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Sábado, 27 de Janeiro de 2018

A cor do silêncio

A cor do silêncio

que possa fazer

o que não é

a escuridão

no nome do corpo

a caminho da partilha

ao longe

que olha

o amor.

Na vida que está

onde nasce o medo,

adormece

o mundo

que guarda

os teus passos,

no tempo que precisava

de beleza.

A cor do poema

que adormece

na porta a guardar

o caminho,

tem a sombra do amor

na verdade que haja,

num dia sem tempo a responder

ao tempo da verdade

que revela

o que tivesse

que procurar nas lágrimas,

que podem não ser

o porquê.

A luz que pode ser

o abraço

que diz que não é,

apaga o crepúsculo

no teu corpo,

do tempo

do tempo que sabemos que tem,

a ter

o nome que sabemos longe,

que seria

melhor

na manhã

que temos de ser,

o rosto do motivo,

de ouvir o que não temos.

Ninguém responde

ao vento,

que pediu

o teu corpo

na certeza de perder

o que fora alguém

perdido

que precisava

da alegria

nas páginas

que sentem o amor

que podia passar

a correr

na causa,

que não quer esquecer,

sobre o mar

a devolver as ondas,

que conseguiu

fazer

a procura

que acha

o que vale ser,

o que podem fazer ao flores,

por nós.

O que não sejam as palavras

por interesse

na distância

que interessa o corpo

que se passa

no instante

que quer o teu nome,

no invisível que abraça

o que não temos

na noite que é dia.

publicado por antonioramalho às 12:30
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