nós, à espera do que seriam as nuvens do silêncio.

Para cruzar as circunstâncias, na vontade, que pode ir mais depressa e que pode ir no limite do sorriso.

E depois subimos, para sentir as palavras que te dei.

O que lembra a sinceridade, esquece a existência deixada no hábito, que pretendia apenas o que houvesse, estava a dar a entrega para compreender o olhar.

publicado por antonioramalho às 10:37
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