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Domingo, 14 de Janeiro de 2018

O que o tempo não apaga

O aspeto

que terá

a mudança

que o tempo

não apaga,

sobre a perda que é

o que foi buscar,

aprendeu a chorar

o que não tem,

na chave

que iria gostar,

do que ousam as lágrimas

ao dizer

ao coração,

que brilha

o que fizemos perceber

que foram

os dias

que não queriam deixar

onde está

o que não deixa,

que não é

o que vive,

porque começou

onde estamos

que for a verdade.

O que devem ser

as sombras que vivem

na presença

que imita

o que nos faz sentir

o que pode o amor,

a achar

o que custa acreditar.

As saudades

que guardamos

na reserva

do que podemos amar,

não sabem

o mapa para mostrar,

o rosto

que acrescenta

o coração

no tempo que supõe o que é teu.

O que não deixa de ser

o que levou

o meu olhar,

abraça as palavras

que esperam por ti,

na verdade

que admite

o que o coração

te deu,

na vida que não desiste

pelo destino

que tem razão.

É a resposta que parece

o propósito

a dizer-nos

o nome que

conquista o que negamos,

para escrever

que chega ao céu

no teu jeito de ser,

que é meu.

O que deste

de ti no caminho

que aconteceu

na lembrança

de mim,

a levar

o que nega o amor,

que quereria ver crescer,

com o sol

a ser a palavra

que queria

que ficasse no tempo

que avança a trazer-te uma flor

e que soube o que isso é.

publicado por antonioramalho às 17:58
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O sentido que partilha a paixão

O que oculta

com sentimento,

o que não percebemos

que é verdade

de alguém

despido do que será,

na noção que acredita

e não faz sentido,

do que deve ser

o que pareceu

como parece.

Descobrir

o que se passa

que não passaria,

como era o interesse

que lembra

o que não tinha nada,

que parecia

de pensar

se tinha,

o tempo que foi antes

o que apetece

na planta

que nunca deu flor

na forma escura

que tivesse luz,

nas rugas

da beleza

que háo-de viver.

O que resiste

à esperança

de mais de mim,

são sorrisos

com amor

no olhar por ti,

a encontrar-nos,

a fazer de nós,

o que se passou,

que seria

o olhar inteiro

que não pensa assim,

e que seja

o que tem longe

a pintura

que deixa estar

a perfeição

na forma que cresce

na beleza.

O que não quer dizer

a certeza

na explicação,

queria mostrar

o amanhã que pode vir,

na mensagem

que pode acontecer,

no tempo

a cada hora

que gasta a noite,

a querer ser dia.

publicado por antonioramalho às 17:28
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