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Terça-feira, 31 de Outubro de 2017

Tantas vezes disseste não

O poema

na canção pela penumbra

de não,

que tantas vezes

disseste em mim,

está no medo

que não arrisca

o verso

que deixaste no poema.

Como parte visível

do sol

que é uma luz

nos teus olhos,

a tua ausência

será a saudade

onde quer que vás.

O que não sou,

tantas vezes

 a ouvir

a palavra que não

tentarei.

Erguer

a página

na essência e na forma,

como caminhada

no meu poema

que sou

o tempo,

a desfolhar

o papel nas linhas

de quem ousa dizer

para ser verdade.

Escolheste

o silêncio

no não que disseste,

no traçado

da tua mão,

que não busca o meu coração.

À margem

do gesto

que é de ninguém,

olhas para a direção

do nunca mais,

esquecendo a certeza

que espera o tempo.

O meu pensamento

que vê

 o senão,

na rua que canta,

é um interior

sufocando o sonho,

que olha a beleza

do que poderia ser.

O teu olhar

como definição

da imagem

que tece

o meu caminho

no teu não,

que quebrou

o enlaçar

que procurava

na forma para ser.

O que pedia a pintura

na mulher Bela

para ser

o que pedia o teu rosto,

que se ergue

para construir

o teu nome.

publicado por antonioramalho às 16:16
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O canto de ser

A noite

que se levanta

no caminho

do vazio,

que está no coração que toca

as sombras,

reflete a dor

das lágrimas

que se deitam no silêncio.

Na noite ardente,

como brilho sobre o espelho,

que irá amar o vento

que não suspira

o escuro

que deixa chorar

o meu coração.

Cada palavra

na alegria do tempo,

que beija o teu gesto

é o que fica do amor,

e que me devora

na tua ausência.

O que desenhava

a minha vida,

que chorei em silêncio,

ressoa na perfeição

do brilho

que continuou na luz,

que se senta no tempo,

e que busca o que deixa

a dor

no meu olhar

que trilha

o sabor da imaginação,

na vida

de cada poema

que não somos,

a perder na solidão.

Os teus passos

no meu coração

que pensavam

a miragem,

na sementeira

que espera o teu regresso,

é um engano que sabia

que alguém permanece

a atravessar

a sombra do meu tempo.

São as estrelas

a habitar

no fluir

da penumbra

de todo o dia.

Como fogo

que abraça

a minha vida

no teu perfume

de silêncio,

o canto de ser

à sombra do luar.

publicado por antonioramalho às 14:12
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Segunda-feira, 30 de Outubro de 2017

As lágrimas escolhem o que muda

Excerto do livro " Amor"

 

As nuvens das lágrimas, quando quisermos o que conduzem, escolhem o que muda o aspeto.

Passa a ser o que sorrimos e o que somos.

Aceitando o que não deixamos de fazer, em algo que deseja o que seja e que não ocorreu.

O que seja que gostaríamos, em busca do que vai ao encontro para chegar ao que se passa na solidão.

- Deveria ter sido um sinal.

Expressa a forma numa palavra de quem tem a linguagem que muda, que não era o que dizemos e que não pode ser a verdade que somos.

A coragem que sente porque estávamos a apaixonar-nos, por pensar mais na conversa das palavras que não contamos.

Depois de termos a palavra que poderia abrir o que toca o amanhecer, na ideia que disse o que imaginamos não fazer, conformamos em ser o que pode sentir o simbolismo de ter sido o valor que procuramos.

Afirmar intimamente além dos sonhos que não queremos dizer, possibilita a realidade que sabemos deixar fazer.

- Porque a deitamos fora.

- Só estamos a tentar ser.

O que não pode ser o merecimento possível, devido ao que deveria ser.

- Não sei…

- Que diferença faz?

A coragem que deveria ajudar um sorriso, com as lágrimas que sofrem o que não se tornou o que diz e que deseja conseguir.

publicado por antonioramalho às 12:28
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Domingo, 29 de Outubro de 2017

Pintar as flores sem caminho

O que deixou

despido

o porquê,

que saiba ter

culpa

na tristeza

que confunde

as janelas

frias

de ter.

Cansados

da rua que conhece

o anoitecer

sem luz,

os teus olhos

alcançam

o impossível

que não couber

na mão de um sonho,

escondido

na tarde que cai.

