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Sábado, 22 de Julho de 2017

Alentejo

Excerto do romance " Prisioneiro de ti"

 

O olhar nas sombras que revém os laços de ternura, a procurar o sol, são promessas a demorar o tempo, que encontra as praças de gente a recriar a vida, no seu significado inimaginável de ficção, que se aproxima das pessoas e espera que aconteça.

A luz que confronta o que evidenciam as dúvidas, procuram encontrar o que acreditam no contacto que for possível, na função que empreende o tempo.

As ideias que queriam apenas o intuito que mantivesse a permanência na disciplina a produzir o caracter, levou a não abandonar o terreno no desligar.

Procurar o que se ergue no muro da experiência, que indica o que parece apagar os costumes, que serviam o que povoam as influências.

Mergulhar na convicção da realidade, que estava no que vinha procurar a apreciação dos pormenores, no aborrecimento que procura as razões.

A atenção nas disparidades, que se passam no que parece…

A paisagem, na atenção e no espírito de viver, prende-se no campo alentejano, que boceja na forma de ter a presença que marcou a importância de uma força reveladora do interesse.

O que corresponde ao local que surge na demora da cidade, que ocupa o reconhecimento, nas diferenças de tons, ao longo das características que referem a interpretação do presente.

A visão do espaço que constitui a heterogeneidade, que ressalta do quotidiano dos acontecimentos relacionados, essencialmente, com a função que desempenha o que parece apresentar as palavras que acontecem, nas correspondências a perceber.

As referências que prendem o alentejano, como é o que tem sido, na dimensão interessante que parece ser o que diz respeito, ao que ocupa a importância que refere o que seria.

A determinação da localização do empenho que parece refletida no que se esconde na interpretação.

publicado por antonioramalho às 08:49
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