O que sabe experimentar

o carinho,

na ajuda

que deixou a semente

funda,

na primavera

que deixou conhecer

a magia,

de um mundo

que continuou

ao lado do passado,

no jardim.

O coração

que não tinha

de saber

o que conseguiu

no silêncio

de querer ver

o dia a passar,

que tem uma semana.

Na sombra de uma melodia

que vem,

ao que falta

no princípio do fim,

engana

o que parece

não estar a fingir.

Trazer a luz,

no princípio

por ti,

que olha o teu corpo

como magia

que estiver

no amanhã

que vemos

no nome

de ser ninguém

que ouça

o que não quis perder

o amanhecer de um sol

que lembra

o que muda a nudez

do que é,

o instinto

que tenha

o que encontramos.

Querer a noite

que fez mostrar

o que terá

o segredo

que acredita em ti,

para lembrar

o que é

a flor de viver

na distância

onde estão os teus passos,

no olhar que espera

por ti.

O que nasce na ilusão

que vive

no segredo do amor,

pinta as flores

sem caminho,

e guarda

o sol

no sentido da beleza,

como a tua ausência

na cor do céu,

na vontade

que permanece

nos braços da alegria.

publicado por antonioramalho às 22:03
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A flor que se esquece no silêncio

A dor que diz o que podemos erguer, na ajuda que devemos dar na força que desempenha, por um momento que percebe como fazer o esboço, a pensar na ação segundo o que se refere e aconselha.

As circunstâncias de ser a vontade, que deixa para continuar o que não interessa, na mensagem que dizia o que tem de ser.

A intensidade das cores, que esquecem a dor.

Escrever o que não podemos falar, no melhor que fazer e imaginar no pensamento que fica no interior, no sonho suficiente a passar o coração, que se assemelha a quem sofre.

Não ter o otimismo, que força o raciocínio, nas barreiras do fracasso, que dependem do que sofremos na tarefa que não chega ao que traz a lamentação.

Haverá um motivo na flor que se esquece no silêncio.

Na lembrança que haverá em quem escreveu que fomos, o medo que preocupa o que deixou de fazer o tempo que recebemos.

Olhar a cruz no sorriso escondido, que deve libertar o que mostrou, na bondade que resume o que a vida fosse, para contar os sentimentos a deslumbrar a surpresa ao redor.

publicado por antonioramalho às 11:35
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Sábado, 28 de Outubro de 2017

O sinal que surgirá no céu

O sinal que surgirá no céu que procuramos, é um nome que veio, que disse que era, como diz que será o que continua.

- O que significa?

A esperança que é preciso, no desejo que abriga o que permite o acesso ao que precisamos.

A passagem entre o passado, o presente e o futuro, na viagem do respeito, que tem de haver, consegue centrar o tempo, quando queiramos a felicidade.

O que não sorri à razão de ser, por ter diante a vida, na finalidade de nós, são histórias que queremos ter no amor, que possa ter a linguagem do amor, a cruzar o caminho.

O contrário que tem de ser, que nunca saberão a verdade anunciada, como formula que está onde vamos na simplicidade.

A tranquilidade que explica por sentir o que se passa a ser, considera a sensação difícil que tem um significado, como gostariam de amar e ser amado.

No momento em que aparece a alegria, a palavra que é amor, encontra o que é para dar, no murmúrio que escreve o limite.

O sentido da realidade a receber, é um segredo para dizer, no que nos transmite a vida.

Na atitude que tenta a beleza a aproveitar, para sermos melhores, faz parte da satisfação que acabamos por encontrar, refletindo o que desejamos, na interação das nossas palavras, com o que disse o amor.

Descobrir o amor nos outros, na autenticidade da partilha.

Para chegarmos ao ser, onde dizemos e conhecemos o que pode ficar de nós.

publicado por antonioramalho às 19:08
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Acariciar as tuas mãos

Acariciar as tuas mãos, nas linhas que decifraram a beleza dos contornos da bondade, na diferença no modo de amar.

O tempo que podemos desejar sempre, transforma-se num abraço.

- Deve haver uma boa razão.

Dizer-me que não consegue chegar ao que transcende a consequência, clarifica a aparência na razão.

- Porque nos escondemos?

Como elemento formal que aprende a distinguir o que sejam os limites a estabelecer, nas consequências que sentimos.

Ver o que sonhávamos, nos lugares a viajar pelos desafios que fazemos, e que podemos trazer nos episódios que entendemos algo que deixamos de procurar.

O que não disse apenas q1ue tem o que sabemos, não está nas hipóteses limitadas que podemos imaginar nas conversas que gostamos, no que não queremos perder e que sentimos.

- É o meu coração. É a minha vida.

O que parece estar nas razões que renunciamos ao que somos, surgem mais na volta a acontecer, que não aprendemos.

Volta a acontecer o que esperamos, que gostamos de estar e ser, sem tempo para parecer evidente.

Surpreender o que conseguimos, voltando a estabelecer a intenção que sente a questão, nas consequências para entendermos.

publicado por antonioramalho às 16:20
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Não vamos fingir o que não somos

A boa aparência, de ir na desculpa, para sentir o que não temos, por alguma razão melhor, vive na opinião, de algum modo, que não pode entrar no sentido que fecha a porta ao tempo.

Desaparecer o sentido que queriamos proteger, no acesso que dava o que tentava, na ideia a acontecer que tem o código do que julgamos, o que não era só o que poderíamos envolver pelo que aguentamos.

- Que esperávamos que acontecesse?

O que sabia que estava, se algo acontecesse, que não fazia sentido na natureza, projetava onde poderemos viver.

O que nada vive no valor que se esforça, no acordar dos pensamentos e das ideias em que chamamos ao real.

- A angústia disfarçada de dúvida.

- O que importa?

O que já sabiam, que perderam.

Não querer perder tempo, na pausa que conhece o que mudará, na definição de amor que sentimos, e no ser que constitui o paradoxo do êxito, para avaliarmos o que continua.

As forças da natureza que não deviam terminar, na forma do sentido a condizer.

O que sentisse atraído pelo simples, que se cruza na questão em ficarmos na sombra.

Ir mais longe, à nossa volta, que não fosse o que não seria.

Os ângulos diversos que respondem à ambivalência da fragrância perfumada pelo pôr-do-sol.

A sensação do nada, no perder o poder.

Uma oferta pelo vento que reconhece o ser humano no valor que será seu, nos instantes que bailam no envelhecimento das lágrimas.

Não vamos fingir o que não somos.

publicado por antonioramalho às 16:00
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No silêncio das oportunidades

O Sol que tem o que acha que devia, poderia substituir o tempo, no papel da reflexão que desperta o que deve ser onde estava o que aceitamos.

O desejo a fazer onde está a possessividade do tempo que permanece.

Expandir o horizonte no lugar da alegria, no corpo que considera o que viria na precisão mais tarde do que contou a tristeza.

Unir o que conhecemos, onde vive o cuidado, vai contar a harmonia do amor no conhecimento.

O desejo que se acerca do que está, nos obstáculos que podem fazer o conhecimento do amor. O que pode ser o amor que nasce, no conflito dos argumentos.

No silêncio das oportunidades, aceitamos entender o que pareça o tema interior.

O que diferencia a vontade que pareça a perfeição de algo que desconhecemos, a descrever a busca na denominação.

É a imagem na busca da certeza, na tendência para ser o nome verdadeiro que estava na essência.

Empreender na nossa vida, como fator essencial que queremos descobrir no risco de amar.

publicado por antonioramalho às 10:01
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Sexta-feira, 27 de Outubro de 2017

O espelho de ti

Os meus olhos

ouvem 

a melancolia

do silêncio,

em cada 

anseio

que se perde em ti.

O rio invisivel

que passa por nós, 

nas mágoas

de perto,

veio contemplar

o espelho de ti.

O que sofria

no murmúrio

porque veio

no escuro,

nas horas que tremiam

chamando

os teus braços.

A vida

enlaçando

a tua essência

trouxe

a face de ti,

na noite

da outr face,

que em mim,

é o meu gesto

no teu gesto,

no desejo de te amar.

Lembrar 

o que recebi

ao ver 

a tua imagem

que mostrava

o que os meus olhos

buscavam

no perfume

do que escrevo.

Na tua voz ausente

porque 

não possuirei

a tua mão

na procura

que perdi 

nos teus braços.

Os dias passaram

por acaso

no coração

que encontra 

o papel

do azul

na esperança

que quero

caminhar

no fundo,

além,

a nascer nos meus lábios

como vida

que não volta

pousada em ti.

A mulher amada

como fonte

perdida, 

na raiz que não cessa.

publicado por antonioramalho às 15:59
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